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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Placas de sinalização para Olimpíadas 2016 custam R$ 27 mil cada uma

Você faz ideia de quanto custa cada placa de sinalização para pedestres? No Rio, o preço de cada uma se compara ao de um carro popular zerinho: R$ 27,4 mil. Até o fim do ano, serão espalhadas 500 delas pela cidade — ao todo, serão investidos R$ 13,7 milhões no projeto de instalação dessas placas, que ajudam a preparar a cidade para os turistas que vêm para os Jogos Olímpicos de 2016. (O Dia Online)


— Em qualquer cidade do mundo, onde o dinheiro do contribuinte é respeitado, isso seria um escândalo capaz de abalar qualquer prefeito ou secretário responsável pela área. Mas, aqui no Brasil, nós temos uma realidade muito peculiar em que a autoridade pública comete todo tipo de bandalheira com o dinheiro público e fica por isso mesmo. Não há nenhuma consequência jurídica ou financeira para as autoridades públicas em casos como este. Ou seja, fica o dito pelo não dito! Não acontece nada!  

Prefeito Eduardo Paes, o senhor precisa designar alguém para dar explicações aceitáveis com relação a esse escândalo com o dinheiro do contribuinte. Essa história está muito mal contada! E como tudo no Brasil que está mal contado, envolvendo dinheiro público, tem sacanagem por trás, alguém precisa explicar o que está acontecendo prefeito! Alguém que explique o seguinte: Como é possível gastar R$ 27.000,00 por uma placa de informação turística? Sabendo como o dinheiro público é tratado no Brasil, não é possível que o senhor não sinta-se desconfortável com essa história! Imagine o seguinte prefeito: Quantos problemas o senhor poderia resolver com R$ 13,7 milhões?  

domingo, 25 de março de 2012

ABSURDO: Prefeito Eduardo Paes gasta R$ 360 mil do povo para bancar evento de vinho na França


Coluna do jornal O Dia

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

CARNAVAL 2012: Turistas enfrentam confusão no Píer Mauá e na área do Corcovado

No Cosme Velho, vans pararam em fila dupla e na calçada da estação do trem. Zona total

O Globo

RIO - Na folia de momo, os turistas que visitaram o Rio de Janeiro enfrentaram problemas para conhecer alguns dos pontos turísticos da cidade. No Corcovado, além das filas para comprar ingressos, visitantes foram assediados por vans, que paravam em fila dupla ou em cima das calçadas, no entorno da estação.

Os agentes da Guarda Municipal se limitaram a ficar na Praça São Judas Tadeu e na Rua Cosme Velho. Com pouca fiscalização, os turistas que foram de carro ao Cosme Velho aproveitaram para estacionar nas calçadas das ruas Efigênio de Sales e Smith Vasconcelos. A "organização" da "bandalha" ficava a cargo de flanelinhas.

No Píer Mauá, os turistas que desembarcaram dos cinco transatlânticos ancorados na cidade enfrentaram uma gincana para conseguir sair do Centro. Com as interdições de diversas ruas para obras do projeto Porto Maravilha, os carros alegóricos que deixaram a Marquês de Sapucaí após os desfiles de domingo fecharam o único acesso ao píer, enquanto eram enfileira$na Avenida Rodrigues Alves, em direção à Cidade do Samba.

Com a confusão, táxis, ônibus e vans não puderam encostar para buscar os passageiros. Muitos preferiram voltar aos navios e só sair mais tarde. Foi o que aconteceu $o paulista Eider Bonfim. Apesar das dificuldades, ele estava animado ao deixar o píer no início da tarde para uma volta, antes de ir para a Sapucaí assistir aos desfiles.

— Já vim no Rio outras vezes, mas é a primeira vez no carnaval. Vamos assistir os $no Sambódromo hoje (ontem) à noite — contou ele, que estava acompanhado de mais três pessoas.

Com o trânsito já liberado, um inconveniente bem conhecido dos cariocas nos aeroportos também apareceu perto dos navios: a abordagem de taxistas e motoristas oferecendo passeios e corridas a preço fixo.

A Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) informou, em nota, que a ação de repressão ao estacionamento irregular na orla do Leme ao Recreio dos Bandeirantes resultou em 187 veículos multados e outros oito rebocados.

Matéria originalmente publicada no Globo Online

CARNAVAL NO RIO: Prefeito Eduardo Paes deixa foliões em risco

Cordão da Bola Preta: 2.5 milhões de pessoas e nenhuma ambulância à vista

Jornal do Brasil

RIO - Apesar de já ser considerado o maior carnaval de rua do país - apenas um bloco consegue reunir 2,5 milhões de pessoas, superando o Carnaval nordestino em números (o Galo da Madrugada, maior bloco do Nordeste, atrai cerca de 2 milhões de foliões) -, a tradicional folia de rua do Rio de Janeiro deixa o gigantismo de lado quando se trata de garantir a integridade física de seus participantes.

Uma equipe de reportagem do Jornal do Brasil constatou, durante uma semana inteira de festa, que não havia estrutura como ambulâncias para atendimento médico dos foliões, contrariando o que foi prometido pela Prefeitura do Rio, através do presidente da Riotur, Antônio Pedro Figueira de Mello.

O socorro aos que passavam mal nos blocos acabou ficando por conta da Guarda Municipal, segundo relatos de foliões. Alguns agentes aconselhavam os grupos a embarcarem em ônibus rumo ao hospital da região. No caso dos blocos do Centro, a dica era seguir por conta própria para o Hospital Municipal Souza Aguiar.

Foliões em perigo

No Hospital Municipal Souza Aguiar, Tatiana Marques esperava pela sobrinha, de 11 anos, que havia passado mal e desmaiado no meio do Cordão da Bola Preta, no sábado (17). Tatiana contou que não havia nenhuma possibilidade de socorro nas imediações do Bola Preta e, ao falar com policiais militares, eles disseram que ela deveria tomar um ônibus até o hospital.

"Não tinha socorro no bloco. Tive que ir até o hospital no carro da Guarda Municipal, e isso porque um dos guardas peitou seus colegas para fazer isso", disse. "Ligamos para o Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) e eles disseram que não podiam ajudar. Minha sobrinha desmaiou e teve convulsões. Foi desesperador", relembra Tatiana.

"Quem passa mal se vira"

"Ambulância? Atendimento médico? Não, nunca vi. Quem passa mal geralmente se vira por conta própria. Mas isso deve ser cobrado da Prefeitura, não cabe aos blocos", destacou a representante de alguns dos maiores blocos como Simpatia é Quase Amor (Ipanema), Suvaco do Cristo (Jardim Botânico), Bloco das Carmelitas (Santa Teresa) e Escravos da Mauá (Centro).

Assessora e foliã do Cordão da Bola Preta, Márcia Rosário afirma que também não notou a presença de atendimento durante o desfile do último fim de semana: "Não vi nenhuma ambulância, mas a Prefeitura sabia que a nossa estimativa de público era de mais de 2,5 milhões de pessoas. Ou seja, deveria ter se planejado", afirmou.

Matéria originalmente publicada no Jornal do Brasil