segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Sérgio Cabral ameaça greve de policiais e diz que movimento tem cunho político
RIO - Representantes de cada batalhão se reúnem na manhã desta sexta-feira (13/01) com o comandante-geral da Polícia Militar, o coronel Erir Ribeiro Costa Filho, para expor as exigências do movimento grevista. Desde o sucesso da paralisação da categoria no Ceará, a PM fluminense tem se unido cada vez mais para tomar o mesmo rumo. Como Erir Ribeiro tem bom relacionamento com a tropa, sua ideia original era levar as reivindicações dos policiais ao governador Sérgio Cabral.
As eleições municipais deste ano, no entanto, já figuram como o principal obstáculo dos grevistas. O governador teme que seus adversários políticos se aproveitem da mobilização e usá-la como palanque contra a reeleição de EduardoPaes, por isso já indicou ao comandante-geral que terá pouca tolerância com uma possível paralisação do dia 11 de fevereiro. Em contrapartida, os líderes da greve garantem que não têm qualquer vínculo político com adversários do governo.
“Está claro para os líderes da greve que o governador Sérgio Cabral não é nosso inimigo. Nós estamos defendendo a nossa categoria, e não enfrentando o governo. Tanto é que, se nossos pedidos forem atendidos, não vai haver greve”, explica o cabo Joao Carlos Soares Gurgel, um dos líderes do movimento grevista. “É claro que não podemos ser hipócritas. Estamos falando de milhares de policiais militares. Alguns podem realmente ser abertamente contra o Sérgio Cabral e simpatizar com seus rivais, mas esse não é o espírito do nosso movimento.
Apesar de ter maioria absoluta na Assembleia Legislativa e na Câmara, os políticos aliados de Sérgio Cabral têm pouco ou nenhum diálogo com os policiais militares. Hoje, as principais vozes da categoria no legislativo são de oposição, como o major reformado Paulo Ramos (PDT) e os irmãos Flávio e Carlos Bolsonaro(ambos do PP). O próprio cabo Gurgel, que foi candidato a deputado estadual em 2010 pelo PTB e pode se candidatar a vereador neste ano, foi atacado pelo comandante-geral por supostamente usar a greve a seu favor.
"Se eu chegar na reunião e tiver essas pessoas (com envolvimento político), eu vou dizer isso na cara deles, que eles são aproveitadores. Não estão vendo o interesse da corporação e sim o deles", disse o coronel Erir Ribeiro, durante uma entrevista coletiva na última quinta-feira (12/01). Para Gurgel, a declaração foi uma tentativa de desqualificar os grevistas.
“O que eu tento deixar claro é que eu não sou um político. Eu sou um policial militar escolhido por outros policiais para representar a categoria. Tanto que sou apenas um porta-voz dos grevistas, e não um líder absoluto na força. Ainsatisfação com as atuais condições de trabalho não foram inventadas por mim, estão todas lá”.
Apoio popular
Vítimas constantes de ataques do crime organizado, donos do pior salário da categoria em todo o país e trabalhando em jornadas semanais de 72 horas, os policiais militares que se mobilizam pela greve enfrentam outro problema: a falta de apoio popular da corporação, cuja imagem acabou manchada pelas milícias e casos recorrentes de corrupção. Para ganhar a simpatia do povo, os policiais pretendem expor as condições precárias nas quais vivem.
“Quem está revoltado é o policial militar justo e honesto, o policial que não recebe propina. O corrupto está feliz com as coisas da maneira que estão. Ele não gasta quase metade do salário dele com transporte, já que nós não temos vale-transporte, ele não fica sem dinheiro no fim do mês, ele é favorecido. Infelizmente, quem está de fora acha que todo policial militar é bandido, mas isso só diz respeito a uma parte pequena da corporação”, garante Gurgel, que busca o apoio dos bombeiros.
“A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros são regidos pela mesma legislação, eles são os nossos co-irmãos. Além disso, os bombeiros têm uma imagem muito positiva com a sociedade e simpatizam com as nossas reivindicações. Eles estão juntos no movimento”.
Matéria originalmente publicada no Jornal do Brasil
As eleições municipais deste ano, no entanto, já figuram como o principal obstáculo dos grevistas. O governador teme que seus adversários políticos se aproveitem da mobilização e usá-la como palanque contra a reeleição de EduardoPaes, por isso já indicou ao comandante-geral que terá pouca tolerância com uma possível paralisação do dia 11 de fevereiro. Em contrapartida, os líderes da greve garantem que não têm qualquer vínculo político com adversários do governo.
