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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Eleições 2014: Maior colégio eleitoral do país, São Paulo tem nove candidatos ao governo

As eleições não são a oportunidade de mudar a realidade do país. Não é depositando 100% das esperanças no voto, que exercemos a cada 2 anos, que vamos alterar essa realidade no Brasil. Isto porque, as máfias político-partidárias se apropriaram do processo político-eleitoral no país, fazendo das eleições apenas momentos para legitimarem a sua sobrevivência e a sua permanência no poder. O voto no Brasil só serve pra isso e mais nada. (Agência Brasil)

Imagem: Reprodução / Agência Brasil

Não se muda mais o Estado brasileiro por dentro. Não tem como mudá-lo através da relação que os políticos e os partidos possuem com esse Estado, esquece. A única forma de alterarmos essa realidade, é com o crescimento, o adensamento e a radicalização do movimento popular nas ruas. Só ele os fará mudar. Notem, não se trata de um ataque à instituição, à democracia e ao princípio da representação parlamentar. Trata-se de um discurso aplicado à realidade brasileira.

É só olhar o que mudou nas últimas 20 eleições no Brasil. O que mudou? Diminuiu a corrupção e a violência? Melhorou a educação e a saúde? O país viveu 10 anos de absoluta prosperidade na economia. O mundo viveu até 2008 uma década de abundância total. Agora, pergunto o seguinte: A realidade social da população brasileira melhorou na proporção, mínima, se houvesse esse desejo político? Claro, que não! Esses programas sociais do governo são migalhas da riqueza nacional. A população vive numa situação avassaladora de indigência e miséria. É só chover pra gente ver! É só entrar no hospital público pra gente ver! Cadê o médico? Cadê o remédio? Cadê a vaga na escola? Cadê o material escolar? É isso. O país não mudou como deveria ter mudado. Em 30 anos melhoramos o quanto e o quê? Está de bom tamanho? Claro, que não está! Olhe pra dentro do trem, do ônibus, do metrô, da barca e veja se você está sendo tratado com o mínimo de respeito que seu imposto deveria comprar? Claro, que não!

O Estado brasileiro na visão dos políticos e dos partidos, aos quais estão filiados, não representa um instrumento para ajudar a sociedade a se organizar e trilhar um caminho de prosperidade, nunca foi. Para os partidos e para as máfias políticas, o Estado brasileiro representa apenas um duto de dinheiro. Eles não querem o poder porque o poder permite alterar a realidade e conduzir o Estado numa direção diferente, não. Eles nunca quiseram isso. Pergunto a você o seguinte: Em que direção a canalhada política conduz o Estado brasileiro, independentemente, dos partidos que integrem? Em nenhuma. O jogo deles é a mera gestão do cotidiano. É a mesma porcaria.

Os políticos fazem com o Estado brasileiro aquilo que fazem com as prostitutas que, eventualmente, levam em suas viagens oficiais camufladamente. O Estado serve pra eles como coito cotidiano. Os enriquece, enriquece seus sócios, seus parceiros, seus parentes, seus genros, seus filhos, suas amantes e por aí vai. O que Vossas Excelências querem é permanecer no poder através das eleições, só isso. Sabe por quê? Porque é do aparato estatal que brotam, aos milhões, os recursos públicos que servem para alimentar essas máfias que os deixam cada dia mais ricos, ousados e prepotentes.

Neste país, os partidos são sérios antes de chegar ao poder. Enquanto fazem parte da oposição, todos são politicamente corretos. Depois que chegam lá, se acumpliciam com aquelas práticas e com aqueles esquemas corruptos da máquina pública, pecando pela omissão ou pela parceria promíscua. Assim foi com o PT antes de ser governo, e assim será com todos os outros partidos, porque neste modelo político vigente é assim que a banda toca.

É preciso fazer uma quebra na lógica e no ritmo com que as coisas acontecem no Brasil. E essa ruptura só vai acontecer se o povo for às ruas como foi em junho e julho de 2013. O movimento popular precisa radicalizar, sim. E o seu alvo tem que ser o Estado e seus agentes. Por isso, defendo a invasão da Câmara de Vereadores, da Assembléia Legislativa e do Congresso Nacional. Enfim, defendo a tentativa de invasão ordeira de qualquer palácio pelo movimento popular, porque entendo que isso é legítimo e faz parte do jogo democrático.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Eleições 2014: 171 candidatos a governador disputam a preferência do brasileiro

