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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Moradores acusam Polícia Militar pela morte de trabalhador em Duque de Caxias

O problema não é um 'FATO ISOLADO', como gostam de dizer as autoridades policiais, mas sim a REGULARIDADE com que esses 'FATOS ISOLADOS' acontecem e o fator de risco que está incorporado nas ações da PM. Essas políticas de segurança são implantadas porque a mãe de algum responsável não está presente no local das operações. É preciso mudar a forma de se fazer essas operações de rotina. Cadê o setor de inteligência da PM? Se sempre há mortes de inocentes, eu pergunto: Por que não mudar beltrame? Não é preciso ser nenhum gênio pra fazer isso.

Extra Online

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

DIGA NÃO ÀS DROGAS: Eleitores maconheiros não votam em candidatos oportunistas

O Brasil está cheio de políticos que estão interessados em identificar e satisfazer as necessidades de um nicho de eleitor para usar como plataforma de campanha e angariar votos. 


RIO - O candidato a vereador que baseou a campanha na legalização da maconha viu a aspiração política se dissipar feito fumaça com a abertura das urnas. Trocadilhos à parte, a apuração dos votos revelou a rejeição dos eleitores aos nomes associados à liberação da erva. Com exceção do sociólogo Renato Cinco (PSOL-RJ), eleito para a Câmara Municipal com 12.498 votos, os demais candidatos que apostaram no tema tiveram votação inexpressiva.

Foi o que aconteceu com o petista André Barros, que também disputou uma vaga no Legislativo do Rio, mas obteve apenas 1.823 votos. André é advogado e, assim como Renato, é figura assídua na Marcha da Maconha. Em Rio das Ostras, a candidata Mel Marquer, também do PSOL, conquistou apenas 26 sufrágios. Em Nova Iguaçu, Núbio Revoredo (PV) terminou a apuração com somente 307 votos.

1,5 milhão de consumidores

Se a escolha da bandeira da legalização visava a atrair os votos dos consumidores — 1,5 milhão de pessoas admitiram usar a substância diariamente, de acordo com o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), divulgado em agosto pela Universidade Federal de São Paulo —, a estratégia não deu certo. Em Curitiba, no Paraná, por exemplo, o candidato a vereador Índio (PSL) conseguiu apenas 513 votos, ficando fora da Câmara da cidade.

Matéria originalmente publicada no O Globo Online

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

ELEIÇÕES 2012: Eduardo Paes é o campeão de ilegalidades e denúncias no TRE-RJ

Coincidência ou não, todas as localidades têm grandes áreas dominadas pelo tráfico de drogas ou por milícias


O prefeito Eduardo Paes não lidera apenas as pesquisas de intenção de votos para a prefeitura do Rio. De acordo com um levantamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), o prefeito é o principal alvo de reclamações de eleitores através do Disque-Denúncia Eleitoral, desde o lançamento do serviço, há cerca de dois meses.

O tribunal já acumula 2.660 denúncias vindas de todos os municípios do estado. A grande maioria é sobre a exposição de placas, faixas e adesivos com propaganda irregular. Paes é o candidato mais citado, seguido pelos candidatos a vereador Luiz Antônio Guaraná e Rosa Fernandes, ambos do PMDB e concorrentes na capital. Wagner Bororó, do PSB, fecha a lista.

Ainda segundo o levantamento do TRE-RJ, os casos de propaganda eleitoral irregular são mais frequentes na Zona Oeste e na Leopoldina. Em comum, as duas regiões abrigam muitas comunidades onde a fiscalização praticamente inexiste. Os bairros com mais denúncias são Bangu, Campo Grande, Santa Cruz, Senador Camará, Realengo, Penha, Ramos, Olaria, Bonsucesso e Manguinhos. Coincidência ou não, todas as localidades têm grandes áreas dominadas pelo tráfico de drogas ou por milícias.

Jornal do Brasil - Coluna Informe JB