“Está claro para os líderes da greve que o governador Sérgio Cabral não é nosso inimigo. Nós estamos defendendo a nossa categoria, e não enfrentando o governo. Tanto é que, se nossos pedidos forem atendidos, não vai haver greve”, explica o cabo Joao Carlos Soares Gurgel, um dos líderes do movimento grevista. “É claro que não podemos ser hipócritas. Estamos falando de milhares de policiais militares. Alguns podem realmente ser abertamente contra o Sérgio Cabral e simpatizar com seus rivais, mas esse não é o espírito do nosso movimento.
Apesar de ter maioria absoluta na Assembleia Legislativa e na Câmara, os políticos aliados de Sérgio Cabral têm pouco ou nenhum diálogo com os policiais militares. Hoje, as principais vozes da categoria no legislativo são de oposição, como o major reformado Paulo Ramos (PDT) e os irmãos Flávio e Carlos Bolsonaro(ambos do PP). O próprio cabo Gurgel, que foi candidato a deputado estadual em 2010 pelo PTB e pode se candidatar a vereador neste ano, foi atacado pelo comandante-geral por supostamente usar a greve a seu favor.
"Se eu chegar na reunião e tiver essas pessoas (com envolvimento político), eu vou dizer isso na cara deles, que eles são aproveitadores. Não estão vendo o interesse da corporação e sim o deles", disse o coronel Erir Ribeiro, durante uma entrevista coletiva na última quinta-feira (12/01). Para Gurgel, a declaração foi uma tentativa de desqualificar os grevistas.
“O que eu tento deixar claro é que eu não sou um político. Eu sou um policial militar escolhido por outros policiais para representar a categoria. Tanto que sou apenas um porta-voz dos grevistas, e não um líder absoluto na força. Ainsatisfação com as atuais condições de trabalho não foram inventadas por mim, estão todas lá”.
Apoio popular
Vítimas constantes de ataques do crime organizado, donos do pior salário da categoria em todo o país e trabalhando em jornadas semanais de 72 horas, os policiais militares que se mobilizam pela greve enfrentam outro problema: a falta de apoio popular da corporação, cuja imagem acabou manchada pelas milícias e casos recorrentes de corrupção. Para ganhar a simpatia do povo, os policiais pretendem expor as condições precárias nas quais vivem.
“Quem está revoltado é o policial militar justo e honesto, o policial que não recebe propina. O corrupto está feliz com as coisas da maneira que estão. Ele não gasta quase metade do salário dele com transporte, já que nós não temos vale-transporte, ele não fica sem dinheiro no fim do mês, ele é favorecido. Infelizmente, quem está de fora acha que todo policial militar é bandido, mas isso só diz respeito a uma parte pequena da corporação”, garante Gurgel, que busca o apoio dos bombeiros.
“A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros são regidos pela mesma legislação, eles são os nossos co-irmãos. Além disso, os bombeiros têm uma imagem muito positiva com a sociedade e simpatizam com as nossas reivindicações. Eles estão juntos no movimento”.
Matéria originalmente publicada no Jornal do Brasil
Celso Barros contrata escritório da esposa de Sérgio Cabral para quitar dívida com a prefeitura
Revista Veja - Coluna Radar Online
Celso Barros, presidente da Unimed no Rio de Janeiro, está fazendo de tudo para conseguir o perdão de uma dívida milionária de ISS com a prefeitura da cidade. Primeiro, pediu para Peter Siemsen, presidente do Fluminense, interceder junto a Eduardo Paes. Apesar da amizade desde os tempos de colégio, Paes não aceitou o pedido de Siemsen.
Celso tentou mais uma – contratou recentemente o escritório de Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral.
Por enquanto, nada mudou e a Unimed já pagou 10 milhões de reais da dívida com o município. Ainda faltam, no entanto, o julgamento de outros dois processos que cobram milhões de reais da empresa.
Por Lauro Jardim
Celso tentou mais uma – contratou recentemente o escritório de Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral.
Por enquanto, nada mudou e a Unimed já pagou 10 milhões de reais da dívida com o município. Ainda faltam, no entanto, o julgamento de outros dois processos que cobram milhões de reais da empresa.