As eleições não são a oportunidade de mudar a realidade do país. Não é depositando 100% das esperanças no voto, que exercemos a cada 2 anos, que vamos alterar essa realidade no Brasil. Isto porque, as máfias político-partidárias se apropriaram do processo político-eleitoral no país, fazendo das eleições apenas momentos para legitimarem a sua sobrevivência e a sua permanência no poder. O voto no Brasil só serve pra isso e mais nada. Não se muda mais o Estado brasileiro por dentro. Não tem como mudá-lo através da relação que os políticos e os partidos possuem com esse Estado, esquece. A única forma de alterarmos essa realidade, é com o crescimento, o adensamento e a radicalização do movimento popular nas ruas. Só ele os fará mudar. Notem, não se trata de um ataque à instituição, à democracia e ao princípio da representação parlamentar. Trata-se de um discurso aplicado à realidade brasileira.

Imagem: Reprodução / Agência Brasil
É só olhar o que mudou nas últimas 20 eleições no Brasil. O que mudou? Diminuiu a corrupção e a violência? Melhorou a educação e a saúde? O país viveu 10 anos de absoluta prosperidade na economia. O mundo viveu até 2008 uma década de abundância total. Agora, pergunto o seguinte: A realidade social da população brasileira melhorou na proporção, mínima, se houvesse esse desejo político? Claro, que não! Esses programas sociais do governo são migalhas da riqueza nacional. A população vive numa situação avassaladora de indigência e miséria. É só chover pra gente ver! É só entrar no hospital público pra gente ver! Cadê o médico? Cadê o remédio? Cadê a vaga na escola? Cadê o material escolar? É isso. O país não mudou como deveria ter mudado. Em 30 anos melhoramos o quanto e o quê? Está de bom tamanho? Claro, que não está! Olhe pra dentro do trem, do ônibus, do metrô, da barca e veja se você está sendo tratado com o mínimo de respeito que seu imposto deveria comprar? Claro, que não!

O Estado brasileiro na visão dos políticos e dos partidos, aos quais estão filiados, não representa um instrumento para ajudar a sociedade a se organizar e trilhar um caminho de prosperidade, nunca foi. Para os partidos e para as máfias políticas, o Estado brasileiro representa apenas um duto de dinheiro. Eles não querem o poder porque o poder permite alterar a realidade e conduzir o Estado numa direção diferente, não. Eles nunca quiseram isso. Pergunto a você o seguinte: Em que direção a canalhada política conduz o Estado brasileiro, independentemente, dos partidos que integrem? Em nenhuma. O jogo deles é a mera gestão do cotidiano. É a mesma porcaria.

Os políticos fazem com o Estado brasileiro aquilo que fazem com as prostitutas que, eventualmente, levam em suas viagens oficiais camufladamente. O Estado serve pra eles como coito cotidiano. Os enriquece, enriquece seus sócios, seus parceiros, seus parentes, seus genros, seus filhos, suas amantes e por aí vai. O que Vossas Excelências querem é permanecer no poder através das eleições, só isso. Sabe por quê? Porque é do aparato estatal que brotam, aos milhões, os recursos públicos que servem para alimentar essas máfias que os deixam cada dia mais ricos, ousados e prepotentes.

Neste país, os partidos são sérios antes de chegar ao poder. Enquanto fazem parte da oposição, todos são politicamente corretos. Depois que chegam lá, se acumpliciam com aquelas práticas e com aqueles esquemas corruptos da máquina pública, pecando pela omissão ou pela parceria promíscua. Assim foi com o PT antes de ser governo, e assim será com todos os outros partidos, porque neste modelo político vigente é assim que a banda toca.

É preciso fazer uma quebra na lógica e no ritmo com que as coisas acontecem no Brasil. E essa ruptura só vai acontecer se o povo for às ruas como foi em junho e julho de 2013. O movimento popular precisa radicalizar, sim. E o seu alvo tem que ser o Estado e seus agentes. Por isso, defendo a invasão da Câmara de Vereadores, da Assembléia Legislativa e do Congresso Nacional. Enfim, defendo a tentativa de invasão ordeira de qualquer palácio pelo movimento popular, porque entendo que isso é legítimo e faz parte do jogo democrático.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

ELEIÇÕES 2012: O modelo político eleitoral brasileiro

As eleições não são a oportunidade de mudar a realidade. O voto é obrigatório para dar números reluzentes ao processo eleitoral brasileiro: "Fulano foi eleito com a maioria dos votos válidos". Agora, pergunto a você o seguinte: O povo votou porque quis? Porque pensou? Porque refletiu? Foi por livre e espontânea vontade? Claro, que não! É preciso acabar com essa palhaçada do voto obrigatório. Nas grandes democracias como França, Inglaterra e EUA a atitude de votar é facultativa. Até na Venezuela do ditador Hugo Chávez é assim, lá o povo venezuelano não é obrigado a votar.

