segunda-feira, 19 de março de 2012

ABSURDO: Sérgio Cabral cortará gratificação de policiais e bombeiros aposentados

Capa do jornal O DIA


Rio - Boa parte de 3 mil bombeiros aposentados e pensionistas que haviam conseguido receber na aposentadoria o limite do valor de gratificação que compensa o permanente desgaste físico e psíquico provocado pela elevada tensão emocional inerente à profissão (Gret) começa a sentir no bolso os efeitos de auditoria feita pelo Rio Previdência em seus vencimentos.

Eles terão os benefícios ajustados de acordo com a Lei 279/79, que trata a remuneração de policiais militares e bombeiros. Os próximos serão os PMs aposentados. A perda pode chegar a R$ 600.

ZONA TOTAL: Sérgio Cabral viola a lei e isenta Barcas S/A de pagar ICMS


A cumplicidade das Organizações Globo com o Governo do Rio é tão escancarada, que agora o jornalismo da emissora prateada (jornal O Globo, Globo.com, jornal Extra e Extra Online) resolveu explanar algumas das sujeiras escondidas para fazer média com a opinião pública e não sofrer mais represálias, como as de Copacabana que aconteceram durante a manifestação de bombeiros militares, onde a mesma foi hostilizada e expulsa aos gritos de: "FORA GLOBO". Clique aqui e assista ao vídeo.


RIO - O Ministério Público quer o fim da isenção total do ICMS a concessionária Barcas S/A. A Ação Civil Pública, com pedido de liminar, ajuizada pelo órgão, pede a suspensão do decreto estadual que concedeu a isenção fiscal em março do ano passado. O MP quer apurar uma possível ilegalidade no benefício concedido. A concessionária teria feito o pedido em 2010, alegando que a medida “favoreceria a modicidade da tarifa” e possibilitaria “o reinvestimento do excedente econômicodisponível na melhoria do transporte aquaviário, em prol do interesse público”.

Segundo o MP, a procuradoria do Estado teria opinado pelo indeferimento do benefício por falta de respaldo legal, mas o governo teria concedido a isenção do mesmo jeito. Ainda segundo o órgão, houve violação à Lei de Responsabilidade Fiscal, além de violação ao contrato de concessão, pois o tributo cuja base de cálculo foi integralmente reduzida compõe a fórmula que dá origem ao valor da tarifa.

“Cabe acentuar que o benefício concedido pelo Estado contemplou um dos piores serviços prestados à população do Rio de Janeiro, um serviço marcado pelaineficiência e pela insegurança, não obstante o elevado custo da tarifa cobrada (R$ 4,50 atualmente). Em suma, não resta dúvida acerca da ilegalidade do benefício tributário concedido pelo Estado do Rio de Janeiro em favor da segunda demandada, o que deve ser corrigido prontamente pelo Poder Judiciário”, afirmou em nota o promotor Rogério Pacheco Alves, responsável pela ação.

Governador Sérgio Cabral comete genocídio contra policiais e bombeiros aposentados


Coluna do jornal O Dia

A DITADURA CABRAL: Cabo Daciolo e mais 12 bombeiros grevistas são expulsos da corporação

Gravações fornecidas pelo governo da Bahia com exclusividade à Rede Globo e editadas pelo Jornal Nacional são as únicas provas contra o líder do movimento grevista no Rio. As quais Daciolo não incita a violência como faz o líder grevista na Bahia, e sim tenta mobilizar bombeiros de outros Estados. Me parece que esta foi mais uma manipulação maquiavélica das Organizações Globo com o intuito de favorecer o governador do Rio, Sérgio Cabral. Por que este material público foi entregue apenas para a Vênus Prateada e só depois de ter sido veiculado foi distribuído para as demais emissoras? Que relação é essa entre o Estado e a Globo?

O Dia Online


RIO - Treze bombeiros que participaram do movimento grevista desde o ano passado, quando houve a invasão do quartel-general, no Centro, foram expulsos da corporação. No grupo, está o cabo Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, considerado um dos líderes. Ele foi flagrado em escutas telefônicas articulando uma paralisação nacional dos servidores de segurança pública durante o Carnaval.

