sábado, 26 de novembro de 2011

Fraude no Detran: sobrinho LADRÃO de presidente da Alerj se entrega
O Dia Online

RIO - Um dos líderes da quadrilha que praticava fraudes em postos do Detran, Nildo Sá Ferreira se entregou à polícia. Sobrinho do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Paulo Melo, ele era chefe das duas unidades de vistoria de Araruama, na Região dos Lagos. A mulher do acusado, a certificadora de veículos Luciana Francisca Bronze, está foragida.

Nildo, indicado pelo tio para a chefia do posto, se apresentou na 118ª DP (Araruama) acompanhado do advogado. O acusado está preso na carceragem de Araruama e deve ser transferido para o presídio Ary Franco, em Água Santa, na próxima semana.

A polícia procura agora a mulher dele, responsável por emitir documentos de veículos que não compareciam aos postos de vistoria. Ela assinava os laudos baseados em informações falsas fornecidas por vistoriadores e peritos. O responsável por fiscalizar o processo era Nildo, conhecido como Dida.

A polícia fez buscas em diversos endereços da Região dos Lagos à procura de Luciana e cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do casal, em Saquarema.

Dos 44 mandados de prisão contra integrantes de quadrilhas que agiam em Araruama, São Pedro da Aldeia e Paracambi, 40 foram cumpridos. Além de Luciana, outras três pessoas estão foragidas.
Homem é assassinado com cinco tiros no Complexo da Penha, ocupado há um ano pelo Exército
Sérgio Cabral ainda diz que a região está pacificada e que não há mais bandidos
Extra Online

RIO - Um homem foi assassinado a tiros, por volta das 16h30m desta sexta-feira, no Morro da Caixa d´Água, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio, ocupado há um ano pela Força de Pacificação do Exército. Manuel Paulino da Silva, de 36 anos, foi morto com cinco tiros num beco na parte alta da comunidade.

Após o crime, familiares da vítima desceram com o corpo até um posto de observação da Força de Pacificação, na localidade conhecida como Casa Verde, e pediram socorro aos militares.

Inicialmente, líderes comunitários disseram a policiais da 22ª DP (Penha) e à imprensa que os tiros haviam sido disparados por um militar do Exército, o que foi negado pelo major Leonardo Watson, suboficial de Comunicação Social da Força de Pacificação:

— A perícia da Polícia Civil comprovou que os projéteis são de pistola 45, calibre que a Força de Pacificação não utiliza. Usamos apenas pistolas 9 milímetros.

O caso será investigado pela Divisão de Homicídios (DH).

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

CABRAL FANFARRÃO: Tráfico ataca tropa do Exército no Complexo do Alemão
ABSURDO!!! Rio torra R$ 860 milhões no Maracanã para entregar à iniciativa privada
ESPN.com.br

RIO - O Maracanã está em reformas. Pelo menos algo perto de R$ 900 milhões serão torrados em mais uma remodelação do estádio que viveu várias outras transformações nos últimos anos, a mais recente para os Jogos Pan-americanos de 2007. E como a Secretária de Turismo, Esporte e Lazer do Rio de Janeiro, Márcia Lins, já adiantava em setembro do ano passado neste blog, ele será mesmo entregue a um dono. Sim, o estádio passará por um processo de privatização depois de centenas de milhões de reais oriundos dos impostos serem ali enterrados.

Claro, óbvio, evidente, que o mais razoável seria termos dinheiro privado bancando a reforma, ou pelo menos a maior parte dela. O que estão fazendo com a grana do contribuinte? Praticamente reconstruindo algo caro e grandioso para, depois, deixar alguém explorar e lucrar com a obra paga pela verba pública. Em evento promovido pelos jornais O Globo e Extra, Márcia Lins afirmou: "A concessão será feita até meados do ano que vem, antes mesmo da Copa das Confederações".

As obras, diz a secretária, terminarão em fevereiro de 2013, e vão custar R$ 860 milhões. E mais: antes mesmo de ser entregue para os jogos de futebol, o (ex)Maracanã será cedido à iniciativa privada, que não põe um centavo sequer desse quase meio bilhão de dólares do nosso dinheiro e que sustentam as transformações exigidas pela "Dona" Fifa. "A concessão será feita até meados do ano que vem, antes mesmo da Copa das Confederações", disse ela.

Os argumentos da secretária são frágeis como um castelo de areia. No ano passado, ela tentou justificar a curiosa estratégia, pagar a reforma para depois entregar a terceiros, a particulares. Acreditamos que ele terá sua receita quadriplicada no futuro".

