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domingo, 15 de março de 2015

Repórter da TV Globo é hostilizada em Copacabana

As imagens publicadas no YouTube e clicadas quase 700 mil vezes, mostram o momento em que a repórter da TV Globo, Bette Lucchese, é ofendida por pessoas na rua depois de se irritar com a equipe que a acompanhava. Pedestres gritaram: “Vai embora!” e “Nunca fica do lado do povo!”, entre outras frases agressivas. (Veja SP)

Imagem: Reprodução / Veja SP

— A imagem da Rede Globo é uma imagem antipatizada pela população. E não é porque a população é perversa, é inconsciente, é mal informada etc e tal. É uma bobagem acharmos isso. A população tem a imagem da Rede Globo que foi construída pela própria Rede Globo, ao fazer coberturas jornalísticas tendenciosas a favor do governo e contra os interesses da população. É isso que acontece com uma emissora que mais apoia do que critica o Estado e seus governantes, não só no Rio de Janeiro, mas em todo país.

O representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, André Borges, defendeu a atitude das pessoas que hostilizaram a repórter da Globo. "Eles têm o direito a se manifestar contra a mídia. A mídia mente. Ela também precisa fazer uma autocrítica, a revolta é contra o sistema", afirmou. "Eles não podem agredir, mas podem hostilizar, sim", acrescentou.

Assista ao vídeo feito pelo jornal "A Nova Democracia."

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Instituto de Segurança Pública desmente Sérgio Cabral e diz que casos de estupro cresceram 9,4% no Rio de Janeiro

— E aí, Governador? Vai me dizer que o ISP está mentindo? Cruzados os dados do mês de fevereiro deste ano com o do mesmo período de 2012, houve 22 casos a mais de estupro e atentado violento ao pudor. A quantidade de vítimas passou de 475 para 497 – um crescimento de 4,6%.


Os casos de estupro e atentado violento ao pudor no Rio de Janeiro aumentaram 9,4% de dezembro a fevereiro de 2013 no comparativo com o mesmo período de 2012. Em números absolutos, houve 1.494 registros, ante 1.366 no ano passado. As informações constam nas estatísticas de criminalidade divulgadas mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública do estado do Rio (ISP). Os dados foram divulgados em meio à repercussão sobre o caso da americana violentada por três criminosos dentro de uma van, no último dia 30. O grupo foi denunciado na segunda-feira pelo Ministério Público.

Um dos problemas do estupro é a subnotificação. Especialistas ouvidos pelo site de VEJA estimam que, no Brasil e no mundo, só 10% das vítimas comuniquem esse tipo de crime à polícia. “Há uma cultura machista e patriarcal no mundo de que o lugar da mulher é na cozinha, dentro de casa. Ao saber que a mulher foi estuprada, as pessoas se questionam com que roupa a vítima estava e o que fazia de madrugada na rua. Isso intimida a mulher”, afirma a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves, da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM).

No Brasil, a falta de informações precisas também dificulta o combate ao crime e a prisão dos estupradores. Os dados das delegacias de polícia não são comparados ou ligados aos dos sistemas de saúde, local de atendimento às mulheres e onde é possível detectar um crime sexual, mesmo sem que a vítima tenha procurado a polícia. Um projeto da secretaria tentará unificar a base para, em três anos, melhorar o quadro de informações sobre esse tipo de delito. Em março, foi lançado o programa Mulher: Viver sem violência, do Governo Federal, que, entre diversas ações de combate à violência contra a mulher, prevê a integração do atendimento do sistema de saúde com o do Instituto Médico Legal (IML). A mulher que sofreu um estupro, quando estiver no hospital, será atendida pelo mesmo médico que fará a coleta de provas para a perícia.

A secretaria também quer unificar os dados de cada estado, que repassarão as informações para a União. É um processo que demandará tempo porque muitas unidades da federação sequer têm o sistema informatizado. “Às vezes, quando peço informação sobre algum dado de violência contra mulher em algum estado, o sistema é manual. A Secretaria Nacional de Segurança Pública está investindo para que todo o país conheça essas informações”, explica Aparecida.

A secretaria também pretende reforçar a estrutura de atendimento do serviço telefônico 180. A ideia é que ele se transforme em uma espécie de disque-denúncia. Hoje, o número funciona como uma Central de Atendimento à Mulher, mas, no futuro, servirá de base para um banco de dados da secretaria. As mudanças propostas pela SPM incluem conectar o 180 às polícias estaduais e à Casa da Mulher – local onde serão integrados os serviços de promotoria, defensoria, juizado e delegacias especializadas no atendimento à mulher, além do serviço de transporte para levar a vítima ao hospital. A primeira dessas instituições ficará pronta em 90 dias.