Eleitores são manipulados
O sistema político brasileiro está nas mãos de quadrilhas. O voto obrigatório no Brasil só server para o cidadão eleger, não serve para interferir e mudar nada. Por exemplo, se oito meses depois de eleito for comprovado que o candidato "X" é um corrupto, o povo não tem poder para expulsá-lo do cargo. Só quem pode fazer isso são os seus companheiros de classe, ou melhor, seus comparsas. Rárara!!! Parece brincadeira. Aí, eu te pergunto de novo: Esse sistema merece respeito?

No Brasil, os eleitores não têm o direito de se arrepender das escolhas que fizeram nas urnas, terão que aturar aquele corrupto até o final de seu mandato. É um absurdo!!! Eu quero desvotar, isso faz parte da essência democrática. O poder público pede ao cidadão para fiscalizar os políticos, mas não existe nenhuma lei que possa retirar o candidato eleito de seu cargo por algum desvio de conduta. Parece que as autoridades, entenda-se o Ministério Público, estão passando a sua responsabilidade de fiscalizar para o cidadão. 

As vésperas da eleição o TRE proíbe a venda de bebidas alcoólicas com receio do cidadão encher a cara e não aparecer no dia seguinte para votar. Eles espalham lendas aos eleitores mais humildes dizendo que se eles não votarem perderão o direito de se aposentar, entre outras canalhices de mesmo gênero. Enfim, fazem de tudo, são capazes de utilizar os artifícios mais imorais possíveis para que o cidadão não deixe de comparecer às urnas. E acredite, essa bandalheira é assim em todo país.

A verdade é que não exercemos a cidadania no Brasil votando, somos apenas votantes, não participamos de nada. Temos apenas o direito de exercer a nossa votatania. E outra, neste país todos os partidos são sérios antes de chegar ao poder, enquanto fazem parte da oposição todos são politicamente corretos, depois que chegam lá, se acumpliciam com aquelas práticas, com aqueles esquemas e tal. Pecam por omissão ou pela parceria. Assim foi com o PT antes de ser governo e assim será com todos os outros, porque neste modelo político vigente é assim que a banda toca.

O modelo político brasileiro não corresponde aos direitos e anseios do povo. Eu não quero avançar, eu quero chegar, eu não quero progredir num ritmo que a política quer me impor nesse processo eleitoral de quinta categoria. As eleições não mudam a realidade, apenas legitimam o atual processo.

Reforma do modelo político eleitoral brasileiro já!!!

domingo, 7 de outubro de 2012

ELEIÇÕES 2012: Pobreza mental do Rio dará novo mandato a Eduardo Paes com 57% das intenções de voto, diz pesquisa

Candidato da Rede Globo seria reeleito em primeiro turno. É lamentável que não haja segundo turno em um município que tem Marcelo Freixo na disputa. Um deputado que presidiu a CPI das Milícias na qual foi ameaçado de morte pelas mesmas.


Uma nova pesquisa de intenção de voto sobre a disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro, encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, foi divulgada nesta quinta-feira e aponta que o candidato Eduardo Paes (PMDB) subiu de 55% para 57%, seguido por Marcelo Freixo (PSol), que passou de 19% para 20% das intenções de voto. Com estes números, o atual prefeito seria reeleito ainda no primeiro turno.

Atrás de Paes e Freixo na pesquisa estimulada vêm Otávio Leite (PSDB), com 3%; Rodrigo Maia (DEM), com 2%;Aspásia (PV), que tem 2%; Cyro Garcia (PSTU), com 1%, e Fernando Siqueira (PPL) e Antonio Carlos (PCO), com 0%. Brancos e nulos somam 8% e indecisos, 6%. Nos votos válidos, a diferença em favor de Paes é ainda maior: ele aparece com 66% das intenções de voto, segundo o Datafolha, seguido por Freixo (24%), Maia (3%), Leite (3%), Aspásia (2%), Cyro Garcia (1%) e Fernando Siqueira e Antonio Carlos, com 0%.

