terça-feira, 20 de dezembro de 2011

INCENTIVO À IMPUNIDADE: STF suspende apuração sobre evolução patrimonial de juízes

Comandante do batalhão de São Gonçalo Djalma Beltrami é preso por envolvimento com o tráfico


(OP): Muito estrannha esta postura das Organizações Globo por meio do seu jornal Extra após a prisão do comandante, já no dia seguinte, de questionar meses de investigações da polícia civil e a decisão de um juíz. Já que o delegado Alan Luxardo, da DH Niterói, confirmou ter outras provas contra Beltrami, que disse estarem sob segredo de Justiça.

Sérgio Cabral também quer dinheiro do tráfico

Dinheiro do tráfico
Coluna Informe do Dia - Fernando Molica

RIO - A partir de janeiro, o Estado do Rio terá direito de ficar com 80% dos valores de bens de traficantes de drogas. É que o governo vai, finalmente, assinar com o Ministério da Justiça um convênio para a regulamentação do Fundo Estadual de Repressão a Entorpecentes. A aplicação dos recursos será fiscalizada pelo Conselho Estadual Anti-Drogas.

Sem a regulamentação do fundo, a maior parte do dinheiro obtido com o leilão dos bens ia para o governo federal: o Rio é um dos estados que mais confiscam imóveis e veículos de traficantes.

(OP): Mas, e agora? Esse dinheiro sujo vai ser "lavado" em que? Saúde, educação, segurança? Pra onde irá essa grana? É preciso saber o seu destino final.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

"AI-5": Sérgio Cabral veta a fabricação de tablets no Rio para impedir acesso à informação pela internet
Com alegações esfarrapadas, governador tenta justificar a proibição do incentivo
RIO - O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, vetou totalmente o projeto de lei da Assembleia Legislativa que previa incentivos à produção de aparelhos eletrônico do tipo "tablet" ou componentes no Estado.
Nas justificativas para o veto, o governador lembrou que um decreto de outubro de 2010, mais abrangente que o projeto atual, criou um programa de incentivo para produtos de informática e eletroeletrônicos, grupo no qual consta o "tablet".
Ainda segundo as razões para o veto publicadas no Diário Oficial a proposta contém imperfeições tributárias que inviabilizam sua adoção.
Entre elas está a dedução do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que é um tributo municipal, sobre o qual o governo do Estado não pode atuar.

(OP): Mais uma vez Sérgio Cabral tenta impedir maneiras de se obter informações sobre seu governo. O que Cabral tem tanto medo que seja descoberto? De quem o governador tem medo? Da imprensa do Rio não é porque esta faz o que ele quer. Cabral está com medo é da popularização da internet e do crescente número de blogueiros que estão fazendo o trabalho que a imprensa CHAPA BRANCA não faz: o de dizer a VERDADE. Será que algum veículo de comunicação do Rio divulgou esta notícia?

Clique no link abaixo e confira os resultados para este assunto na busca do google. Nela você verá que a imprensa do Rio ignorou o fato em questão:
Cabral veta incentivo à fabricação de tablets no RJ

domingo, 18 de dezembro de 2011

DITADURA de Sérgio Cabral é criticada pela Folha de São Paulo em editorial
Governador leva ESPORRO em sua tentativa de sonegar informações aos deputados
Folha de São Paulo


Bombeiros do Rio têm o PIOR salário do Brasil 
Militares fazem protesto com as mesmas reivindicações de abril, quando homens da corporação foram presos. Cadê o nosso dinheiro Sérgio Cabral?
R7.com

O Rio de Janeiro é o segundo estado em arrecadação no Brasil e paga o PIOR salário para os Bombeiros Militares
RIO - Cerca de cem bombeiros do Rio de Janeiro se reuniram no início da tarde desta sexta-feira (14), em frente à sede da TV Record, em Benfica, zona norte da cidade, com gritos de ordem pedindo por visibilidade.

As reivindicações deles são as mesmas desde abril, quando mais de 400 homens da corporação invadiram o Quartel Central. Eles querem piso salarial de R$ 2.000 líquido, fim das gratificações e auxílio transporte em valor que atenda a real necessidade de deslocamento e para todos os militares.

No comando da manifestação estava o cabo Benevenuto Daciolo, do Corpo de Bombeiros, que pede que a população e a imprensa continue apoianod o movimento, pois a corporação ainda precisa de ajuda.

- Nossas reivindicações não foram ouvidas pelo poder público. São oito meses pedindo socorro, precisamos que a população veja o que está acontecendo.