Matéria originalmente publicada na Revista Veja

CARA DE PAU: Após estupro em van, Cabral diz que violência contra mulher não é comum no Rio

— Como não governador!!! De acordo com o ISP (Instituto de Segurança Pública), em 2011, a polícia recebeu 4.871 casos do tipo. No ano seguinte, o mesmo levantamento apontou 6.029 ocorrências, diferença de 1.158 registros ou 24%. Atualmente, segundo o último estudo consolidado, divulgado em dezembro passado, a média no Estado é de 16 estupros por dia. 


O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), disse nesta terça-feira que o estupro da americana de 21 anos numa van foi "uma atrocidade", mas ressaltou que a violência contra a mulher não é uma prática comum no Brasil nem no Rio.

Ele falou após a abertura do "Government Leaders Forum", evento organizado pela Microsoft entre hoje e amanhã, na capital fluminense. Também participaram da abertura do fórum o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), e o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB).

DEPOIMENTO

Na tarde desta terça-feira, o namorado da americana, que estava dentro da van e foi agredido pelos suspeitos, presta depoimento na 32ª Vara Criminal, sede do Tribunal de Justiça, no centro do Rio.

Ele fez o reconhecimento dos suspeitos e planeja retornar à França amanhã.

Um dos suspeitos presos, Walace Aparecido Souza da Silva, 21, negou hoje ter participado do episódio. Outros dois, Jonathan Froudakis e Carlos Armando Costa, confessaram o crime.

O quarto suspeito, de 13 anos, foi apreendido no fim de semana e permanece na 2ª Vara da Infância e Adolescência. Em depoimento, ele disse que agrediu, mas não estuprou a turista americana.

A jovem reconheceu os suspeitos na Deat (Delegacia Especial de Atendimento ao Turista), prestou depoimento e retornou para os Estados Unidos na última semana.

Matéria originalmente publicada na Folha.com

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domingo, 18 de novembro de 2012

ELEIÇÕES 2012: Sérgio Cabral foi recebido sob vaias e gritos de ladrão ao local de votação


O governador Sérgio Cabral votou, na manhã deste domingo, na Escola Municipal Roma, em Copacabana (Zona Sul).

Sob forte esquema de segurança, o governador chegou ao local de votação, às 11h30, em companhia de sua mulher Adriana Ancelmo e de seus dois filhos. Ao chegar, o governador foi recebido por vaias e gritos de 'ladrão'. A discordância de opiniões levou a um bate-boca entre um militante e apoiadores do PMDB, que quase chegou a vias de fato.

Depois de votar, Cabral exaltou o processo eleitoral brasileiro. Segundo ele, a utilização de urnas eletrônicas e a atuação da Justiça Eleitoral colocam o país como o mais evoluído da América Latina no quesito transparência.

Eduardo Paes e Sérgio Cabral

Matéria originalmente publicada no Jornal do Brasil

segunda-feira, 19 de março de 2012

ZONA TOTAL: Sérgio Cabral viola a lei e isenta Barcas S/A de pagar ICMS


A cumplicidade das Organizações Globo com o Governo do Rio é tão escancarada, que agora o jornalismo da emissora prateada (jornal O Globo, Globo.com, jornal Extra e Extra Online) resolveu explanar algumas das sujeiras escondidas para fazer média com a opinião pública e não sofrer mais represálias, como as de Copacabana que aconteceram durante a manifestação de bombeiros militares, onde a mesma foi hostilizada e expulsa aos gritos de: "FORA GLOBO". Clique aqui e assista ao vídeo.


RIO - O Ministério Público quer o fim da isenção total do ICMS a concessionária Barcas S/A. A Ação Civil Pública, com pedido de liminar, ajuizada pelo órgão, pede a suspensão do decreto estadual que concedeu a isenção fiscal em março do ano passado. O MP quer apurar uma possível ilegalidade no benefício concedido. A concessionária teria feito o pedido em 2010, alegando que a medida “favoreceria a modicidade da tarifa” e possibilitaria “o reinvestimento do excedente econômicodisponível na melhoria do transporte aquaviário, em prol do interesse público”.

Segundo o MP, a procuradoria do Estado teria opinado pelo indeferimento do benefício por falta de respaldo legal, mas o governo teria concedido a isenção do mesmo jeito. Ainda segundo o órgão, houve violação à Lei de Responsabilidade Fiscal, além de violação ao contrato de concessão, pois o tributo cuja base de cálculo foi integralmente reduzida compõe a fórmula que dá origem ao valor da tarifa.