Por Lauro Jardim
Coordenador de segurança da Rio-2016 desviou R$ 18 mi no Pan-2007, diz Ministério Público
Luiz Fernando Corrêa: acusado de contratar sem licitação e com superfaturamento
Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 nomeou para o cargo dediretor de segurança do órgão o delegado Luiz Fernando Corrêa, ex-diretor geral da Polícia Federal e réu em um processo que tramita na Justiça Federal por desvio de dinheiro público. Segundo o MPF (Ministério Público Federal), ele teria lesado os cofres nacionais em pelo menos R$ 18 milhões, por meio de contratos superfaturados, quando coordenava os serviços de segurança dos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro.
À época, Corrêa era secretário Nacional de Segurança Pública, no Ministério da Justiça. A secretaria dirigida por ele foi a responsável pela coordenação da segurança no Pan e também pela contração de serviços e compra de equipamentos usados na proteção de atletas e autoridades.
Em fevereiro de 2007, o delegado assinou um contrato para a aquisição de equipamentos de inteligência com o Consórcio Integração Pan, formado por um grupo de empresas, entre elas a Motorola. A compra dos equipamentos custou R$ 174 milhões e foi feita sem licitação, sob a alegação de que o contrato tratava de assunto ligado à segurança nacional.
A aquisição foi feita, inclusive, sem pesquisa de preços no mercado, contrariando o que determina a legislação de compras públicas. A ausência dessa pesquisa chamou a atenção do MPF, que abriu uma investigação sobre o contrato ainda em 2007.
O órgão solicitou uma perícia ao INC (Instituto Nacional de Criminalística, da Polícia Federal) para verificar se as compras foram feitas com preço justo. Os peritos escolheram os produtos de mais fácil comparação de preços. Cerca de R$ 40 milhões em compras foram analisados. Resultado: 80% de superfaturamento.
Ou seja, de acordo com o INC, os produtos que foram comprados pelo governo por R$ 40 milhões poderiam ter sido comprados por R$ 22 milhões. Isto é, R$ 18 milhões a menos.
À época, Corrêa era secretário Nacional de Segurança Pública, no Ministério da Justiça. A secretaria dirigida por ele foi a responsável pela coordenação da segurança no Pan e também pela contração de serviços e compra de equipamentos usados na proteção de atletas e autoridades.
Em fevereiro de 2007, o delegado assinou um contrato para a aquisição de equipamentos de inteligência com o Consórcio Integração Pan, formado por um grupo de empresas, entre elas a Motorola. A compra dos equipamentos custou R$ 174 milhões e foi feita sem licitação, sob a alegação de que o contrato tratava de assunto ligado à segurança nacional.
A aquisição foi feita, inclusive, sem pesquisa de preços no mercado, contrariando o que determina a legislação de compras públicas. A ausência dessa pesquisa chamou a atenção do MPF, que abriu uma investigação sobre o contrato ainda em 2007.
O órgão solicitou uma perícia ao INC (Instituto Nacional de Criminalística, da Polícia Federal) para verificar se as compras foram feitas com preço justo. Os peritos escolheram os produtos de mais fácil comparação de preços. Cerca de R$ 40 milhões em compras foram analisados. Resultado: 80% de superfaturamento.
Ou seja, de acordo com o INC, os produtos que foram comprados pelo governo por R$ 40 milhões poderiam ter sido comprados por R$ 22 milhões. Isto é, R$ 18 milhões a menos.
NENHUMA NOVIDADE: Brasil fica mal no ranking da violência
País, com 14, é o com mais cidades entre as 50 mais violentas do mundo. San Pedro Sula, em Honduras, com 158,87 mortes por 100 mil habitantes, lidera
O Dia Online
O Dia Online
RIO - Estudo divulgado pela organização não-governamental (ONG) mexicana Consejo Ciudadano para la Seguridad Pública y Justicia Penal (Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal) revela que 14 cidades brasileiras estão entre as 50 mais violentas do mundo em 2011. A pesquisa considerou os homicídios em cidades com mais de 300 mil habitantes.
O Brasil é o que tem mais cidades na relação, e o México, com 12, aparece em segundo. A Colômbia, com cinco, está em terceiro, a África do Sul e os Estados Unidos vêm em seguida, com quatro.
