Mostrando postagens com marcador atraso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador atraso. Mostrar todas as postagens

domingo, 21 de junho de 2015

Obra parada complica atendimento no Hospital da PM em Natal, no RN

A população de Natal enfrenta um problema duplo para conseguir atendimento médico: o principal hospital está superlotado e a alternativa é um hospital da Polícia Militar, que passa por uma reforma que não acaba nunca. O problema começou com as obras de reforma e ampliação do hospital. O investimento de R$ 5,5 milhões do governo do estado corresponde a 90% do serviço. Mas há um ano está tudo parado porque a licitação para a climatização ainda não saiu do papel. Enquanto isso, equipamentos comprados pelo Ministério da Saúde e que valem R$ 6 milhões, continuam chegando. Só em uma sala da unidade há cerca de 50 caixas com equipamentos e acessórios hospitalares. Eles chegaram em dezembro do ano passado e a maioria está sem previsão de uso. (G1)

Imagem: Reprodução/G1

— O grande negócio da corrupção no Brasil está no momento da compra. A grana rola quando você faz a obra, quando você compra o equipamento, quando você contrata o serviço. Aí, rola a grana! Como ninguém tem compromisso com porcaria nenhuma no Estado brasileiro, exceto com a roubalheira, dá nisso! Você compra uma resonância magnética para o hospital “X”, ela vai pro porão. Você compra um raio-X para o hospital “Y”, ele vai pra lavanderia. Você compra ambulâncias para unidades de saúde, elas vão pro depósito. Você constrói um teleférico, ele fica parado. 

— Ah, mas por que construíram o teleférico então?
— Porque se não construíssem não teriam o pretexto para levar a grana do empreiteiro, a comissa, o por fora, a grana de campanha.
— Ah, mas isso só acontece em São Paulo?
— Não. É no Brasil inteiro!
— Isso é resultado da má gestão de um único partido?
— Não. Isso faz parte da cultura incompetente de todos os partidos. Isso faz parte da cultura do PT, PMDB, PSDB, PSB, DEM, PTB, PDT, PR, PC do B,... São todos!

O Estado brasileiro está tomado pela corrupção, ele está nas mãos de quadrilhas partidárias. Os partidos políticos tomaram o Estado brasileiro de assalto, nada se faz dentro dele que não seja do interesse dos políticos e de seus partidos. Ladrões, corruptos que só pensam em dinheiro para alimentar o jogo político e pra si próprios. As encomendas, as compras, os projetos,... tudo caminha em função desse tipo de interesse, desse tipo de jogo. Esta é a demonstração de que as cidades brasileiras, especialmente as grandes cidades, estão completamente abandonadas e entregues à própria sorte pelo Estado.

— O que isso significa?
— Significa que a interferência do ente público, aquele ao qual pagamos impostos, aquele que elegemos, aqueles que remuneramos, aqueles que mantemos em seus empregos públicos para cuidar das cidades e de nós... Essa estrutura gigantesca e onerosa não funciona no Brasil. A coisa pública no Brasil simplesmente não funciona! Tudo que está nas mãos do Estado brasileiro é um desastre, é uma porcaria! Esse é o Estado brasileiro! Um Estado ladrão, caro e ineficiente que cuida apenas de si mesmo. Os inimigos reais da sociedade brasileira estão dentro do aparato do Estado. São os políticos, os governantes, os partidos, são os privilégios que têm e os setores que tomaram de assalto pra si há décadas.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Passageiros enfrentam filas e tumultos no Aeroporto Santos Dumond, no Rio

Essa Infraero é uma "POUCA VERGONHA". Vejam se não é uma palhaçada. O Santos Dumont funcionou durante décadas com embarque a pé. Eu até entendo que aumentou a demanda, mas as obras que fizeram no aeroporto não agregaram nenhuma vantagem às que já existia como a proximidade das aeronaves e o fluxo mais ágil dos passageiros. Tinha problema? Sim. Mas não tenho na memória tanto tumulto em aeroporto quanto tem hoje.
Portal G1 / Foto: Reprodução Internet

Esses caras da Infraero não são só INCOMPETENTES, eles são BURROS TAMBÉM. Se você não tem ônibus suficiente para levar os passageiros até os aviões, algum tipo de deslocamento a pé é possível. Deixem que os bípedes façam o que sabem fazer desde os primórdios da espécie. Deixem que eles, orientados pelos guias da companhia, cheguem até o avião. Algum trajeto é possível fazer, tenho certeza que é.

