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domingo, 21 de junho de 2015

Casos de dengue sobem mais de 200% em São Paulo

Isso pode parecer um problema só de São Paulo, mas não é. Isto é a demonstração de que as cidades brasileiras, especialmente as grandes cidades, estão completamente abandonadas e entregues à própria sorte pelo Estado. O que isso significa? Significa que a interferência do ente público, aquele ao qual pagamos impostos, aquele que elegemos, aqueles que remuneramos, aqueles que mantemos em seus empregos públicos para cuidar das cidades e de nós... Essa estrutura gigantesca e onerosa não funciona no Brasil. A coisa pública no Brasil simplesmente não funciona! Tudo que está nas mãos do Estado brasileiro é um desastre, é uma porcaria!

Imagem: Reprodução/ISTO É Independente
É claro que o combate à dengue é algo que passa muito por nós, muito por nós. Passa por nossa casa, por nosso quintal, por nossa calçada, pelo terreno ao lado da nossa casa, pela ação entre vizinhos etc e tal. Mas, para por aí. Colocada a responsabilidade do cidadão como algo fundamental nesse processo, faço a seguinte pergunta: O que cabe ao Estado? O que cabe ao poder público no processo de combate à dengue? Cabe muito!

Cabe às autoridades fazer ações gerais de educação, de fiscalização e de prevenção em áreas onde a população não pode resolver o problema. Áreas como, por exemplo, lixões, terrenos baldios e casas abandonadas. Mas, infelizmente, os governantes não fazem. Simplesmente não fazem! É um absurdo que São Paulo, o Estado mais rico do país, seja alvo de uma epidemia de dengue em pleno século XXI. É um inferno viver no Brasil com esses governantes, com esse Estado e com esse aparato público caro, corrupto e ineficiente. Falta tudo, falta políticas de prevenção e de fiscalização, falta fraude geriátrica em hospital e farmácias populares, falta remédio para rejeição de órgão transplantado em postos de saúde, falta roupa cirúrgica e materiais básicos como gaze, atadura, agulhas descartáveis e até papel higiênico. Quando chove tem inundações e deslizamentos de terra. Quando não chove tem falta d’água, crise hídrica e por aí vai. Vou repetir o que sempre digo aqui: O Estado brasileiro é o maior inimigo da sociedade.

Aparelho de raio-X comprado há 2 anos ainda está na caixa em lavanderia de hospital em SP

Enquanto as filas de espera por exames aumentam a cada dia na cidade de São Paulo, dois hospitais de grande porte mantêm caros aparelhos de tomografia e raio-X guardados, sem uso. No Hospital Infantil Darcy Vargas, um equipamento de raio-X de alta tecnologia está armazenado na lavanderia do hospital há quase dois anos, sem nem ter sido retirado da caixa. A máquina avaliada em R$ 1 milhão está exposta a variações de temperatura e a depreciação tecnológica. As informações são do SBT. (UOL Notícias)


— O grande negócio da corrupção no Brasil está no momento da compra. A grana rola quando você compra o equipamento, quando você contrata o serviço, quando você faz a obra. Aí, rola a grana! Como ninguém tem compromisso com porcaria nenhuma no Estado brasileiro, exceto com a roubalheira, dá nisso! Você compra uma resonância magnética para o hospital “X”, ela vai pro porão. Você compra um raio-X para o hospital “Y”, ele vai pra lavanderia. Você compra ambulâncias para unidades de saúde, elas vão pro depósito. Você constrói um teleférico, ele fica parado.

— Ah, mas por que construíram o teleférico então?
— Porque se não construíssem não teriam o pretexto para levar a grana do empreiteiro, a comissa, o por fora, a grana de campanha.
— Ah, mas isso só acontece em São Paulo?
— Não. É no Brasil inteiro!
— Isso é resultado da má gestão de um único partido?
— Não. Isso faz parte da cultura incompetente de todos os partidos. Isso faz parte da cultura do PT, PMDB, PSDB, PSB, DEM, PTB, PDT, PR, PC do B,... São todos!