Mas a cidade apontada como a mais violenta do mundo está em Honduras. É San Pedro Sula, com 158,87 homicídios para cada 100 mil habitantes. Em segundo, está Juárez, no México, com 147.77.
Maceió (AL), a mais violenta do Brasil, aparece em terceiro, com taxa de 135.26 homicídios por 100 mil habitantes. Depois, está Belém (PA), a 10º geral, com 78,08 homicídios para cada 100 mil habitantes; Vitória (ES), com 67.82 mortes está em 17º; Salvador (BA), em 22º, com 56.98, e Manaus (AM), em 26º, com 51.21.
Também aparecem na relação São Luís (MA), em 27º, com 50.85 mortes por 100 mil habitantes, João Pessoa (PB), em 29º, com 48.64; Cuiabá (MT), em 31º, com 48.32; Recife (PE), em 32º, 48.23, Macapá (AP), em 36º, com 45.08; Fortaleza (CE), em 37º, com 42.90; Curitiba (PR), em 39º, com 38.09; Goiânia (GO), 40º, com 37.17.
Belo Horizonte (MG), citada em 45º no ranking, com 34,40 homicídios para cada 100 mil habitantes é a única do Sudeste incluída.
O Brasil é o que tem mais cidades na relação, e o México, com 12, aparece em segundo. A Colômbia, com cinco, está em terceiro, a África do Sul e os Estados Unidos vêm em seguida, com quatro.
Mas a cidade apontada como a mais violenta do mundo está em Honduras. É San Pedro Sula, com 158,87 homicídios para cada 100 mil habitantes. Em segundo, está Juárez, no México, com 147.77.
Maceió (AL), a mais violenta do Brasil, aparece em terceiro, com taxa de 135.26 homicídios por 100 mil habitantes. Depois, está Belém (PA), a 10º geral, com 78,08 homicídios para cada 100 mil habitantes; Vitória (ES), com 67.82 mortes está em 17º; Salvador (BA), em 22º, com 56.98, e Manaus (AM), em 26º, com 51.21.
Também aparecem na relação São Luís (MA), em 27º, com 50.85 mortes por 100 mil habitantes, João Pessoa (PB), em 29º, com 48.64; Cuiabá (MT), em 31º, com 48.32; Recife (PE), em 32º, 48.23, Macapá (AP), em 36º, com 45.08; Fortaleza (CE), em 37º, com 42.90; Curitiba (PR), em 39º, com 38.09; Goiânia (GO), 40º, com 37.17.
Belo Horizonte (MG), citada em 45º no ranking, com 34,40 homicídios para cada 100 mil habitantes é a única do Sudeste incluída.
Burocracia consome 70% da verba de combate à corrupção
Só com passagens, diárias, treinamentos, congressos e seminários promovidos pelo programa, as despesas foram de R$ 19,6 milhões. Não estão computadas as reformas e os investimentos em infraestrutura física e tecnológica. Para 2012, o orçamento do programa é estimado em R$ 66 milhões.
As Unidades Regionais da CGU nos 26 estados da federação e mais a sede, em Brasília, tiveram como média mensal de despesas um total R$ 910 mil. Foram gastos ainda R$ 522 mil mensais com o Serviço Federal de Processamentos de Dados (Serpro), que recebe pela parceria no desenvolvimento do sistema de informática da CGU.
Cabe lembrar que a área de competência legal da CGU abrange apenas o Poder Executivo Federal e que os demais poderes da República, - Legislativo e Judiciário - têm suas próprias instâncias de controle. Não é de competência da Corregedoria desenvolver ações de fiscalização e de controle em administrações estaduais ou municipais, que são entes federativos autônomos, segundo a Constituição Brasileira.
A fiscalização em estados e municípios se dá apenas quanto à aplicação de recursos transferidos pela União, ou seja: recursos federais. Estados e municípios têm suas próprias políticas e instrumentos de controle de gastos, prevenção e combate à corrupção, muito embora alguns até tenham firmado termos de cooperação técnica com a Corregedoria nessa área, mas, de acordo com informações da assessoria de imprensa da CGU, esses termos de cooperação não implicam em dispêndio de recursos. No quesito transferência de recursos, o programa fechou apenas um acordo de cooperação técnica e dois termos de parceria, o que contemplou somente dois estados, Rio de Janeiro (R$ 100 mil) e São Paulo (R$ 732 mil), além do Distrito Federal (R$ 205 mil).