“Cabe acentuar que o benefício concedido pelo Estado contemplou um dos piores serviços prestados à população do Rio de Janeiro, um serviço marcado pelaineficiência e pela insegurança, não obstante o elevado custo da tarifa cobrada (R$ 4,50 atualmente). Em suma, não resta dúvida acerca da ilegalidade do benefício tributário concedido pelo Estado do Rio de Janeiro em favor da segunda demandada, o que deve ser corrigido prontamente pelo Poder Judiciário”, afirmou em nota o promotor Rogério Pacheco Alves, responsável pela ação.

domingo, 11 de março de 2012

Temendo represálias, jornalismo da Globo faz média com a opinião pública atacando governador Sérgio Cabral

— Após ser expulsa de Copacabana pelo povo durante manifestação grevista, Organizações Globo tentam disfarçar conivência com o governo do Estado divulgando notícias negativas. Emissora quer melhorar sua imagem depois de escancarados episódios de cumplicidade política.


RIO - Sem planejamento adequado e dados de inteligência suficientes, a operação das polícias Civil e Militar para sufocar o tráfico e atacar o aumento da violência em Niterói chegou na sexta-feira ao segundo dia sem a prisão dos criminosos suspeitos de estarem por trás dos assaltos violentos que assolam o município nos últimos meses. A megaoperação, que teve mais de 400 homens com apoio de helicópteros e cães farejadores, foi realizada em 14 favelas da cidade. Mas, se era para surpreender os bandidos, fracassou: a ação vazou na véspera — um jornal local chegou a anunciar a investida.

"Na terça-feira decidimos fazer uma megaoperação na cidade. Na quarta-feira, organizamos as incursões e na quinta-feira executamos", — disse o coronel Wolney Dias, comandante 12º BPM (Niterói).

Equipe da Rede Globo é expulsa durante manifestação de policiais e bombeiros em Copacabana



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Equipe da Rede Globo é expulsa durante manifestação de policiais e bombeiros em Copacabana

Servidores públicos do Rio de Janeiro que reivindicavam melhores salários acusam emissora de fazer cobertura jornalística tendenciosa dos fatos a favor do governo Sérgio Cabral. O representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, André Borges, defendeu a atitude dos manifestantes, que quase agrediram a equipe da TV Globo. "Eles têm o direito a se manifestar contra a mídia. A mídia mente sobre as manifestações. Ela também precisa fazer uma autocrítica, a revolta é contra o sistema", afirmou. "Eles não podem agredir, mas podem expulsar, sim", acrescentou.

ASSISTA AO VÍDEO

— A imagem da Rede Globo é uma imagem antipatizada pela população. E não é porque a população é perversa, é inconsciente, é mal informada etc e tal. É uma bobagem a gente achar isso. A população tem a imagem da Rede Globo que foi construída pela própria Rede Globo, ao fazer coberturas jornalísticas tendenciosas a favor do governo e contra os interesses da população. É isso o que acontece com uma emissora que mais apoia do que critica o Estado e seus governantes, não só no Rio de Janeiro, mas em todo país.

GLOBO, capacho do governo, diz manifestante em cartaz
Aos gritos de 'FORA, GLOBO', grevistas expulsaram equipe da emissora prateada 

domingo, 29 de janeiro de 2012

Policiais e bombeiros fazem protesto por melhores salários no Rio

Decisão de Sérgio Cabral de antecipar parcelas de reajuste até 2013 não freou a mobilização
Jornal do Brasil

RIO - Com viaturas de brinquedos, faixas na cabeça e muita disposição para reivindicar um reajuste salarial para os profissionais da segurança pública, cerca de 20 mil agentes - entre policiais militares, civis e bombeiros - transformaram o cenário nas imediações dos postos 2 e 3, na orla de Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. Dois dias antes da aguardada manifestação, o governador do Estado, Sérgio Cabral, decidiu antecipar as parcelas de um reajuste previsto até 2013. A medida, no entanto, foi insuficiente para frear a briga da categoria por melhorias.

"Chega de ser a polícia militar com o pior salário do país inteiro. Chega de termos que trabalhar em até três serviços para termos que sustentar nossa família. Hoje o governo estadual não vê o policial militar como um trabalhador. Não recebemos adicional por insalubridade e trabalhamos até 72 horas por semana, quando o correto seriam 40 horas semanais. Trata-se de um total desrespeito ao trabalhador", acusou o cabo João Carlos Gurgel, que participou na manifestação na orla de Copacabana. Os praças reivindicam piso salarial de R$ 3 mil.