O Estado brasileiro está tomado pela corrupção, ele está nas mãos de quadrilhas partidárias. Os partidos políticos tomaram o Estado brasileiro de assalto, nada se faz dentro dele que não seja do interesse dos políticos e de seus partidos. Ladrões, corruptos que só pensam em dinheiro para alimentar o jogo político e pra si próprios. As encomendas, as compras, os projetos,... tudo caminha em função desse tipo de interesse, desse tipo de jogo. Esta é a demonstração de que as cidades brasileiras, especialmente as grandes cidades, estão completamente abandonadas e entregues à própria sorte pelo Estado.

— O que isso significa?
— Significa que a interferência do ente público, aquele ao qual pagamos impostos, aquele que elegemos, aqueles que remuneramos, aqueles que mantemos em seus empregos públicos para cuidar das cidades e de nós... Essa estrutura gigantesca e onerosa não funciona no Brasil. A coisa pública no Brasil simplesmente não funciona! Tudo que está nas mãos do Estado brasileiro é um desastre, é uma porcaria!

domingo, 15 de março de 2015

Em ato pró-Dilma, equipe da TV Globo é hostilizada por manifestantes em São Paulo

Uma equipe da Globo foi hostilizada por manifestantes durante a realização do ato pró-Dilma Rousseff, em São Paulo. O vídeo foi publicado no YouTube e já contabiliza quase 10 mil visualizações. Sob os gritos de "O povo não é bobo, abaixa a Rede Globo", o repórter da emissora José Roberto Burnier caminha, constrangido, e se distancia do grupo. (Midiacon News)

Imagem: Reprodução/Midiacon News

— A imagem da Rede Globo é uma imagem antipatizada pela população. E não é porque a população é perversa, é inconsciente, é mal informada etc e tal. É uma bobagem a gente achar isso. A população tem a imagem da Rede Globo que foi construída pela própria Rede Globo, ao fazer coberturas jornalísticas tendenciosas a favor do governo e contra os interesses da população. É isso que acontece com uma emissora que mais apoia do que critica o Estado e seus governantes, não só em São Paulo, mas em todo país.

O representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, André Borges, defende a atitude dos manifestantes que hostilizaram e expulsaram a equipe da Globo: "Eles têm o direito a se manifestar contra a mídia. A mídia mente. Ela também precisa fazer uma autocrítica, a revolta é contra o sistema", afirmou. "Eles não podem agredir, mas podem expulsar, sim", acrescentou.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Rodízio em São Paulo pode chegar a 5 dias sem água por semana

A população brasileira ainda não dimensionou o tamanho do problema que isso pode representar em nossas vidas pela eventual falta de água. Escolas terão aulas suspensas, indústrias terão a produção interrompida, desemprego e por aí vai. O ser humano já viveu sem luz e energia elétrica, mas nenhuma espécie conseguiu sobreviver sem água. Claro que nós não viveremos um quadro que nos cerceará água para a sobrevivência, mas para o nosso modelo de vida sim. A Sabesp, empresa pública que cuida do fornecimento de água da maior região metropolitana do país, informou que o racionamento acontecerá da seguinte forma: Cinco dias sem água por semana.

Imagem: Reprodução / Folha de S.Paulo

A primeira providência é perguntar ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) se ele e sua família vão tomar banho todos os dias. Duvido que o governador, representante da casta do processo, se privará do seu banho diário. O fato é que, os políticos brasileiros nunca se preocuparam com o problema da falta de água em momento nenhum. Sempre contaram com designo divino de que, a cada verão, choveria o suficiente nos lugares certos para repor as perdas do inverno e da estiagem nos reservatórios. Por causa disso, hoje não há reservatórios conectados e, muito menos, bacias hidrográficas conectadas. Um país que se orgulha de ser o maior reservatório de água doce do mundo, está vivendo a possibilidade de ficar cinco dias sem água por semana na maior cidade do país. Cinco das dez maiores regiões metropolitanas do Brasil estão neste mesmo quadro.

Os governantes brasileiros não deram a exata dimensão do potencial de convulsões sociais que o problema da falta de água pode causar, caso venha a se tornar o que parece que vai se tornar. A imagem acima publicada no jornal Folha de S.Paulo, mostra o governador Geraldo Alckmin (PSDB) sorrindo com o boné da Sabesp comemorando sei lá o que. Está rindo de que Excelência? Está com a Síndrome da Hiena? 

