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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Reeleito, Eduardo Paes não cumpre promessa de campanha e aumentará IPTU

Além de não reconhecer como promessa de campanha o compromisso de não reajustar o IPTU, prefeito passará a cobrar também de quem ainda não paga o imposto.  Para ele, quem não corre mais o risco de levar um tiro na cara em áreas violentas será obrigado a contribuir com IPTU, mesmo não recebendo a mesma atenção, o mesmo tratamento e a mesma infraestrutura de lugares nobres do Rio. Cobrar imposto de quem não tem áreas de lazer, ruas asfaltadas, saneamento básico, postos de saúde, ... é no mínimo uma atitude insana e covarde.


RIO - Em 2008, ao ser eleito pela 1ª vez, Eduardo Paes assinou sem questionar a lista de promessas que havia feito. Reeleito, recebeu O GLOBO após ter 3 dias para analisar o que havia sido publicado com base em declarações na campanha eleitoral e em seu programa de governo. Fez ajustes para ser devidamente cobrado daqui a 4 anos e não reconheceu como promessa de campanha o compromisso de não reajustar o IPTU.

PROMESSAS

IPTU

"Ainda não sei (qual seria o eventual potencial de aumento). O que digo é que o IPTU está com problemas. E não é só na planta de valores. O que admito é olhar a questão do IPTU, o que não resultará necessariamente em aumento. Você tem dois terços da cidade que não pagam imposto. É justo? Também a realidade do Rio mudou. No passado, foi criado um redutor para as áreas violentas, próximas às favelas, que, agora, estão pacificadas. A pessoa, hoje, que mora no pé do Pavão- Pavãozinho tem esse redutor. Não é sanha arrecadatória. É questão de justiça fiscal, porque o sistema não está organizado. Há muitos instrumentos no Estatuto das Cidades e no Plano Diretor que a gente não usa, como o IPTU progressivo. Estamos estudando.

Não quero assinar isso (manter o sistema atual de cobrança de IPTU sem qualquer revisão da planta de valores). Não estou dizendo que eu vá fazer. O que existe é uma série de estudos da Secretaria de Fazenda. A planta que está aí é da época do ex-prefeito Luiz Paulo Conde. Este ano não vou fazer. Nem sei se vou fazer de 2013 para 2014, de 2014 para 2015 ou de 2015 para 2016. O que digo é que existem distorções na planta de valores e que a gente precisa olhar isso com atenção."

Matéria originalmente publicada no O Globo Online

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

ELEIÇÕES 2012: Eduardo Paes dispara telemarketing pra todo mundo, incomoda geral e pede para que votem nele


Rio - A segunda-feira foi de planejamento para a maior parte dos candidatos ao Palácio da Cidade — apenas Marcelo Freixo (PSOL) teve agenda de rua. Mas, mesmo cumprindo apenas agenda de prefeito, Eduardo Paes (PMDB), candidato à reeleição, agitou a campanha por conta de ação de telemarketing disparada para eleitores de várias áreas da cidade. Alguns chegaram até a reclamar junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

“Acho um absurdo. Como conseguiu o meu número de telefone? É um abuso ligar para a casa das pessoas. Reclamei com o TRE”, reclamou Tatiana Lima, que ouviu mensagem com a voz de Paes na noite de domingo, convidando-a para conhecer seu perfil numa rede social. A mesma mensagem foi parar, denunciou a Regional 3 do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação, na casa de servidores da Educação.

A coligação ‘Somos um Rio’, de Paes, informou que “não foram utilizados cadastros da prefeitura e, também, nenhum outro”, e que “as fontes utilizadas na ação são públicas”.


O presidente do TRE, desembargador Luiz Zveiter, informou que a Lei Eleitoral não proíbe e nem autoriza o telemarketing, ou seja, não há norma específica para uso do serviço. O que não pode, destaca o desembargador, é a compra de banco de dados. E o eleitor tem que ter a oportunidade de rejeitar. “É preciso obter o banco de dados de forma própria, sem custo. Se houver denúncia de irregularidade, cabe ao Ministério Público investigar”, afirma.

O uso de telemarketing não será, ao que tudo indica, regra entre os candidatos. Marcelo Freixo (PSOL), que ontem panfletou no Centro do Rio, não vai usar. Aspásia Camargo (PV) não descarta o recurso, mas não tem projeto para tal agora. Otavio Leite (PSDB), também não deve lançar mão. A coligação ‘Um Rio melhor para os cariocas’ (DEM e PR), de Rodrigo Maia, informa que irá “usará ferramentas legais para divulgar propostas e não fará uso indevido de informações de cadastros”.