Hoje o salário de um soldado da Polícia Militar é de R$ 1.277,13, o de um cabo R$ 1.471,01, terceiro a primeiro sargento: de R$1.723,42 a 2.086,92. Já o de um oficial pode chegar a R$ 6.122,42. É o caso do posto de coronel.

Com a medida anunciada pelo governo do estado na última sexta-feira (27), policiais civis, militares, bombeiros e inspetores de administração penitenciária do estado do Rio terão um reajuste salarial de 38,81% entre 2012 e 2013. A mudança, no entanto, não é suficiente para os agentes.

"Com esta modificação no repasse do reajuste, é como se recebêssemos 10% de reajuste este ano, mais 10% em 2013 e o mesmo percentual em 2014. Descontando-se a inflação de 6% ao ano, é o mesmo que receber um reajuste de apenas 4% por ano", reclamou o cabo Gurgel, segundo quem a população está solidária à reivindicação.

"A população nos aplaudiu. Teve até quem pendurasse bandeiras nos prédios. Estão todos muito solidários à nossa causa. O apoio do povo é fundamental. É o reconhecimento do nosso trabalho", comemorou Gurgel.

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Matéria originalmente publicada no Jornal do Brasil

ABSURDO: A sua vida não vale nada para o Poder Judiciário do Rio de Janeiro

 Coluna do jornal O Globo

domingo, 8 de janeiro de 2012

Prefeito Eduardo Paes afirma que aumento da passagem de ônibus será 'como Réveillon', haverá todo ano

Empresários de ônibus mandam e desmandam na cidade do Rio de Janeiro


O Dia Online

RIO - O prefeito Eduardo Paes afirmou nesta quinta-feira que o aumento da passagem de ônibus no Rio era algo já esperado, que “não pode pegar as pessoas de surpresa”. “Todo primeiro dia de janeiro vai ter aumento da passagem de ônibus. Assim como terá o Réveillon de Copacabana, vai ter aumento da passagem de ônibus. Está estabelecido em contrato. Não tem objetivo nenhum de surpreender ninguém”, minimizou.

O aumento dos coletivos com ar condicionado não foi avisado com antecedência. O reajuste dos ‘quentões’ foi divulgado menos de uma semana antes de ser aplicado. A passagem de ônibus comum — assim como o Bilhete Único Carioca — aumentou 10%, de R$ 2,50 para R$ 2,75. Foi o segundo reajuste em nove meses.

O designer Cícero Sydronio, 28, mora em Jacarepaguá e vai todo dia a Madureira ou ao Centro estudar. Ele considera o aumento abusivo: “O transporte já é precário, não há melhorias, e a população continua levando o ônus”.

Quem anda de ônibus também começou o ano com aumento de 6,64% nas linhas intermunicipais, também acima da inflação, de 6,3%. Mais reajustes virão: o Bilhete Único Intermunicipal subirá dia 15 para R$ 4,95. A passagem de trem aumenta para R$ 2,90 em 2 de fevereiro.

Matéria originalmente publicada no jornal O Dia Online

Prefeito Eduardo Paes MENTIU sobre reajuste surpresa das passagens de ônibus

Contrato não determina data para aumento da tarifa de ônibus no Rio

O Dia Online

RIO - Embora o prefeito Eduardo Paes tenha afirmado anteontem que o aumento da tarifa de ônibus no dia 1º não deveria ser surpresa, o susto que os passageiros tomaram tem motivo. Ao contrário do que Paes afirmou, o contrato da prefeitura com os consórcios não prevê que o reajuste da passagem ocorra toda virada de ano. A cláusula quinta do documento determina que o valor das tarifas seja reajustado anualmente, mas não especifica a data.

Na quinta-feira, o prefeito disse que o aumento era algo esperado e que “não pode pegar todas as pessoas de surpresa”. “Todo dia primeiro vai ter aumento de passagem de ônibus. Assim como terá Réveillon de Copacabana, vai ter aumento da passagem. Está estabelecido em contrato”.

Mas a data só foi fixada em resolução da Secretaria Municipal de Transportes, publicadana sexta-feira, 30 de dezembro no Diário Oficial. Dois dias depois, começou a valer. O reajuste de 10% elevou a tarifa de R$ 2,50 para R$ 2,75. Foi o segundo aumento num período de 9 meses.

Vereadores encaminharam ofício para o Tribunal de Contas do Município e ao MinistérioPúblico pedindo investigação do aumento. Os parlamentares querem acesso à planilha de custos apresentada pelas concessionárias justificando o reajuste.

Matéria originalmente publicada no jornal O Dia Online