Supondo que Deus continue cuidando do que tem que cuidar, como a miséria e a fome na África, o flagelo humano e religioso do Oriente Médio etc e tal. Aqui, continuará sendo obrigação dos governantes resolver o problema. Água tem e muita, o que não tem é captação e conexão do sistema. Está sobrando água no Sul e em outra regiões do país. Então, podemos dizer que, a falta de água no Brasil é um problema climático agravado pela incompetência e pela irresponsabilidade dos governantes que comandam o Estado brasileiro. Ou seja, um bando de ordinários e vagabundos que cuidam de si, depois dos seus e quando sobra eventualmente algum tempo e paciência cuidam da sociedade, cuidam do cidadão.

São Paulo prevê iniciar rodízio de água até abril

Como é possível que, em pleno século XXI, um país com mais de 200 milhões de habitantes e sendo uma das maiores economias do mundo, esteja discutindo a distribuição regular de água para suas populações. Um problema que os países civilizados já resolveram há mais de um século. Se você chegar na Europa, nos EUA ou em qualquer país latino-americano e dizer que está faltando água nas três maiores capitais do Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo) ninguém vai acreditar.

Imagem: Reprodução / Folha de S.Paulo

Se você falar para qualquer europeu que está faltando água aqui, ele vai dizer: O que houve? Caiu uma bomba? Houve uma catástrofe? Aí, você responde: Não, aqui é esculhambação mesmo. Aqui é incompetência, inapetência, corrupção, desvio de dinheiro público e décadas sem planejamento e investimentos no setor. E hoje, concedem entrevistas alegando que a culpa é do clima. Ora, o clima é apenas aquele que veio expor essas mazelas de responsabilidade dos nossos governantes.

Impostômetro alcança R$ 1,8 trilhão em 2014 e bate novo recorde

O Impostômetro, painel que mostra a soma dos impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros, alcançou R$ 1,8 trilhão, informou a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que criou o painel em 2005. O painel está localizado na Rua Boa Vista, no centro de São Paulo. Ele aponta o valor total de impostos destinados à União, aos estados e aos municípios. (G1)

Imagem: Reprodução / G1

— Os grandes inimigos da sociedade são o Estado brasileiro e seus agentes. Fico impressionado com a eficiência do Estado em arrecadar impostos e a ineficiência, deste mesmo Estado, em prestar um serviço público de qualidade ao cidadão. Pergunto a você ilustre contribuinte, independentemente do seu setor de atividade, o seguinte: O Estado brasileiro está correspondendo, em serviços, a esta bilionária arrecadação de impostos? Claro, que não! Nunca correspondeu. Experimente requerer um documento na Receita Federal pra você ver o inferno que é.

Toda vez que o cidadão demanda por algo que dependa do setor público, ele vai passar por um sufoco maior do que passa o cidadão que demanda pelo mesmo serviço em países onde a sociedade é respeitada, onde o cidadão é respeitado.

Notem, não tenho nada contra a arrecadação de impostos, ela é fundamental e necessária para se investir em saúde, educação, segurança, transporte, habitação, saneamento etc e tal. Mas, cadê os investimentos? Você está sendo tratado com o mínimo de respeito que seu imposto deveria lhe dar? Claro, que não! É só chover pra gente ver! É só entrar no hospital público pra gente ver! Cadê o médico? Cadê o remédio? Cadê a vaga na escola? Cadê o material escolar? Olhe o que é o trem, o ônibus e a barca que você utiliza todos os dias! Está de bom tamanho? Claro, que não está! O Estado brasileiro só quer saber do povo pra duas coisas: Pagar imposto e votar.