Segundo turno

A pesquisa foi realizada nos dias 2 e 3 de outubro e foram entrevistados 1.503 eleitores, sendo que a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), sob o número RJ-00208/2012.

Matéria originalmente publicada no Terra Notícias

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

ELEIÇÕES 2012: Procurador eleitoral considera ameaça de Eduardo Paes lamentável

Se o candidato peemedebista foi capaz de intimidar e ameaçar um procurador, imagine o que ele fará quando for questionado por um cidadão comum, caso seja reeleito.


RIO - O procurador regional eleitoral Maurício da Rocha Ribeiro criticou as ameaças feitas pelo prefeito Eduardo Paes e disse que está sujeito a críticas tanto da sociedade quanto de políticos, mas que não tolera a tentativa de intimidação de um membro do Ministério Público.

— Acho lamentável que o prefeito ameace um agente público no exercício das suas atribuições legais e constitucionais porque a função maior do Ministério Público Eleitoral é de coibir, eventualmente, os abusos ocorridos em campanha. Nada mais estou fazendo do que tentando trabalhar. Não posso temer o fato de estar trabalhando — afirmou Ribeiro.

De acordo com o procurador eleitoral, o prefeito tem o direito de prometer aumento de salário em um evento de campanha. Para ele, é facultativo a qualquer candidato expor suas ideias ou propostas neste período, “por mais que não possa ser cumprida”. Contudo, afirma o procurador, houve conduta imprópria da assessoria de comunicação da prefeitura que anunciou uma promessa de um candidato em um meio de informação entre a imprensa e a prefeitura. Pela legislação eleitoral, qualquer aumento a um agente público fica proibido de abril até o final de dezembro nos anos eleitorais.

Matéria originalmente publicada no O Globo Online

ELEIÇÕES 2012: Eduardo Paes ameaça denunciar procurador eleitoral

Nas eleições municipais do Rio de Janeiro, candidato do PMDB pode tudo e TRE faz vista grossa


RIO e LONDRES - O prefeito Eduardo Paes (PMDB), que tenta a reeleição, ameaçou denunciar o procurador regional eleitoral, Maurício da Rocha Ribeiro, ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) por causa das constantes críticas feitas pela Promotoria à postura do mandatário carioca nestas eleições. Em Londres, onde participa, nesta sexta-feira, da abertura dos Jogos Olímpicos, Paes chamou o procurador de “atabalhoado” e com julgamento “equivocado”.

— O procurador se manifestou mais uma vez de forma atabalhoada. Ele precisa ser mais imparcial nesta campanha eleitoral. É a quarta vez que se manifesta equivocadamente. Antes, tivemos episódios como as críticas do procurador porque eu, na condição de prefeito, recebi o Seedorf no Palácio da Cidade e visitei o Bairro Carioca com a presidente Dilma. Se isso continuar, vou encaminhar uma representação ao Conselho Nacional do Ministério Público — atacou Paes.

Matéria originalmente publicada no O Globo Online

ELEIÇÕES 2012: Eduardo Paes é o campeão de ilegalidades e denúncias no TRE-RJ

Coincidência ou não, todas as localidades têm grandes áreas dominadas pelo tráfico de drogas ou por milícias


O prefeito Eduardo Paes não lidera apenas as pesquisas de intenção de votos para a prefeitura do Rio. De acordo com um levantamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), o prefeito é o principal alvo de reclamações de eleitores através do Disque-Denúncia Eleitoral, desde o lançamento do serviço, há cerca de dois meses.

O tribunal já acumula 2.660 denúncias vindas de todos os municípios do estado. A grande maioria é sobre a exposição de placas, faixas e adesivos com propaganda irregular. Paes é o candidato mais citado, seguido pelos candidatos a vereador Luiz Antônio Guaraná e Rosa Fernandes, ambos do PMDB e concorrentes na capital. Wagner Bororó, do PSB, fecha a lista.

Ainda segundo o levantamento do TRE-RJ, os casos de propaganda eleitoral irregular são mais frequentes na Zona Oeste e na Leopoldina. Em comum, as duas regiões abrigam muitas comunidades onde a fiscalização praticamente inexiste. Os bairros com mais denúncias são Bangu, Campo Grande, Santa Cruz, Senador Camará, Realengo, Penha, Ramos, Olaria, Bonsucesso e Manguinhos. Coincidência ou não, todas as localidades têm grandes áreas dominadas pelo tráfico de drogas ou por milícias.

Jornal do Brasil - Coluna Informe JB