Os 439 bombeiros que foram presos após ocuparem o Quartel Central dos Bombeiros, em junho de 2011, durante manifestação realizada em busca de melhores salários, foram absolvidos pela Justiça Militar, de acordo com a Secretaria de Estado e Defesa Civil.


Sérgio Cabral chama estudante de otário e sacana durante a inauguração de um conjunto habitacional 


Marcelo Freixo diz que Sérgio Cabral é covarde após governador responsabilizar os mortos pela tragédia das chuvas no Rio

O deputado criticou também o prefeito Eduardo Paes pelo fato de ambos não apresentarem um programa decente de moradia, já que desenvolvem uma parceria


A FARRA DAS CONCESSÕES NO RIO: Trem quebra, e SuperVia culpa os passageiros pelos atrasos
Mais uma vez o incompetente Secretário Júlio Lopes se mantém em silêncio

A política de transportes no Rio visa apenas beneficiar e dar dinheiro para os empresários do setor.

sábado, 17 de dezembro de 2011

"Cabral não é governador, é imperador do Rio de Janeiro", diz deputado Paulo Ramos
Jornal do Brasil - Coluna Informe JB

Sem dificuldades, apesar de toda a resistência popular, o governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) conseguiu aumentar seu salário de R$ 17,2 mil para R$ 18,3 mil, num total de 6,4% de reajuste. O questionamento dos parlamentares, no entanto, não é o acréscimo de R$ 1,1 mil, e sim o efeito cascata que isso causa com alguns cargos do funcionalismo público. Algumas funções cujos salários estão diretamente atrelados ao do governador também deverão receber o aumento, gerando despesas extra de R$ 54 milhões por ano aos cofres públicos.

Imperador do Rio

Para o deputado estadual Paulo Ramos (PDT-RJ), a ampla maioria da bancada governista tem na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) transformou a Casa numa sucursal do Palácio Guanabara. "Ele não deveria se considerar governador, e sim imperador. Ele tem total controle sobre o legislativo. Tanto que temos tentado instalar várias CPIs, elas simplesmente são recusadas", reclamou o parlamentar.
E AÍ, CABRAL!!!?? Rocinha tem aumento de assaltos após ocupação, admite Bope
Onda de crimes preocupa comerciantes que já sentem saudades dos traficantes
R7.com

RIO - Um mês após a ocupação da Rocinha, na zona sul do Rio, o aumento na ocorrência de assaltos preocupa comerciantes da favela, que participaram de uma reunião na manhã desta quinta-feira (15) com o comandante do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), Renê Alonso, para tratar do tema. Sem citar números, Alonso disse que as ocorrências registradas na Delegacia da Gávea (15ª DP) de fato aumentaram desde então.

Na noite de segunda-feira (12) uma loja de eletrodomésticos foi assaltada por oito homens armados, que renderam todos os funcionários e levaram produtos do estoque e equipamentos eletrônicos. Um dia depois, um mercado na estrada da Gávea também foi roubado.

O proprietário do mercado não registrou a ocorrência na delegacia, mas o crime chegou ao conhecimento da corporação após testemunhas chamarem policiais militares que estavam no entorno da comunidade. O criminoso levou o dinheiro do caixa e fugiu a pé por vielas da favela.

Medo de assaltos aumenta com chegada do Natal

Um comerciante, que preferiu não se identificar, contou que ainda há criminosos dentro da comunidade e que, em sua opinião, nunca serão presos porque não têm passagem na polícia. Sem o tráfico, ele diz acreditar que haverá uma migração para outros tipos de crime.

- Com as bocas de fumo reduzidas e eles escondidos no meio da população, esse mês será crítico, vão aumentar os assaltos.
Além disso, segundo João Dárcio, proprietário de um mercado e um açougue, todos os donos de estabelecimentos estão ainda mais inseguros com a aproximação das vendas natalinas, período em que os negócios em dinheiro aumentam dadas as características do comércio local, que quase não aceita pagamentos em cartão.

- A gente quer que o efetivo aumente de verdade, não vemos muitos policias dentro das vielas da comunidade. Como o final de semana do Natal o banco não funciona, estamos com medo que algo possa acontecer porque não teremos como depositar o dinheiro e é ruim guardar no comércio ou dentro de casa.

Para evitar novas ocorrências, o comandante do Bope diz ainda que não basta apenas aumentar o efetivo policial, mas também é preciso que a população tenha alguns cuidados para se proteger, como acontece em outras regiões da cidade.