Não é verdade que nós tenhamos que aceitar, como um padrão inevitável, essa qualidade de quinta categoria que o Estado impõe aos serviços que nos presta, isto é, quando nos presta. A máquina pública brasileira é uma das mais eficientes do mundo no recolhimento de impostos. O Estado brasileiro é rico, ele arrecada uma barbaridade de dinheiro em impostos. Mas o gasto, a gestão e a utilização do dinheiro público é esse que nós vemos todos os dias no noticiário: É o Itamaraty gastando R$ 460 mil com flores; É a Roseana Sarney gastando milhões de reais com camarão e lagosta; É o Renan Calheiros pegando jato da FAB pra fazer implante de cabelo; É o Senado fazendo compra de passagens aéreas muito acima do preço de mercado e por aí vai. É UM SURURU NA ZONA!!!

O Estado brasileiro é um lixo que funciona apenas em função dos seus próprios interesses e de seus controladores: OS POLÍTICOS. Só serve pra isso. É um  pavão formoso com os pés enfiados na lama.

"Viva o Brasil", minha gente!

ÁGUA: Estiagem do Sudeste pode estar relacionada à atividade solar

O período de estiagem que aflige a região Sudeste do Brasil podem estar relacionado a ciclos solares. É o que diz o pesquisador Hilton Silveira Pinto, coordenador do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Universidade de Campinas. (Revista Época)

Imagem: Reprodução / Revista Época

— De fato, a escassez de chuvas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e em outras regiões do país é muito grave. O Rio Paraíba do Sul, o mais importante da região sudeste, está com apenas 2% de sua vazão. Umas das nascentes do Rio São Francisco já secou. 

O problema pode até ser nacional, mas a falta de água na torneira da sua casa não tem nada a ver com isso. Não tem nada a ver com o aumento da temperatura planetária, não tem nada a ver com a devastação desenfreada da Amazônia. A falta de água tem a ver com a irresponsabilidade dos nossos governantes que, durante décadas, não fizeram investimentos de prevenção e regulação do fornecimento de água para a população de seus Estados em caso de escassez de chuvas.

Vejam que, apesar da escassez de chuvas no país, o índice pluviométrico do Estado de São Paulo é de 1.400 milímetros por ano. Na Arábia Saudita, o índice pluviométrico é de 80 milímetros por ano e lá não está faltando água. O índice pluviométrico do Egito é de 30 milímetros por ano e não há nenhum registro de desabastecimento de água no Cairo.

Então, a falta de água no Brasil é um problema climático agravado pela incompetência e pela irresponsabilidade dos governantes que comandam o Estado brasileiro. Ou seja, um bando de ordinários e vagabundos que cuidam de si, depois dos seus e quando sobra eventualmente algum tempo e paciência cuidam da sociedade, cuidam do cidadão.

sábado, 11 de outubro de 2014

Equipe da Rede Globo é ameaçada e expulsa por ambulantes em São Paulo

Uma equipe da TV Globo se envolveu em um princípio de confusão com ambulantes enquanto fazia uma reportagem sobre o comércio no bairro do Brás, região central de São Paulo. A repórter Jaqueline Brasil, um cinegrafista, um assistente e um produtor conversavam com algumas pessoas, mas precisaram sair rapidamente do local. "Fomos fazer a reportagem e, em algum momento, ficaram bastante exaltados, nos ameaçaram e nós tivemos que sair rapidamente", afirmou a repórter. A equipe fez a entrada ao vivo em uma outra rua, a cerca de 300 metros do local em que ficam os ambulantes. (UOL Notícias)

Imagem: Reprodução / UOL Notícias

— A imagem da Rede Globo é uma imagem antipatizada pela população. E não é porque a população é perversa, é inconsciente, é mal informada etc e tal. É uma bobagem a gente achar isso. A população tem a imagem da Rede Globo que foi construída pela própria Rede Globo, ao fazer coberturas jornalísticas tendenciosas a favor do governo e contra os interesses da população. É isso que acontece com uma emissora que mais apoia do que critica o Estado e seus governantes, não só em São Paulo, mas em todo país.

O representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, André Borges, defende a atitude dos ambulantes, que quase agrediram a equipe da Globo: "Eles têm o direito a se manifestar contra a mídia. A mídia mente. Ela também precisa fazer uma autocrítica, a revolta é contra o sistema", afirmou. "Eles não podem agredir, mas podem expulsar, sim", acrescentou.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Eleições 2014: Maior colégio eleitoral do país, São Paulo tem nove candidatos ao governo

As eleições não são a oportunidade de mudar a realidade do país. Não é depositando 100% das esperanças no voto, que exercemos a cada 2 anos, que vamos alterar essa realidade no Brasil. Isto porque, as máfias político-partidárias se apropriaram do processo político-eleitoral no país, fazendo das eleições apenas momentos para legitimarem a sua sobrevivência e a sua permanência no poder. O voto no Brasil só serve pra isso e mais nada. (Agência Brasil)

Imagem: Reprodução / Agência Brasil

Não se muda mais o Estado brasileiro por dentro. Não tem como mudá-lo através da relação que os políticos e os partidos possuem com esse Estado, esquece. A única forma de alterarmos essa realidade, é com o crescimento, o adensamento e a radicalização do movimento popular nas ruas. Só ele os fará mudar. Notem, não se trata de um ataque à instituição, à democracia e ao princípio da representação parlamentar. Trata-se de um discurso aplicado à realidade brasileira.

É só olhar o que mudou nas últimas 20 eleições no Brasil. O que mudou? Diminuiu a corrupção e a violência? Melhorou a educação e a saúde? O país viveu 10 anos de absoluta prosperidade na economia. O mundo viveu até 2008 uma década de abundância total. Agora, pergunto o seguinte: A realidade social da população brasileira melhorou na proporção, mínima, se houvesse esse desejo político? Claro, que não! Esses programas sociais do governo são migalhas da riqueza nacional. A população vive numa situação avassaladora de indigência e miséria. É só chover pra gente ver! É só entrar no hospital público pra gente ver! Cadê o médico? Cadê o remédio? Cadê a vaga na escola? Cadê o material escolar? É isso. O país não mudou como deveria ter mudado. Em 30 anos melhoramos o quanto e o quê? Está de bom tamanho? Claro, que não está! Olhe pra dentro do trem, do ônibus, do metrô, da barca e veja se você está sendo tratado com o mínimo de respeito que seu imposto deveria comprar? Claro, que não!

O Estado brasileiro na visão dos políticos e dos partidos, aos quais estão filiados, não representa um instrumento para ajudar a sociedade a se organizar e trilhar um caminho de prosperidade, nunca foi. Para os partidos e para as máfias políticas, o Estado brasileiro representa apenas um duto de dinheiro. Eles não querem o poder porque o poder permite alterar a realidade e conduzir o Estado numa direção diferente, não. Eles nunca quiseram isso. Pergunto a você o seguinte: Em que direção a canalhada política conduz o Estado brasileiro, independentemente, dos partidos que integrem? Em nenhuma. O jogo deles é a mera gestão do cotidiano. É a mesma porcaria.

Os políticos fazem com o Estado brasileiro aquilo que fazem com as prostitutas que, eventualmente, levam em suas viagens oficiais camufladamente. O Estado serve pra eles como coito cotidiano. Os enriquece, enriquece seus sócios, seus parceiros, seus parentes, seus genros, seus filhos, suas amantes e por aí vai. O que Vossas Excelências querem é permanecer no poder através das eleições, só isso. Sabe por quê? Porque é do aparato estatal que brotam, aos milhões, os recursos públicos que servem para alimentar essas máfias que os deixam cada dia mais ricos, ousados e prepotentes.

Neste país, os partidos são sérios antes de chegar ao poder. Enquanto fazem parte da oposição, todos são politicamente corretos. Depois que chegam lá, se acumpliciam com aquelas práticas e com aqueles esquemas corruptos da máquina pública, pecando pela omissão ou pela parceria promíscua. Assim foi com o PT antes de ser governo, e assim será com todos os outros partidos, porque neste modelo político vigente é assim que a banda toca.

