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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Tiroteios entre policiais e bandidos deixam cinco mortos no Rio

Essa cultura das polícias brasileiras de não levarem em conta a figura do civil é uma coisa absurda. Eles saem mandando bala e não querem nem saber. Policial que se depara com um bandido no meio da multidão de civis inocentes, não pode reagir da mesma forma quando se depara apenas com o bandido sozinho. O policial do Rio ignora a premissa de sua profissão que é a de proteger a vida. A PM ATIRA SEM PENSAR!!! Enquanto um figurão da política brasileira não sofrer as consequências destas ações inconsequentes, NADA VAI MUDAR e as mortes vão continuar acontecendo. Porque segundo a PM, faz parte do risco!!!

Revista VEJA.com

Não estou falando dos policiais bandidos que matam. Estou falando dos policiais de boa índole que matam por acidente de trabalho. Mas se este acidente acontece frequentemente, é notório que há um erro de procedimento nestas ações. Aí, eu te pergunto: Cadê o treinamento desses policiais? Será que estão sendo realmente bem preparados para enfrentar a criminalidade nas ruas do Rio?

Quero me dirigir ao governador Sérgio Cabral, ao secretário de segurança José Mariano Beltrame e dizer o seguinte: Vocês são uns BANANAS!!! É isso mesmo. Vocês são uns BANANAS!!! Se fosse a MÃE desses BANANAS, eu gostaria de saber o que iria acontecer.

O fato é que civis inocentes estão virando adubo todos os dias no Rio. Civil não vale nada. Refém não vale nada. O negócio é mandar bala. Essa lógica irracional e irresponsável tem que acabar na polícia do Rio.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

ELEIÇÕES 2012: Hospital Municipal Lourenço Jorge pede socorro

Esse é o padrão da saúde pública na cidade do Rio de Janeiro. Ausência de médicos, descaso e desrespeito. E aí, Eduardo Paes? Se fosse a sua mãe, tente se imaginar no lugar da família desta senhora. Acho que se o senhor fosse obrigado a utilizar os hospitais municipais, com certeza, a coisa seria diferente.


Uma idosa de 82 anos foi mais uma vítima do descaso com a saúde pública no Rio de Janeiro. Debilitada, com câncer terminal na garganta e necessitando sonda para se alimentar, buscou ajuda no hospital municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, na noite de domingo.

A sonda, ligada ao tubo digestivo, soltou-se e ela ficou impedida de se alimentar. Desesperada, a família foi surpreendida com a informação de que não havia clínico geral para atendê-la.


A ausência de médicos, já corriqueira, não foi o motivo maior da revolta da família. Em uma unidade pública de saúde, a orientação dada foi de "arrume um médico", como se ela ali não estivesse em busca de um.

Não bastasse isto, recomendaram um comprimido de dipirona e que retornasse à sua casa, em Jacarepaguá, pois "ia melhorar".

Sem outra alternativa - ela está entre os 74% da população sem plano de saúde, como constatou o IBGE, em 2008 - a senhora voltou para casa e permaneceu sem ter como se alimentar até a noite de ontem, quando voltaria a um outro hospital na expectativa de encontrar um clínico geral de serviço.

A constatação é óbvia: tão debilitada como a senhora que tem apenas 30 Kg, está a saúde no Rio, principalmente, a saúde pública.

Jornal do Brasil - Coluna Informe JB

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

DESCASO NA SAÚDE: Hospital Municipal Lourenço Jorge não tem cirurgiões

Emergência de hospital na Barra sem cirurgiões. Lourenço Jorge não teve especialistas nos 2 últimos fins de semana. E aí, Eduardo Paes? Dinheiro pra Copa e Olimpíadas não faltam, mas para a saúde do povo!!!

O Dia Online


RIO - O Hospital Municipal Lourenço Jorge, principal emergência da Barra da Tijuca, sofre com falta de cirurgiões. O DIA teve acesso ao livro de ocorrências do hospital que mostra que não houve nenhum cirurgião de plantão na madrugada do dia 17 para o 18. Na noite de Natal, apenas um deles trabalhou. Resolução do Conselho Regional de Medicina (Cremerj) aponta que a unidade precisaria de pelo menos quatro cirurgiões gerais por plantão.

O problema, no entanto, não se resume à cirurgia geral. O Cremerj prevê ainda 2 neurocirurgiões, 1 cirurgião de tórax e outro vascular para cada uma das 7 equipes do hospital. Porém, não há neurocirurgiões e nem especializados em tórax na unidade. Resta apenas 1 cirurgião vascular para todos os plantões.

O presidente do Sindicato dos Médicos, Jorge Darze, classificou a situação como absurda. “É inadmissível um hospital de grande porte próximo a lugares de grandes acidentes automobilísticos, com diversas vítimas de traumatismo craniano, não ter um neurocirurgião e chegar ao ponto de não ter sequer cirurgião geral em um plantão”, disse. Segundo o Corpo de Bombeiros, acidentes de trânsito na região já fizeram 591 vítimas apenas este ano.

Para o presidente da Comissão de Saúde da Câmara dos Vereadores, Carlos Eduardo (PSB), a falta de cirurgiões é fato grave. “Vou entrar em contato com o prefeito Eduardo Paes para cobrar explicações e para não faltar estes especialistas em plantões, como o Ano Novo, quando ocorrem graves acidentes”, garantiu.

Falta de clínico foi comunicada

O Samu, serviço responsável pelas ambulâncias, foi avisado da ausência de cirurgiões no plantão da madrugada dos dias 17 para 18 no Lourenço Jorge. O DIA teve acesso a documento enviado pela chefia do plantão ao Samu para que os pacientes com traumas fossem levados para outras unidades.

“Eles já sabiam que não iria ter médico e não fizeram nada. Em caso de lesão, tempo é fundamental e transferências podem agravar o quadro do paciente”, disse médico que estava no plantão sem cirurgião.

Matéria originalmente publicada no jornal O Dia Online