- Os comerciantes precisam instalar equipamentos que melhorem a segurança, isso não é um gasto, é um investimento. Também é preciso ficar atento ao movimento dentro das lojas. Não há segurança púbica sem a participação da população.
E AÍ, CABRAL!!! Assaltos não aconteciam na Rocinha com tráfico, dizem moradores
População reclama do aumento de roubos e brigas na comunidade, após fim da ‘Lei do crime’. ‘Está chegando ao ponto em que não pode mais deixar a casa só’
Último Segundo


RIO - A ocupação da Rocinha pela polícia, em novembro, está tendo como “efeitos colaterais” uma percepção da população de um surto de assaltos a estabelecimentos, furtos, brigas e até estupro, crimes que antes não aconteciam na comunidade por conta da “lei” informal do tráfico.

Os traficantes proibiam qualquer tipo de crime, para evitar atrair policiais e atrapalhar a venda de drogas: a punição variava de espancamentos a tiros na mão ou até a morte, em casos de reincidência, delação ou estupro. O iG já havia mostrado em reportagem que, com a saída do tráfico, haviam caído as vendas de bebidas e voltado as brigas de bar.

Os exemplos mais claros dessa mudança pós-ocupação foram os assaltos à loja Ricardo Eletro, nesta segunda-feira (12), e ao mercadinho do Nilão, esta quarta (14). Outro mercadinho teria sido assaltado no Largo do Boiadeiro, esta manhã, mas o iG não confirmou a informação. À tarde, com o aumento da sensação de insegurança, já havia rumores de que uma unidade do banco Bradesco no local também teria sido roubada, o que não ocorreu. É nítida na população uma sensação de frustração.

"Nunca fomos roubados antes, nem uma roupa no varal"

“Isso (assaltos) nunca aconteceria antes. Não tinha um negocinho deste tamanho que acontecesse, agora é toda hora. A comunidade não está gostando disso. Vivíamos com o poder paralelo, mas nunca teve esse tipo de bagunça: roubam uma loja aqui, outra ali... Eu deixava a porta aberta e hoje não posso mais. Não estamos acostumados. Nunca fomos roubados, nem uma roupa no varal, agora temos medo até de deixar a janela aberta. A comunidade não está entendendo”, afirmou Tatiana Araújo, que trabalha com programas sociais na Rocinha.

Dois homens que trabalham e moram na comunidade confirmaram essa impressão. “De jeito nenhum isso (assalto) aconteceria (com o tráfico). Não podia furtar, fazer nada, nem briga. Não tinha nada mesmo de bagunça, nunca, até estranhei. Tinha um respeito, era natural. Parava até carro-forte e nada acontecia. Mas agora...”, afirmou um rapaz. “Vai cair na conta do Bope, pega mal. A segurança não é deles?”, questionou um colega.

Todas as demais pessoas ouvidas pela reportagem expressaram essa ideia comum de que os assaltos, raros no tempo do domínio do tráfico, chegaram à Rocinha.

"Moro aqui há 45 anos e os mercadinhos nunca foram assaltados"

“Está chegando ao ponto em que não pode mais deixar a casa só. Tem gente pensando em não viajar para não deixar a casa vazia”, afirmou uma mulher, que teve o carro arrombado e os vidros quebrados em um estacionamento privado, no segundo dia de ocupação da polícia – o dono da garagem pagou o prejuízo. “Roubaram tudo, até uma câmera de vídeo. Onde já se viu ser assaltado na Rocinha? Agora está demais”, disse.

“Moro aqui há 45 anos e os mercadinhos nunca foram assaltados. Antes, não tinha isso, não”, afirmou uma senhora.

O mercadinho do Nilão, roubado nesta terça-feira (13) por um homem armado, já se prepara para fazer investimentos em segurança. As câmeras serão trocadas por um equipamento mais moderno, e a administração estuda até a contratação de segurança armada, para impedir novos assaltos. A mulher que estava no caixa no momento do assalto está “traumatizada” e não trabalhou nesta quarta (14).

Para um funcionário do estabelecimento, o ladrão é da Rocinha. Na opinião de uma senhora, são de fora da comunidade. “Você acha que bandido daqui ia fazer isso, se todo comerciante conhece ele?”, perguntou.

Encarte de jornal fala em Rocinha 'segura' após assaltos

Um encarte especial sobre a Rocinha em jornal distribuído nesta quarta-feira, porém, contrastava com o clima da população e causou comentários irônicos. A segunda página da publicação tinha uma reportagem intitulada “Segura, comunidade ‘abre’ seu mercado’”.

“Essa é demais, depois desses assaltos todos! Estava todo mundo rindo disso aqui hoje!”, comentou uma agente comunitária de saúde.