É preciso fazer uma quebra na lógica e no ritmo com que as coisas acontecem no Brasil. E essa ruptura só vai acontecer se o povo for às ruas como foi em junho e julho de 2013. O movimento popular precisa radicalizar, sim. E o seu alvo tem que ser o Estado e seus agentes. Por isso, defendo a invasão da Câmara de Vereadores, da Assembléia Legislativa e do Congresso Nacional. Enfim, defendo a tentativa de invasão ordeira de qualquer palácio pelo movimento popular, porque entendo que isso é legítimo e faz parte do jogo democrático.

domingo, 27 de julho de 2014

Deputado Luiz Moura (PT-SP) deixa a pobreza e junta R$ 5,1 milhões em 5 anos

Imerso no tema da reunião da qual participou com suspeitos de integrar o PCC (Primeiro Comando da Capital), o deputado estadual Luiz Moura (PT), em cinco anos, saiu de uma situação de pobreza para ser dono de um patrimônio de R$ 5,1 milhões. Sobre as condenações judiciais que sofreu no Paraná e em Santa Catarina por roubo, ele sustentou que não pode ser punido por crimes pelos quais já foi reabilitado
embora tenha sido condenado a 12 anos de cadeia, e só tenha cumprido um ano e meio, e depois fugido, a Justiça lhe concedeu a reabilitação criminal. (UOL Notícias)

Imagem: Reprodução / UOL Notícias

— Os políticos são os grandes inimigos da sociedade, eles constituem uma quadrilha, numerosíssima, que se apropriou do Estado para ficar nas tetas deste mesmo Estado. Ano após ano, essas figuras públicas ficam roubando, enriquecendo, afrontando e fingindo que são sérios. Todos estão milionários. Passaram a vida no setor público e construíram fortunas impressionantes. No Brasil inteiro temos exemplos assim. É incrível o que os políticos são capazes de fazer em benefício do seu grupo, dos seus sócios ocultos, dos seus financiadores e  por aí vai.

O Estado brasileiro na visão dos políticos e dos partidos, aos quais estão filiados, não representa um instrumento para mudar a realidade e ajudar a sociedade a se organizar. Nunca foi. Para os partidos e para as máfias políticas, o Estado representa apenas um duto de dinheiro. Eles não querem o poder para alterar a realidade do país, o que eles querem, através das eleições, é permanecer no poder. Porque é do aparato estatal que brotam, aos milhões, os recursos públicos que servem para alimentar essas máfias. 

É só olhar o que mudou nas últimas 20 eleições no Brasil. O que mudou? Diminuiu a corrupção e a violência? Melhorou a educação e a saúde? O país viveu 10 anos de absoluta prosperidade na economia. O mundo viveu até 2008 uma década de abundância total. Em contrapartida, a população vive numa situação avassaladora de indigência e miséria. É só chover pra gente ver! É só entrar no hospital público pra gente ver! Cadê o médico? Cadê o remédio? Cadê a vaga na escola? Cadê o material escolar? É isso. O país não mudou como deveria ter mudado. Em 20,30 ou 40 anos melhoramos o quanto e o que? Está de bom tamanho? Claro, que não está! 

A classe política brasileira é a escória da sociedade. A política no Brasil é o sorvedor da escória nacional. Supondo que toda sociedade tivesse a média moral e ética dos políticos brasileiros, ainda sim, ela não enriquece na proporção e na velocidade que os políticos enriquecem. Ou seja, nem isso serve de consolo. Portanto, é uma mentira dizer que a classe política é a representação da média moral da sociedade brasileira. O brasileiro não é como os políticos são, eles são a escória do país.

A única forma de alterar essa realidade, no Brasil, não é depositando 100% das esperanças no voto que exercemos a cada 2 anos. Isto porque, as máfias político-partidárias se apropriaram do processo político-eleitoral no país, fazendo das eleições apenas momentos para legitimarem a sua sobrevivência e a sua permanência no poder. A única forma de alterarmos essa realidade, é com o crescimento, o adensamento e a radicalização do movimento popular nas ruas. Só ele os fará mudar. Notem, não se trata de um ataque à instituição, à democracia e ao princípio da representação parlamentar. Trata-se de um discurso aplicado à realidade brasileira. 