Matéria originalmente publicada no jornal O Dia Online

ELEIÇÕES 2012: Eduardo Paes até hoje não cumpriu promessas da campanha de 2008

Atual prefeito prometeu construir 100 mil casas, não conseguiu construir 1/5. 


Jornal Extra - Coluna Berenice Seara


ASSISTA AO VÍDEO

Fonte: YouTube

ELEIÇÕES 2012: Eduardo Paes caminha em Madureira e evita falar de gastos de campanha

O prefeito desconversou quando foi questionado por jornalistas sobre a previsão de gastos de sua campanha, de R$ 25 milhões, R$ 2 milhões a mais do que o total dos outros quatro principais adversários juntos


RIO - O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), candidato à reeleição, escolheu o bairro de Madureira, na Zona Norte do Rio, para fazer seu primeiro corpo a corpo de campanha. Paes chegou acompanhado dos senadores Lindbergh Farias (PT) e Francisco Dornelles (PP), que caminharam com o prefeito por apenas 15 minutos pelo centro comercial do bairro, pousaram para fotos e foram embora. O grupo que acompanhava o peemedebista enfrentou um trânsito caótico, escoltado por agentes da CET-Rio.

Paes caminhou também com secretários municipais e estaduais, entre eles o de Habitação Jorge Bittar (estadual). O prefeito desconversou quando foi questionado por jornalistas sobre a previsão de gastos de sua campanha, de R$ 25 milhões, R$ 2 milhões a mais do que o total dos outros quatro principais adversários juntos.

- Não sou comentarista de eleição. Cabe à imprensa avaliar e analisar. Eu respondo aquilo que cabe ao prefeito e ao candidato - disse Paes.

O candidato não contou com a presença de seu principal fiador político neste primeiro dia de campanha, o governador Sérgio Cabral (PMDB). Paes, no entanto, afirmou que, durante esta campanha, continuará pregando a parceria da prefeitura com os governos do estado e federal.

Matéria originalmente publicada no O Globo Online

ELEIÇÕES 2012: Eduardo Paes desvia dinheiro da educação para pagar contas de escolas de samba


Rio - Um total de R$ 46 milhões que deveria ter sido investido nas escolas do município do Rio foi usado para pagar dívidas de água e esgoto de seis escolas de samba, da Liga Independente (Liesa), do Sindicato de Empresas de Ônibus (Rio Ônibus), do Riocentro e da própria Prefeitura.

A constatação está na avaliação feita pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) sobre a gestão do prefeito Eduardo Paes no ano de 2011.

A confusão começou quando o governo estadual deixou de pagar R$ 57,6 milhões pelo uso de 292 escolas do município entre maio de 2004 e abril de 2009. O espaço era usado para cursos noturnos e, pelo acordo, o Estado deveria ressarcir a Prefeitura das despesas com conservação, preservação, segurança, água e esgoto das unidades emprestadas.

Paes participa da bateria da Portela
Por outro lado, a Cedae era credora de contas de água e esgoto de escolas de samba, do Rio Ônibus e do Riocentro. Essas contas estariam em nome da Prefeitura, titular de imóveis ocupados por essas instituições.

Ao assumir as “dívidas” com a Cedae, o Estado acabou usando o dinheiro que deveria ter investido nas escolas municipais para pagar contas da Beija-flor, Grande Rio, Imperatriz Leopoldinense, Vila Isabel, Portela e União da Ilha, além da Liesa, Rio ônibus e Riocentro.

Os nomes aparecem na lista que a Cedae encaminhou ao TCM como débitos do município. A prefeitura esclareceu que enviou à Cedae ofício informando que as matrículas do Riocentro e do Rio Ônibus não são dela. Em março, fez o mesmo em relação às agremiações carnavalescas. A Cedae prometeu mudar a titularidade.

Dinheiro pode voltar para o município

O dinheiro que foi usado para pagar as contas de escolas de samba, do Riocentro, Rio Ônibus e da Liesa podem voltar para o município.

Nesta terça-feira, O DIA mostrou que o TCM questionou o uso do dinheiro arrecadado com a taxa de Contribuição para Custeio de Serviços de Iluminação (Cosip).

A verba foi empregada para manutenção do ar condicionado edifício da RioLuz e para fazer reparo nos planos inclinados. A Prefeitura disse que está verificando os procedimentos adotados para realizar, se necessário, os devidos ajustes ou correções.