Segundo a CGU, há oito anos o Brasil recuperava apenas 1% da verba desviada com corrupção. Hoje a média está em 15%. A meta é chegar a 25% do dinheiro público desviado em até quatro anos. Os maiores devedores cobrados pela AGU são empresários, com a suspeita de terem desviado R$ 468 milhões. Em seguida, vêm os servidores e ex-servidores públicos, com R$ 300,8 milhões. Os prefeitos e vice-prefeitos respondem a ações pedindo o ressarcimento de R$ 249,4 milhões.
CORRUPÇÃO: OAB-RJ pede nome de quem movimentou R$ 282 milhões
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| Presidente da OAB-RJ, Wadih Damous |
- Esses juízes e os servidores estão identificados. Já se sabe os nomes e o quanto movimentaram de dinheiro. No caso do TRT, é um absurdo. Precisamos identificar essa pessoa. É dinheiro público - afirmou Damous.
O presidente da OAB-RJ lembrou que foi exatamente em 2002 o incêndio no prédio do TRT, que destruiu dois andares e cerca de 11 mil processos. À época, peritos da Polícia Federal e do Corpo de Bombeiros concluíram que o ato foi criminoso.
- Pode ser coincidência ou não. Mas os advogados do Rio não querem mais um Lalau - disse Damous, referindo-se ao ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, principal acusado de desviar recursos da construção do prédio do TRT de São Paulo.
Maria de Lourdes está de férias. Segundo a assessoria de imprensa do TRT-RJ, a presidente antecipou o retorno para a próxima segunda-feira, quando se pronunciará sobre o assunto.
Dados do Coaf mostram ainda a movimentação de R$ 274 milhões em espécie, entre 2003 e 2010, feita por 1.016 integrantes do Judiciário. Os dados foram enviados no ano passado à corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Eliana Calmon. A solicitação das informações, porém, foi feita em julho de 2009 pelo ministro Gilson Dipp, antecessor de Eliana no cargo.
A ministra encaminhou o relatório do Coaf ao Supremo Tribunal Federal (STF) como parte das explicações em ação na qual associações de magistrados pedem o fim da investigação.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Funcionária do Senado é atacada por um rato nas dependências da Secretaria Geral
BRASÍLIA - Um dia depois do burburinho de políticos, seguranças e jornalistas por causa do depoimento do ministro da Integração Nacional Fernando Bezerra, a monotonia do recesso no Senado voltou a ser quebrada nesta sexta-feira. Desta vez por causa de ratos. Depois que uma funcionária da Secretaria Geral da Mesa do Senado foi mordida por um rato, na quarta-feira, seguranças e servidores foram mobilizados para promover uma desratização e dedetização nas dependências da Secretaria Geral, no Setor de Atas, e nos gabinetes dos senadores Magno Malta (PR-ES) e Roberto Requião (PMDB-PR).
Os funcionários administrativos foram dispensados do trabalho e as áreas interditadas para faxina. O nome da funcionária não foi divulgado. Quando os fotógrafos registravam a desratização do local, um dos servidores, com máscara e bomba de veneno, fugiu dos flashes dos fotógrafos, com proteção da segurança da Casa.
Todas as dependências do Senado são - ou deveriam ser - diariamente varridas e higienizadas por um batalhão de servidores terceirizados, que engordam a folha de pagamento da Casa. A noticia de um rato mordendo uma servidora serviu de piada. Provocado, o líder do Democratas, senador Demóstenes Torres (GO), brincou:
- Nunca tive notícias de ratos no Senado. Desses que mordem o pé pelo menos não - brinca Demóstenes, lembrando que herdou o gabinete do ex-senador Romeu Tuma, falecido ano passado.
Segundo relato de servidores, uma ratoeira já tinha sido instalada na copa da Secretaria Geral. Mas depois que a servidora foi mordida, além da desratização, o departamento de zoonoses de Brasília foi acionado para uma varredura, na segunda-feira.
Matéria originalmente publicada no Globo Online
Os funcionários administrativos foram dispensados do trabalho e as áreas interditadas para faxina. O nome da funcionária não foi divulgado. Quando os fotógrafos registravam a desratização do local, um dos servidores, com máscara e bomba de veneno, fugiu dos flashes dos fotógrafos, com proteção da segurança da Casa.