É preciso fazer uma quebra na lógica e no ritmo com que as coisas acontecem no Brasil. E essa ruptura só vai acontecer se o povo for às ruas como foi em junho e julho de 2013. O movimento popular precisa radicalizar, sim. E o seu alvo tem que ser o Estado e seus agentes. Por isso, defendo a invasão da Câmara de Vereadores, da Assembléia Legislativa e do Congresso Nacional. Enfim, defendo a tentativa de invasão ordeira de qualquer palácio pelo movimento popular, porque entendo que isso é legítimo e faz parte do jogo democrático.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Presidente Dilma é hostilizada durante abertura da Copa do Mundo em São Paulo

Xingamentos contra a presidente foram ouvidos em dois momentos antes da partida: após a chegada de Dilma ao estádio e após a execução do hino nacional, já a poucos minutos do início do jogo. No segundo tempo, Dilma foi xingada mais duas vezes. No ano passado, Dilma foi vaiada em rápida aparição no Estádio Nacional Mané Garrincha antes da partida entre Brasil e Japão, na estreia na Copa das Confederações. Dilma não fez discurso durante a abertura. (G1)

Imagem: Reprodução / Portal G1

— Estou convencido de que essas vaias não foram uma ofensa direta à figura institucional da presidente Dilma Rousseff, aquilo foi uma ofensa ao que ela representa como figura mais representativa da política que está sendo praticada no Brasil. Se no lugar dela pusesse qualquer um de seus rivais da corrida eleitoral, muito provavelmente, haveria uma reação hostil. Se aparecesse no telão do estádio os candidatos Aécio Neves e Eduardo Campos, com certeza, haveria uma reação hostil também. Tenho a sensação de que as vaias foram para todo o sistema político e a quem estiver no topo da cadeia alimentar do poder.

Não estou dizendo isso para aliviar a barra da presidente e de seu governo, muito pelo contrário. Como a Dilma representa o topo da hierarquia política, as vaias foram, sim, dirigidas à ela. A ideia de que os políticos são corruptos não é uma exclusividade do governo Dilma. O fato, é que a política no Brasil e o ato de governar neste país são redutos exclusivos da corrupção generalizada em todos os partidos, não só do PT. Os governantes são coniventes, tolerantes e, quase sempre, sócios da corrupção desenfreada no país.

Portanto, não gostamos dos políticos como um todo, não importa de que legenda. Não gostamos dos governantes, não importa em que governo estejam. Não distinguimos o sério do corrupto, porque a corrupção está generalizada, pouco importa qual seja a legenda e a organização política que o governante e o seu governo representam. Ainda digo o seguinte: Governantes, a culpa é de vocês! Vocês fizeram isso da política e do ato de governar! Vocês fizeram com que a política se transformasse nessa coisa irrespirável, odiada e detestada pelo cidadão brasileiro. Agora, arquem com as consequências! É preciso que os senhores se deem conta de que, não podem continuar sendo o que são e fazendo o que fazem. A relação do Estado brasileiro e dos seus agentes com a sociedade têm que mudar.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Vereadores de SP travam votação na Câmara por não terem ingressos para a abertura da Copa do Mundo

“Os ingressos não vieram em número suficiente. Não tem cabimento os líderes irem e seus liderados não irem”, afirmou o presidente da casa José Américo (PT). Ele admitiu ter recebido queixas de vereadores: “Recebi reclamações. Muita reclamação". O dia todo, porém, foi marcado por reclamações indignadas de parlamentares e assessores sem ingresso pelos corredores do Palácio Anchieta. (Estadão)

Imagem: Reprodução / Estadão

— É uma indecência! Eles não têm vergonha! Eles são muito VAGABUNDOS! A classe política brasileira é a escória da sociedade. Salvo raríssimas exceções, a média da qualidade ética, moral e comportamental dos políticos brasileiros é muito inferior à média moral da sociedade brasileira. A política no Brasil é o sorvedor da escória nacional. Esses vereadores de São Paulo são a expressão pura e acabada do que é o político brasileiro. Eles não são um ponto fora da curva, eles são a curva, estão alí para roubar, enriquecer e ficar nas tetas do Estado, usufruindo de suas mordomias e privilégios. Só servem pra isso.

Supondo que toda sociedade tivesse a média moral e ética dos políticos brasileiros, ainda sim, ela não enriquece na proporção e na velocidade que os políticos enriquecem. Ou seja, nem isso serve de consolo. Portanto, é uma mentira dizer que a classe política é a representação da média moral da sociedade brasileira. O brasileiro não é como os políticos são, eles são a escória do país.