A decisão do Conselho de Disciplina ao qual eles foram submetidos foi publicada nesta segunda no Boletim Interno do o Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.

Os militares foram considerados ‘culpados por articulação em manifestações decaráter político-partidário, nas quais incitaram ostensivamente a tropa à prática de ilícitos de natureza disciplinar e penal militar, além da adoção de conduta incompatível com a missão de bombeiro-militar’, diz a decisão.
Além de Daciolo, foram expulsos os cabos Alexandre Salvador de Azevedo, Paulo Roberto Noronha dos Santos Junior, Andrei Carlos Azevedo dos Santos eAdhemar de Queiroz Balthar Junior.

Os outros excluídos: terceiros-sargentos Heraldo Correia Vieira, Alexandre Gomes Matias, Wallace Rodrigues Chaves, Harrua Leal Ayres, André Manoel Pontes Matos; os segundo-sargentos Daniel Alves dos Santos, Paulo Edson de Campos do Nascimento, e o subtenente Valdelei Duarte. A defesa dos militares disse que vai recorrer.

“Incrivelmente, eu e a família do meu cliente fomos informados da decisão pela imprensa. Tomaremos as medidas necessárias e entraremos com recursos”, disse a advogada de Benevenuto Daciolo, Grace Martins."


Confira abaixo a lista dos bombeiros expulsos:

1 - CB BM Alexandre Salvador de Azevedo
2 - CB BM Paulo Roberto Noronha dos Santos Junior
3 - CB BM Andrei Carlos Azevedo dos Santos
4 - CB BM Adhemar de Queiroz Balthar Junior
5 – CB BM Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos
6 - 3º SGT BM Heraldo Correia Vieira
7 - 3º SGT BM Alexandre Gomes Matias
8 – 3o SGT BM Wallace Rodrigues Chaves
9 - 3º SGT BM Harrua Leal Ayres
10 - 3o SGT BM André Manoel Pontes Matos
11 - 2º SGT BM Daniel Alves dos Santos
12 - 2º SGT BM Paulo Edson de Campos do Nascimento
13 - Subtenente BM Valdelei Duarte

Matéria originalmente publicada no jornal O Dia Online

A DITADURA CABRAL: Depois da greve, "governador" do Rio faz um ano de transferências no Bope em um só dia


RIO - Em um único dia de transferências de policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) para outras unidades, a Polícia Militar atingiu a mesma quantidade de remanejamentos feitos durante todo o ano de 2011. As saídas em massa ocorreram em 6 de março, quando foram publicados no boletim interno da PM os nomes de 32 caveiras — 22 deles transferidos para batalhões no interior, a até 300 quilômetros da capital.

O aumento sistemático de transferências ocorreu entre 14 de fevereiro e a última quinta-feira. Nesse intervalo, 69 policiais com cursos em ações de combate, tiro de precisão e resgate de reféns deixaram a tropa de elite para trabalhar em batalhões comuns.

As saídas se intensificaram cinco dias após a manifestação na Cinelândia, no Centro do Rio, que deu início à greve das polícias. Na ocasião, a equipe Bravo foi chamada pelo comando-geral da PM para reprimir a manifestação. Mas os caveiras se negaram a cumprir a ordem. De lá para cá, os policiais que estavam de plantão começaram a deixar o Bope.

Mudanças para longe

A equipe Bravo começou a ser dizimada. E os seus integrantes, mandados para batalhões distantes. É a chamada "punição geográfica", feita com transferências distantes como forma de penalizar servidores que participam de movimentos favoráveis a greves. Em 2011, todos os policiais que deixaram o Bope se dividiram entre batalhões na região metropolitana e unidades administrativas. Apenas dois foram para a Baixada.

Este ano, do total de transferidos após a greve, 38 foram obrigados a deixar o Rio. Dezesseis foram para batalhões na Baixada e dois foram para o 35º BPM (Itaboraí). No boletim de 6 de março, 22 policiais foram remanejados para batalhões distantes, como o 8º BPM (Campos dos Goytacazes) e o 32º BPM (Macaé). Sem a gratificação de R$ 1,5 mil paga a PMs do Bope, alguns transferidos foram obrigados a dividir os gastos com gasolina, para economizar em passagens de ônibus.