Sim, ela acredita. Eu não, e você? Será que a palavra da secretária é o bastante? Por onde andam as provas concretas, reais, verossímeis, de que esse dinheiro virá? É assim que se deve administrar o dinheiro público? Por que não foi feita uma verdadeira parceria-público-privada, com os interessados bancando a obra ou parte significativa da mesma para depois terem o direito de explorar o estádio?

Querem dar ao antigo templo do futebol o mesmo destino do Engenhão, que consumiu perto de R$ 380 milhões antes do Pan 2007 e foi parar nas mãos do Botafogo por R$ 36 mil mensais. Se fossem prestações fixas e sem juros, em 88 anos (em 2095) o clube devolveria o valor investido na construção. A concessão vai até 2028.

Sim, claro, o Estado também dirá que ao entregar o estádio nas mãos da iniciativa privada irá economizar com a manutenção, que deixará de ser de sua responsabilidade. Foi o mesmo argumento utilizado pelo ex-prefeito César Maia ao repassar o Engenhão ao Botafogo. Em 14 de novembro de 2008, questionado a respeito por este blog, Maia respondeu por e-mail: "O que a prefeitura recebe não é o aluguel, mas o custo que deixa de pagar".

Pena que no Brasil os governantes não tenham que justificar como autorizam uma obra cara com dinheiro dos contribuintes e depois não sabem o que fazer com ela. E para se livrar do prejuízo, entregam ao primeiro que aparece, como se os milhões ali investidos não pertencessem a ninguém, ou seja, não fosse dinheiro que deveria melhorar as condições de vida da sociedade.

Hoje o Botafogo lucra com o Engenhão, em parte em função da interdição do Maracanã, mas lucra. Serão cerca de R$ 7,5 milhões no ano até o final de 2011. Claro que alguém lucrará com o estádio da Copa. Eu e você apenas pagamos a conta. E ainda querem aplausos por isso? Mais eleições virão. Quando votar, pense a respeito.
Charge do Néo


IMPUNIDADE!!! Rio de Sérgio Cabral lidera ranking de inquéritos pendentes e arquivados

Entre abril e novembro, deste ano, o Rio analisou 10,6 mil inquéritos. Destes, 96% foram arquivados

Última Instância

O estado do Rio de Janeiro não irá cumprir a meta 2 da Enasp (Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública) — que prevê a conclusão de todos os inquéritos em aberto e não elucidados até 31 de dezembro de 2007. Um levantamento feito pelo CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) revelou que o Rio de Janeiro é o primeiro no ranking com 47,1 mil inquéritos pendentes. De acordo com a meta, o Rio precisa concluir 36,5 mil inquéritos até abril de 2012. Entre abril e novembro, deste ano, o Rio analisou 10,6 mil inquéritos. Destes, 96% foram arquivados.

A Enasp foi criada em 2010, por ato conjunto do Ministro da Justiça, do presidente do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e do CNMP. A meta 2, estabelecida pelo Grupo de Persecução Penal da Enasp, tinha como objetivo zerar os inquéritos não concluídos até dezembro de 2011, porém o prazo foi prorrogado para abril do ano seguinte.

A juíza federal, conselheira do CNMP e coordenadora do Grupo de Persecução Penal da Enasp, Thais Schilling Ferraz, afirma que há um esforço para identificar esses inquéritos e esclarecer o que aconteceu nestes crimes. “Quando não for possível elucidar os casos mais antigos, seja por falta de testemunhas ou provas, também temos dar uma resposta às famílias, mesmo que essa resposta seja o arquivamento do caso”, explica.

Mortes não esclarecidas

Recentemente, um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) questionou os dados de homicídio do Rio de Janeiro. O número de mortes violentas sem causa determinada aumentou nos últimos 5 anos. É o que aponta a pesquisa feita pelo economista Daniel Cerqueira, do Ipea, publicada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Cerqueira analisou o período entre 2000 e 2009 e percebeu que as mortes violentas não esclarecidas subiram no estado, mais do que no restante do país.

Enquanto aumentava o número de mortes não esclarecidas, o ISP (Instituto de Segurança Pública) anunciava a queda significativa das taxas de homicídios no estado.O estudo de Cerqueira põe em dúvida os dados da Secretária de Segurança Pública do Rio, ao não classificar adequadamente as mortes violentas.

Cerqueira usou para sua pesquisa o banco de dados do SIM (Sistema de Informação de Mortalidade) do Ministério da Saúde. “Os dados da Secretária da Saúde são a única base de dados confiáveis. Sabe-se que na maioria dos estados, os dados que vem da polícia não tem consistência”, afirmou.