Talvez, dentro dos presídios você encontre uma média de valores morais superior à media de valores morais predominante na política brasileira. Basta acompanhar o noticiário que você vai ver, é impressionante o que os políticos são capazes de fazer em benefício do seu grupo, dos seus sócios e dos seus financiadores. Todos estão milionários. Passaram a vida no setor público e construíram fortunas. E mais, diria até que, quanto mais pobre é a região, mais rápido as fortunas se formam. Mas o pior disso tudo é que a gente convive com isso como se fosse algo normal.

Vereadores de SP aprovam projeto que prevê feriado na abertura da Copa do Mundo

Além da confirmação do feriado na abertura da Copa, o projeto aprovado liberou a venda de bebida alcoólica nos estádios da capital, medida acordada entre Governo Federal e a Fifa por ocasião da escolha do país para sede do Mundial. (G1)

Imagem: Reprodução / Portal G1

— As casas parlamentares no Brasil são antros de indecência, de vagabundagem, de roubalheira, de empreguismo e desvios de conduta. Os inimigos reais da sociedade brasileira estão dentro do aparato do Estado. São os políticos, os governantes e os setores que eles tomaram pra si. São os privilégios que têm e seus interesses preservados dentro do Estado pelas máfias político-partidárias, que tomaram este mesmo Estado, há décadas.

A Câmara de Vereadores de São Paulo não é um ponto fora da curva, ela é a curva. Ela, assim como todas as outras espalhadas pelo país, são casas de tolerância que permitem práticas típicas daqueles ambientes que levam esse nome. Possuem regras morais e comportamentais que podem ser apresentadas dessa forma, literariamente falando. Os políticos não são o que eles dizem que são. As instituições que eles tanto defendem são conveniências de momento, valem muito quando servem e não valem nada quando não servem. Fingem que levam isso a sério e, quando querem, mostram o que verdadeiramente são.

É claro que nas casas parlamentares existem exceções. Mas as exceções não são exceções, são álibis. Isto porque, sendo uma minoria, elas legitimam a maioria caracterizada pelos desvios de conduta, já citados anteriormente. Então, na verdade, quem dá a essas casas de tolerância a chancela de serem casas legislativas é a presença de uma minoria séria e honesta nesses ambientes. Logo, não é possível generalizar, temos que relativizar. Essa desigualdade numérica de forças permite que a realidade da maioria se imponha e seja percebida como parte da democracia, quando na verdade, é apenas parte do bacanal do qual compartilham as máfias político-partidárias no país. 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Imprensa faz cobertura tendenciosa a favor do governo sobre as manifestações contra o aumento da passagem de ônibus

A Folha de São Paulo conclamou em seu editorial uma ação mais enérgica da PM para conter o avanço das manifestações na cidade. Com isso, houve uma reação desmedida da polícia militar do governo Geraldo Alckmin (PSDB) contra tudo e contra todos que estavam nas ruas exercendo o seu dever cívico.
  
Imagem: Reprodução / UOL Notícias

Por causa disso, a própria imprensa pagou o pato com o ferimento de repórteres e foi obrigada a mudar o tom da cobertura, especialmente a Folha de São Paulo. Ou seja, a soma da mudança da cobertura da imprensa, mais o argumento verdadeiro dos manifestantes sobre a reação desmedida da polícia, fará com que a próxima manifestação tenha a adesão de mais algumas milhares de pessoas.

Duvido que esse discurso de machão continue na boca do prefeito Fernando Haddad (PT) e do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Eles vão ter que discutir esse negócio do aumento da passagem a partir dessa resistência que está nas ruas.

Portanto, desta vez, ficou claro e explícito que a polícia está completamente despreparada para lidar com os conflitos de rua como as manifestações. Desde o início dos protestos, os manifestantes vêm dizendo que a reação desmedida da polícia tem feito com que as manifestações tomem essa dimensão de quebra-quebra nas ruas. De fato, a polícia militar exagerou e cometeu violência gratuita. Chegou a depredar viaturas para vender a ideia de vandalismo por parte dos manifestantes.