Matéria originalmente publicada no jornal O Dia Online

ELEIÇÕES 2012: Eduardo Paes lidera pesquisas de intenção de votos em áreas controladas por milícias

'Paes é responsável por crescimento de milícias', diz Marcelo Freixo


O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), candidato à Prefeitura do Rio,afirmou ontem, na sabatina Folha/UOL, que o prefeito Eduardo Paes (PMDB), líder nas pesquisas de intenção de voto, é um dos responsáveis pelo crescimento da atuação das milícias na cidade.

Freixo, que presidiu CPI sobre o tema na Assembleia Legislativa do Rio, afirmou que o peemedebista tira vantagem eleitoral com a ação das quadrilhas.

O socialista respondeu a perguntas de Paula Cesarino Costa, diretora da sucursal do Rio da Folha, Cristina Grillo, secretária de redação da sucursal, Danuza Leão, colunista do jornal, e Josias de Souza, colunista do UOL, no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, zona sul do Rio.

Milícias
Freixo disse que Paes tem responsabilidade pelo crescimento das milícias na cidade. Ele afirmou que a atual gestão apoia financeiramente centros sociais e tira benefício eleitoral do controle territorial dessas quadrilhas.
"Ele não é dono de milícia. Mas tem responsabilidade no crescimento das milícias. [...] Significa que se possa prender o prefeito? Não é assim. Mas é necessário um debate sobre a responsabilidade política do quanto esses grupos criminosos têm na sua base eleitores que interessam não só à milícia, mas a muitos que lucram com esse domínio."
O candidato criticou a atual gestão por não ter feito licitação para motoristas individuais, proposta feita pela CPI das Milícias e apresentada ao atual prefeito em 2008.
"Tem foto publicada em vários lugares do atual prefeito com donos de cooperativas de vans, muitos deles indiciados, presos ou mortos."
Em 2009, a prefeitura realizou licitação para o transporte alternativo na qual só participariam cooperativas.
No ano passado, cancelou contratos após reportagem do "Fantástico" mostrar pagamento de propina nas cooperativas. As permissões passaram a ser individuais.
Procurado pela Folha, Paes não quis comentar.


UPPs
Freixo fez críticas ao projeto das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora). Ele disse que a instalação se preocupa mais com o turismo na zona sul do Rio do que com a redução da violência na Baixada Fluminense, onde não há UPPs. "A UPP não é um projeto de segurança pública, é um projeto de cidade."

Falta de alianças
O candidato disse que a falta de alianças atrapalha por lhe dar pouco tempo de TV. Mas afirmou ter optado por uma "aliança com a sociedade civil" e criticou a megacoligação formada por Paes, com 20 partidos.

Chico e Caetano
Ele afirmou ser bom ter o apoio dos cantores Caetano Veloso e Chico Buarque. Mas minimizou o efeito da presença dos dois na campanha. "Ninguém ganha eleição por causa do apoio de artista."
Os dois farão show em um teatro do Leblon no dia 11 para levantar fundos para a campanha de Freixo.

Apoio de ricos
O candidato do PSOL atribuiu seu bom desempenho no eleitorado mais rico e escolarizado ao "acesso à informação". "Quem tem mais acesso à informação consegue ter mais simpatia. Não é porque é rico. Mas porque tem acesso à informação."

Olimpíada
Freixo disse que manterá "relação republicana" com o COI. E indicou que poderá rever decisões tomadas para os Jogos. "Vamos cumprir todos os contratos a começar por um: a Constituição."

Carnaval
Ele defendeu a criação de comissão para aprovar ou não a subvenção para escolas de samba e que não seja investido dinheiro público em enredos patrocinados. "A liberdade da escola é total [para escolher o enredo]. Mas se resolve vender o desfile a um patrocinador e usar o tempo de desfile para fazer propaganda, tira a necessidade de dinheiro público."

Ameaças
Freixo negou que tenha saído do país em novembro para explorar eleitoralmente as ameaças que sofria.

Matéria originalmente publicada na Folha de São Paulo

ELEIÇÕES 2012: Eduardo Paes nega que evento com políticos envolvidos em crimes tenha sido secreto

Mas porque então prefeito, o senhor evita ser fotografado com políticos envolvidos com traficantes e milicianos que o apoiam?