— Se não fizermos isso, vamos trabalhar apenas para pagar passagem — disse um policial, que não se identificou.

Com 69 transferências em apenas 30 dias, registradas até a última quinta-feira, foram mais de dois policiais do Bope remanejados por dia no período. Por dia, a média é mais de 25 vezes maior frente ao ano passado. As transferências repentinas deixaram um buraco na tropa, composta por cerca de 400 homens, de acordo com o site da PM. Com as transferências, o Bope perdeu 17,25% do efetivo.

Matéria originalmente publicada no Extra Online

A DITADURA CABRAL: “Caveiras” que pararam em greve são banidos do Bope até o fim da carreira


RIO - A PM afastou do Bope, até o fim da carreira, os 51 integrantes de sua Companhia Bravo, por terem se rebelado e se recusado a cumprir ordem de ir ao Quartel-General, aderindo à paralisação dos policiais militares, em 10 de fevereiro. A Bravo é uma das quatro companhias operacionais da unidade de elite da corporação, que atualmente tem cerca de 400 homens.

Foi considerada grave quebra de confiança, porque o policial do Bope não pode ser recusar a cumprir missão. Daí o castigo de nunca mais poder ser da unidade de Operações Especiais, considerado o pior possivel, aos olhos dos "caveiras".

Todos os policiais transferidos do Bope vão perder a gratificação da unidade, de R$ 1.500 e – o pior, na opinião dos “caveiras” – ficarão fora do Bope até o fim da carreira, como exemplo para a tropa. O afastamento eterno da unidade de operações especiais - uma espécie de "irmandade", com seus códigos próprios e camaradagem - é visto como um exílio dentro da corporação.

O Bope e o Choque são as tropas de reserva do Comando-Geral da PM e, portanto, consideradas unidades de confiança da chefia. A recusa à ordem de se apresentar ao QG, foi considerada pela PM um ato deinsubordinação, daí a punição dura.

Como o Bope é referência para os policiais, qualquer ação de seus membros tem grande repercussão sobre os colegas. A intenção é que a sanção sirva como exemplo para todos os policiais e para os oficiais jovens, a fim de desencorajar novas ações grevistas.

A determinação foi passada à equipe de plantão pelo comando da unidade, na noite em que PMs e bombeiros estavam reunidos na Cinelândia para declarar greve, que se iniciaria à meia-noite. A companhia se recusou a sair do quartel, em Laranjeiras.

De acordo com os policiais, eles não concordavam em reprimir os colegas de farda, pleiteando aumento salarial. Eles justificam que queriam evitar afrontar os outros PMs e parecer estar contra eles e provocar, talvez, confusão.

Duas horas de discussões em tom duro, gritos e ameaças de punição

Foram necessárias duas horas de discussões intensas no batalhão entre os oficiais do comando da unidade e a companhia Bravo, em tom duro, com gritos de lado a lado e ameaças de punição até que a equipe aceitasse sair e ir até o QG.

Perder uma equipe experiente, cortando na própria carne, está sendo traumático para o Bope. Os PMs afastados tinham anos de Bope e estiveram envolvidos em praticamente todas as grandes ações da unidade de elite. A ideia da PM é que “ninguém é insubstituível”.

Matéria originalmente publicada no Último Segundo

sexta-feira, 16 de março de 2012

DITADURA? Após greve da PM no Rio, Sérgio Cabral transfere 13% dos policiais do Bope para outros batalhões



RIO - Em apenas 22 dias, o efetivo do Batalhão de Operações Especiais (Bope), tropa de elite da PM, emagreceu quase 13%. Na ressaca após a greve das polícias, pelo menos 51 caveiras — que passam por vários cursos de treinamento em ações de combate, tiro de precisão, escalada e resgate de reféns — foram transferidos. Vinte e dois deles, para batalhões comuns, no interior do estado. O Bope tem cerca de 400 homens, segundo o site da PM. As transferências de quatro subtenentes, 18 sargentos, 17 cabos e 12 soldados começaram a ser publicadas no Boletim Interno da corporação cinco dias após a manifestação feita por 5 mil PMs, policiais civis e bombeiros na Cinelândia,em 10 de fevereiro, iniciando a greve da polícia.

