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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Justiça do Rio tenta livrar a cara do ex-coordenador da Lei Seca acusado de atropelar e matar em Niterói

Segundo testemunhas do acidente, o ex-coordenador da Lei Seca, Alexandre Felipe Vieira Mendes, dirigia embriagado quando matou uma das quatro pessoas que atropelou. Ainda segundo as testemunhas, ele bateu num poste tentando fugir do local.
Qual o argumento de Vossas Excelências para desqualificar o caráter doloso do acidente? Ele foi o coordenador da Lei Seca do município de Niterói. Cansou de dar entrevistas enfatizando a importância de não misturar álcool e direção, chamando a atenção pelo fato disso ser um crime.

Imagem: Reprodução / Portal G1

Portanto, tinha plena consciência do risco resultante de beber e dirigir. Aí, o que ele fez? Encheu a cara e foi dirigir. Ao fazer isso, atropelou e matou. 

Você pode atropelar alguém? Sim. Porque isso pode acontecer com qualquer um de nós. Mas o que define se você é um canalha ou não é, acontece na sequência do acidente. E ele foi um canalha na forma como agiu. Se mandou do local, mobilizou seus cupinchas da prefeitura de Niterói e da Lei Seca para desfazerem evidências na área do acidente.

Isto só não foi possível porque moradores filmaram, fotografaram e impediram que o reboque da Lei Seca levasse o carro. Então senhor desembargador, Cláudio Tavares, está na cara que esse cidadão é um criminoso, ou melhor, agiu como um criminoso.

Rio de Janeiro tem o 5º acidente grave com ônibus em menos de um mês

Um ônibus da linha 435 (Grajaú x Gávea) bateu em um carro e subiu a calçada na esquina das ruas Visconde de Pirajá e Garcia d'Ávila, em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (17), segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio. Às 8h50, o Corpo de Bombeiros informou que quatro pessoas ficaram feridas e foram atendidas no local. (G1)

Imagem: Reprodução / Portal G1

Qual o motivo de mais um acidente com ônibus no Rio de Janeiro? O transporte coletivo sempre foi alvo constante de reclamações. Quer pelo despreparo e má conduta dos profissionais. Quer pela má qualidade da conservação dos veículos, muitos deles com baratas, com sujeira e muito mais. Quer pela falta de manutenção técnica e mecânica. Quer pela ausência de fiscalização.

No caso das vans, a fiscalização é muito mais frequente em cima deles. Mas, não produz resultado porque, provavelmente, esta fiscalização é pra tomar dinheiro. Não é rigorosa pra fazer o serviço ficar melhor. Nos ônibus, a fiscalização parece ocorrer para produzir efeito propagandístico. As empresas de ônibus são pouco multadas e quando são autuadas não as pagam.

A Câmara  dos Vereadores tem uma bancada financiada pelos donos de empresas de ônibus. É um escândalo a influência e a presença dessa gente dentro do poder público do Rio e dos municípios da região metropolitana. Essa é a caixa preta do transporte coletivo que não é nem melhor, nem pior. Mas é igualmente ruim quando comparado ao transporte de massa como barcas, trens e metrô. Enfim, é um horror a qualidade do transporte da população do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A FARRA DAS CONCESSÕES!!! Agetransp não explica acidente com catamarã e tarifa pode aumentar 68%

ALÔ, SECRETÁRIO DE TRANSPORTES JÚLIO LOPES!!! ALÔ, GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL!!! Não é possível que o grau de simpatia com as concessionárias chegue a tanto. ISSO É INACEITÁVEL!!! ESCULHAMBA MAS NÃO ESCULACHA!!!

Reprodução Jornal Extra

RIO - Um dia depois do acidente de segunda-feira, que deixou 65 feridos, as causas da colisão do catamarã social Gávea I contra um píer desativado na Praça Quinze ainda são um mistério. Nem a concessionária Barcas S/A — que arrematou o serviço por cerca de R$ 33 milhões em 1998 e tornou-se detentora do monopólio em 2009 — soube explicar o choque. Apesar dos problemas enfrentados pelos passageiros, a Agência Reguladora de Transportes (Agetransp), responsável pela fiscalização, estuda um aumento de R$ 2,80 para R$ 4,70 na tarifa Rio-Niterói. Leia mais...

Matéria originalmente publicada no Jornal O Globo