Todas as dependências do Senado são - ou deveriam ser - diariamente varridas e higienizadas por um batalhão de servidores terceirizados, que engordam a folha de pagamento da Casa. A noticia de um rato mordendo uma servidora serviu de piada. Provocado, o líder do Democratas, senador Demóstenes Torres (GO), brincou:
- Nunca tive notícias de ratos no Senado. Desses que mordem o pé pelo menos não - brinca Demóstenes, lembrando que herdou o gabinete do ex-senador Romeu Tuma, falecido ano passado.
Segundo relato de servidores, uma ratoeira já tinha sido instalada na copa da Secretaria Geral. Mas depois que a servidora foi mordida, além da desratização, o departamento de zoonoses de Brasília foi acionado para uma varredura, na segunda-feira.
Matéria originalmente publicada no Globo Online
LAMENTÁVEL: Monique Evans confirma que pode concorrer a vaga na Alerj
Precisamos de pessoas sérias e comprometidas que estejam dispostas a defender os interesses do povo e não de mais um parasita
Monique informou ainda que já está negociando com a direção de um partido político. “Vou me filiar a um partido e estudar política para ver de que maneira posso ajudar a sociedade”.
Para ela, as pessoas precisam se informar para defender seus direitos e cumprir seus deveres. “Faço isso e gostaria de ajudar as pessoas a fazerem”, disse ela, que em 2010 e 2011, participou do reality show "A Fazenda", da Rede Record.
Matéria originalmente publicada no O Dia Online
Myrian Rios chama internautas de antas ao ser criticada sobre emenda católica
Eleita na aba de votos de Wagner Montes, deputada promove baixaria no Twitter
Coluna do jornal EXTRA
Traficantes expulsos por UPP da Mangueira aterrorizam comunidade em Niterói
RIO - Comunidade conhecida por, na contramão de tantas outras, conseguir escapar do controle de traficantes de drogas ao longo dos anos, o Morro do Preventório, em Jurujuba, Niterói, viu sua rotina virar de cabeça para baixo desde meados do ano passado. Naquela época, a Secretaria estadual de Segurança anunciou a ocupação do Morro da Mangueira, na Zona Norte do Rio, pela Polícia Militar (PM) para a instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Os criminosos de lá teriam feito da favela niteroiense seu esconderijo.
Segundo moradores — que não se identificam por medo de represálias —, cerca de 40 bandidos invadiram o Preventório. Alguns deles estão armados com fuzil e pistolas. O grupo circularia por ruas, becos e vielas, sem fazer questão de se esconder.
— Isso aqui já foi um morro calmo. Está difícil a vida. A paz abandonou a nossa comunidade já há algum tempo... — desabafou um morador.
Secretário de Segurança e Controle Urbano de Niterói, o coronel Ruy França disse ter sido procurado por um grupo de moradores da comunidade há duas semanas. Assustados com a presença dos invasores, eles pediram providências ao oficial.
Para os moradores, porém, as operações não atingiram o objetivo principal: expulsar os invasores.
— Eles continuam aqui. O que a gente precisa é que o Preventório seja ocupado pela polícia de forma definitiva, assim como a Mangueira foi ocupada. De que adianta tirarem os bandidos de lá e eles virem para cá? — perguntou uma moradora.
Matéria originalmente publicada no Extra Online
Segundo moradores — que não se identificam por medo de represálias —, cerca de 40 bandidos invadiram o Preventório. Alguns deles estão armados com fuzil e pistolas. O grupo circularia por ruas, becos e vielas, sem fazer questão de se esconder.
— Isso aqui já foi um morro calmo. Está difícil a vida. A paz abandonou a nossa comunidade já há algum tempo... — desabafou um morador.
Secretário de Segurança e Controle Urbano de Niterói, o coronel Ruy França disse ter sido procurado por um grupo de moradores da comunidade há duas semanas. Assustados com a presença dos invasores, eles pediram providências ao oficial.
Para os moradores, porém, as operações não atingiram o objetivo principal: expulsar os invasores.
— Eles continuam aqui. O que a gente precisa é que o Preventório seja ocupado pela polícia de forma definitiva, assim como a Mangueira foi ocupada. De que adianta tirarem os bandidos de lá e eles virem para cá? — perguntou uma moradora.
Matéria originalmente publicada no Extra Online
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