Esses burocratas da Infraero dificultam a vida do cidadão, mudando regras toda hora. Uma hora pode entrar um troço, outra hora não pode. Tem hora que o alicate pode, tem hora que não pode. Tem hora que a coisa apita, tem hora que não apita. Você desce no aeroporto e logo ouve um cara gritando: "TÁXI!, TÁXI! DE BAIXO DA RAMPA!". Isso é medieval.

O sistema aeroportuário brasileiro é uma POUCA VERGONHA. É essa NOJEIRA!!!. E esses burocratas da Infraero ficam posando de autoridades e cheios de não me toques. Ficam ofendidinhos quando você os xinga. Até te processam. São uns IDIOTAS COMPLETOS. Essa tal de Infraero é um lixo. E não é um lixo por causa dos funcionários. É um lixo por causa da gestão, por causa da interferência política, do jogo político em cima dela que fez com que ela se metesse em muita CORRUPÇÃO.

É todo um jogo em que você vê a INEFICIÊNCIA e a BANDALHEIRA do ponto de táxi até dentro do avião. E do avião até o ponto de táxi. Basta usar os aeroportos brasileiros pra você ver o que são. É uma BRINCADEIRA!!!. É uma VERGONHA!!!. É uma coisa HORROROSA!!!. Esse é o padrão do serviço público brasileiro. IMAGINA NA COPA!!!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Greve dos policiais militares: Rio pode ficar sem UPPs em fevereiro. E agora, Sérgio Cabral?

Agentes denunciam atraso no pagamento de gratificações para policiais lotados em UPPs

O movimento grevista dos policiais militares chegou com força às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio de Janeiro. Segundo os agentes, a ordem é cruzar os braços nas 19 comunidades beneficiadas pela pacificação, caso o governo do estado não atenda as reivindicações dos policiais militares.

Gratificações atrasadas

Apesar de a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-RJ) ter anunciado que as gratificações especiais dos policiais lotados em UPPs seriam pagas até o dia 10 de janeiro, os agentes ainda não viram a cor do dinheiro. A Secretaria de Segurança atribui o atraso a um processo de digitação pendente na Polícia Militar, o que não diminui a revolta dos agentes.

Com a palavra

"A gratificação corresponde a uma boa parte do salário e nós planejamos a nossa vida financeira contando com esse dinheiro. Só que ele sempre atrasa. Era para entrar no dia 10, mas entra no dia 20, dia 25. Teve uma vez que ele entrou apenas no mês seguinte. Nós temos família. Isso é inaceitável", reclamou o policial de uma UPP.

Valores

A gratificação reclamada pelos policiais é de R$ 1.000 para os comandantes de UPP, R$ 750 para sub-comandantes e R$ 500 para os demais agentes da unidade.

União

Na semana passada, uma assembleia marcou a união do movimento grevista dos PMs com militares do corpo de bombeiros e agentes da Polícia Civil. A intenção é começar uma greve conjunta das três categorias ainda em fevereiro.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

171: Supervia não paga multa de R$ 100 mil por atraso das composições

Concessionária já disse que vai recorrer para continuar sem pagar. E aí, Julio Lopes?
Jornal Destak

RIO - Após quatro meses recorrendo de multas por atraso de trens, a Supervia foi condenada em R$ 100 mil pela juíza Maria Paula Gouvêa Galhardo, da 4ª Vara de Fazenda Pública, mas também não vai pagar, pelo menos por enquanto.

A concessionária informou que recorrerá da sentença, cujo valor visa a agregar justamente as infrações cometidas e não quitadas.

A Justiça determinou também que os intervalos dos trens não excedam 20 minutos. A juíza considerou insuficientes as 50 vistorias técnicas de manutenção realizadas por mês e disse que os atrasos documentados na ação não foram justificados.

A decisão judicial atende a uma ação da Comissão de Defesa do Consumidor da Alerj, em setembro de 2011, quando ficou estabelecido que a Supervia deveria pagar R$ 20 mil para cada seis atrasos registrados por dia.

A concessionária contestou a liminar concedida.

Matéria originalmente publicada no Jornal Destak