Na ocasião, o Bope foi chamado, pelo comando-geral da Polícia Militar, para reprimir a manifestação. Mas os policiais militares que estavam de plantão se negaram a cumprir a ordem.

— O Bope descumpriu a ordem porque não iria reprimir os colegas de farda. Agora, toda a equipe está sendo transferida, como forma de represália. Até o sargento mais antigo do Bope foi mandado embora — disse um PM, que preferiu não se identificar por medo de represálias.

As transferências foram publicadas em três boletins. Em 14 de fevereiro, 11 homens que estavam em serviço no dia da greve foram transferidos — nove deles para batalhões comuns e dois para UPPs. Dois dias depois, outros oito policiais militares deixaram a elite da corporação para trabalhar em batalhões comuns.

Transferência em massa

No boletim interno 43, de anteontem, o golpe foi ainda mais duro. Uma transferência em massa, com a publicação de 32 nomes, enviou parte da elite da corporação para unidades no interior do estado.

Ao todo, 11 policiais militares vão se deslocar 183 quilômetros para chegar ao 32 BPM (Macaé). Outros 11 homens farão um trajeto ainda maior: se afastarão 274 quilômetros da capital, para prestar serviço no 8 BPM (Campos dos Goytacazes).

Matéria originalmente publicada no Extra Online

Secretario de Turismo afirma que há migração de bandidos do Rio para Niterói por causa das UPPs. E aí, Sérgio Cabral?

Ronald Ázaro explana a verdade que o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, vinha tentando esconder desde o início da "pacificação" 


Matéria originalmente publicada no Globo Online

terça-feira, 13 de março de 2012

A FARSA DA PACIFICAÇÃO: O cobertor curto das UPPs


Coluna do jornal Metro

CARA DE PAU: Governo Sérgio Cabral ignora a fé pública do cidadão e diz que não há migração de bandidos para Niterói

— Então "governador", para onde foram os traficantes que fugiram das áreas pacificadas? Sumiram, viraram trabalhadores honestos. Por acaso, o senhor é o mágico Mister M? 

Imagem: Reprodução / O Dia Online

A FARSA DAS UPPs: Moradores de Niterói fazem protesto por causa da migração de bandidos do Rio. E aí, Sérgio Cabral?

Com o intuito de esconder a verdade, Organizações Globo realizam uma cobertura tendenciosa dos fatos a favor do Governo do Estado e se negam a relacionar a instalação das UPPs no Rio com o aumento da violência em municípios vizinhos



RIO - Com faixas, cartazes e ao som do hino nacional e canções de Gonzaguinha e Geraldo Vandré, cerca de mil moradores participaram, na manhã deste domingo, de um protesto pedindo por segurança em São Francisco, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

O bairro que fica na região oceânica tem registrado aumento de assaltos e violência nos últimos meses - que seria resultado da migração de criminosos depois da instalação de Unidades de Polícia Pacificadora no Rio.


Adultos, idosos, muitos pais acompanhados dos filhos caminharam pelas ruas de forma pacífica. Eles traziam cartazes com frases de indignação como: "Exigimos ter de volta o direito de caminhar pelas ruas da cidade sem medo e insegurança"; "Os ladrões já estão 'de saco cheio' dos nossos pertences e nós também já estamos cansados de sermos roubados".

"Eu estou com mais de 900 assinaturas colhidas durante o protesto. Vamos pedir às autoridades a volta do policiamento ostensivo, das cabines policiais que foram todas desativadas e do policiamento comunitário", disse o professor Luiz Gonzaga Machado, 71, um dos participantes do ato.

O protesto foi promovido pelo grupo SOS São Francisco, que convocou os moradores pelo Facebook. A passeata começou por volta das 10h30 e terminou no início da tarde. O grupo do SOS São Francisco no Facebook conta com 2.794 membros. À tarde, os participantes postaram mensagens parabenizando a todos pelo "sucesso" do protesto.

Matéria originalmente publicada na Folha.com