Segundo os dados divulgados pelo pesquisador, em 2006, para cada 100 mil habitantes, 10 mortes eram registradas. Em 2009, este numero salta para 22, o que significa 3.165 assassinatos não esclarecidos.

Para o economista, como o estado não descobriu como essas pessoas morreram, elas simplesmente não entraram nas estatísticas. O que, segundo ele, prova que o número de homicídios no estado não caiu. No entanto, de acordo com dados oficiais, houve redução de 28,7%; em 2006, foram 7.099 homicídios. Já em 2009, de acordo com o estudo, foram 5.064.

"A estatística de homicídios está subdimencionada. A gente não sabe se isso se deu por um aumento da inoperância do sistema de medicina legal no estado a partir de 2007 ou se é por fraude. Não dá para saber isso olhando os dados estatísticos", completou Daniel Cerqueira.
QUE PAÍS É ESSE!!! Ex-PM acusado de matar menino João Roberto é absolvido
O garoto foi morto, no carro da mãe, por tiros disparados por policiais
O Globo

RIO - Acusado de matar o menino João Roberto Soares, em 2008, o ex-policial militar Elias Gonçalves foi absolvido na noite desta quinta-feira. A decisão foi dada pelo júri popular no 2º Tribunal do Júri do Rio. O ex-policial militar afirmou que fez apenas um disparo para o chão na noite da morte do menino. Elias, que no depoimento disse ser inocente, acusou o outro ex-PM que estava na viatura de ter efetuados os disparos que matou a criança. O crime ocorreu em julho de 2008, quando o garoto estava dentro do carro da mãe, na Rua General Espírito Santo Cardoso, na Tijuca, e foi atingido por tiros disparados pelos policiais. Na época, João Roberto tinha 3 anos. A mãe dele, a advogada Alessandra Amorim Soares, voltava para casa com o menino e o irmão mais novo, Vinícius, então com 9 meses, quando ela parou o carro para dar passagem a um veículo da PM. Os policiais alegaram ter confundido o carro de Alessandra com o de criminosos.

Elias reponde por homicídio qualificado e duas tentativas de homicídio qualificado. Segundo o MP, o discurso dele nesta quinta foi diferente. Durante o depoimento, o ex-PM afirmou ter mentido quando respondeu ao processo administrativo, alegando que foi pressionado pelo outro PM acusado. Elias disse estar “mais à vontade” para falar o que de fato ocorreu e disse que antes “estava com medo”. No primeiro depoimento, segundo o promotor do MP, Elias teria dito que efetuou o disparo na roda do veículo. Já na delegacia, o ex-PM teria afirmado que o disparo foi na direção dos supostos criminosos. Já nesta quinta-feira, ele alegou que atirou em direção ao chão.

Segundo o promotor, os policiais sabiam que o modelo do carro procurado pela policia era um Fiat Stillo. O veículo atingido foi um Palio Weekend. Além disso, o promotor afirmou que o outro ex-PM acusado, o cabo William, ao ser interrogado, disse que efetuou dois disparos. O carro foi atingido por 17 tiros no total.

Antes de Elias, o juiz ouviu a mãe de João Roberto, que afirmou não ter ouvido nenhum disparo antes do fato ocorrido. Em seguida falou o Relações Públicas da PM, Rogério Leitao. Ele afirmou que os PMs deixaram de cumprir alguns princípios.

Em agosto, o Tribunal de Justiça do Rio já havia condenado o estado a pagar uma indenização de R$ 900 mil à família do menino, por danos morais. Pela decisão, a família também será ressarcida das despesas com o funeral, e os pais de João Roberto receberão pensão do estado. Na sentença, a juíza Maria Paula Gouvêa Galhardo, da 4ª Vara da Fazenda Pública do Rio, afirmou que ficou comprovado que a ação dos PMs causou a morte do menino. E lembrou que as próprias autoridades do estado admitiram a culpa dos policiais. Três dias depois da morte do menino, o governador Sérgio Cabral declarou, inclusive, que os dois PMs envolvidos no caso tinham sido expulsos da corporação.

Os dois, Elias Gonçalves e o cabo William de Paula, respondem a uma ação penal no 2º Tribunal do Júri da capital. Em 11 de dezembro de 2008, o cabo William foi condenado a sete meses de detenção, em regime inicial aberto, pelo crime de lesão corporal leve praticado contra a mãe do menino, ferida por estilhaços do vidro do carro, e de seu outro filho Vinícius, que sofreu lesão no ouvido em decorrência do tiroteio. Os jurados entenderam que ele (réu primário) estava cumprindo seu dever legal, sendo, portanto, absolvido do crime de homicídio doloso. Mas o MP recorreu e, em julho de 2009, a 7ª Câmara Criminal anulou a sentença, determinando que o acusado fosse levado a novo julgamento. Os processos dos dois correm em separado.

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‘Saí estarrecido. Quero justiça, mas infelizmente não estou conseguindo’, diz pai do menino João Roberto
A FARSA DA PACIFICAÇÃO: Policias de UPP são alvo de tiros em comunidade da zona norte
Folha.com

RIO - Um carro com policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do morro do São Carlos, na zona norte do Rio, foi alvo de tiros quando passava pelo morro do Querosene, na noite desta quinta-feira (24).
Segundo o capitão Ricardo Alves, comandante da UPP do São Carlos --que engloba o morro do Querosene--, foram disparados ao menos três tiros, mas não se sabe quem atirou.
Os policiais continuam fazendo buscas pelo local nesta sexta-feira, mas ninguém foi preso.
Embora nenhum policial tenha ficado ferido, o registro de agressão foi feito pelos PMs.

ALEMÃO

O soldado Leandro Barros dos Santos foi baleado na noite de quinta (24) durante um patrulhamento no morro da Misericórdia, no Complexo da Alemão. Ele já teve alta do hospital e passa bem.
Santos fazia patrulhamento a pé, com cerca de dez militares, quando o grupo foi surpreendido por ao menos dois homens que atiraram.
A ocupação do Alemão completa nesta semana um ano. O Exército continua responsável pela pacificação do local.
BANDIDOS!!! Chefes da máfia que fraudava vistorias têm ligação com deputados fluminenses
A quadrilha cobrava propina dos motoristas para regularizar veículos sem vistoriá-los

BABACA!!! Desembargador é parado em blitz e dá voz de prisão a PM
Magistrado xingou os policiais que bloquearam sua fuga com uma patrulha
Jornal do Brasil

O desembargador Cairo Italo França ao telefone
RIO - Agentes da Operação Lei Seca, da Secretaria de Estado do Rio de Janeiro, faziam uma blitz na avenida Princesa Isabel, em Copacabana, na madrugada desta sexta-feira, quando abordaram um veículo oficial, que levava o desembargador Cairo Ítalo França David. Após o motorista se negar a fazer o teste do bafômetro, o magistrado desceu do carro e deu voz de prisão a um dos agentes.

De acordo com o governo do Estado, o desembargador alegou que seu veículo não poderia ser fiscalizado por ele ser uma autoridade, antes de dar voz de prisão para um tenente da Polícia Militar que integrava a operação.

O carro do magistrado era dirigido por Tarciso dos Santos Machado, que não quis estacionar na baia de abordagem e parou o veículo no meio da rua. Além de se negar a fazer o teste do bafômetro, ele não quis entregar os documentos do carro.

O magistrado, o motorista e o tenente da PM foram levados para a 13ª DP (Ipanema), onde o caso foi registrado. Os agentes da Operação Lei Seca também foram à delegacia prestar depoimento como testemunhas. Após ouvir os envolvidos, o delegado concluiu que não houve abuso de autoridade por parte dos agentes da operação e liberou o policial.

O veículo do desembargador foi rebocado e o motorista, multado por se recusar fazer o teste do bafômetro e não entregar os documentos.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Coluna Ancelmo Gois - PEGA LADRÃO!!!


Eduardo Paes confirma incompetência e volta a dizer que o Rio terá epidemia de dengue neste verão

Extra Online

RIO - O prefeito Eduardo Paes voltou a afirmar, em entrevista à Rádio CBN, que a epidemia da doença no Rio de Janeiro neste verão é uma realidade. No entanto, ele afirmou que o governo vem se preparado para isso com uma estrutura já montada para atender os casos. Além disso, Paes pediu a ajuda da população para combater o Aedes aegypti.

- O Rio terá uma epidemia de dengue sim. Pode xingar o prefeito e a mãe dele, mas a prevenção é uma tarefa compartilhada entre a prefeitura e a população. Dois terços dos casos da doença são contraídos na própria casa. É óbvio, que os agentes não conseguem visitar todas as casas. O mais importante é que cada um pare dez minutos e elimine os focos em suas casas - alertou o prefeito, anunciado que a partir de dezembro começam a funcionar novos polos de hidratação 24 horas, que vão se somar aos 20 já existentes na cidade.

Matéria originalmente publicada no Extra Online