RIO - Dois dias após participar do lançamento da campanha do vereador Chiquinho Brazão (PMDB), onde dividiu o palanque com políticos investigados, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, candidato à reeleição pelo PMDB, negou nesta quarta-feira que esta agenda tenha sido secreta.

Paes alegou que não poderia divulgar como compromisso oficial um evento organizado por outro candidato.

Paes pediu votos na noite de segunda-feira, na Taquara, num comício ao lado do deputado federal Eduardo Cunha e do deputado estadual Domingos Brazão, irmão de Chiquinho, todos do PMDB. Cunha e Domingos Brazão são investigados por irregularidades.

Nesta quarta-feira, Paes falou sobre a aparição ao lado da família Brazão, de Cunha e de outros aliados, como o deputado estadual Pedro Augusto (PMDB) e presidente regional da sigla, Jorge Picciani.

No último sábado, Paes já havia caminhado, em Campo Grande, na Zona Oeste, na companhia do candidato a vereador pelo PT Marcelo Sereno, afilhado político de José Dirceu, réu no mensalão e ex-ministro da Casa Civil do governo Lula.

Preocupação com candidatos

Na segunda-feira, antes de o prefeito seguir para o comício, a assessoria de imprensa de Paes, por duas vezes, negou ao GLOBO que o prefeito participaria de outro compromisso público ainda naquele dia.

A orientação da cúpula da campanha de Paes é de que o prefeito não inclua na agenda pública eventos com candidatos a vereador da coligação do PMDB, que conta com outros 19 partidos. A preocupação é evitar constrangimentos ao ser fotografado ao lado de políticos envolvidos em crimes, principalmente com milícias e com tráfico.


Segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), Cunha é investigado por suposto tráfico de influência na Refinaria de Manguinhos. Brazão consta no inquérito da Polícia Federal que investigou a máfia dos combustíveis no Rio, em 2004, que adulterava o produto e o vendia com notas fiscais falsas. Ele não é réu no processo da Justiça Federal.

Contra Brazão, ainda há dois inquéritos no Ministério Público. Um apura o suposto envolvimento dele e de assessores em pagamentos irregulares do auxílio-educação na Assembleia Legislativa do Rio; o outro, o possível uso irregular de tarifa social na conta de água (benefício dado pela Cedae à população carente) por condomínios de classe média em troca de votos, em 2006.

Matéria originalmente publicada no O Globo Online

ELEIÇÕES 2012: Eduardo Paes faz agenda secreta ao lado de políticos investigados

Domingos Brazão é citado num processo da máfia dos combustíveis. Eduardo Cunha é investigado por suposto tráfico de influência na Refinaria de Manguinhos. Por que será que a presença do atual prefeito do Rio ao evento não estava no programa oficial do candidato? O que mais o senhor anda fazendo escondido que o povo não pode saber?


RIO - A agenda era secreta, e os aliados, de longa data. Na segunda-feira, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, candidato à reeleição pelo PMDB, participou do lançamento da campanha do vereador Chiquinho Brazão (PMDB) na Taquara, Zona Oeste. Às 21h, sorridente, Paes cruzou a quadra do Clube Recreativo Português diante de cerca de mil pessoas e subiu no palanque para pedir votos. Ao seu lado, estavam o deputado estadual Domingos Brazão e o deputado federal Eduardo Cunha, ambos do PMDB. Brazão é citado num processo da máfia dos combustíveis. Cunha é investigado por suposto tráfico de influência na Refinaria de Manguinhos.

— Estamos reunidos hoje (segunda-feira) para engajar, agrupar e para ir às ruas juntos. Esta é a militância dos amigos da família Brazão — disse Cunha, um dos primeiros a discursar.

Desde 2004, Domingos aparece nas investigações da Polícia Federal sobre a máfia dos combustíveis no Rio, que adulterava o produto e o vendia com notas fiscais falsas. O processo tramita na Justiça Federal desde 2006.

Já Cunha é investigado num inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) fruto de um relatório da Polícia Civil do Rio. Há suspeitas de que o deputado tenha feito parte de um esquema de fraude e tráfico de influência dentro da Refinaria deManguinhos. No mesmo inquérito de Cunha, também figura como investigado o candidato a vereador pelo PT Marcelo Sereno, afilhado político de José Dirceu, réu no mensalão. No último sábado, Paes fez caminhada com Sereno em Campo Grande, na Zona Oeste.

Matéria originalmente publicada no O Globo Online

ELEIÇÕES 2012: ‘Não te interessa’, diz Eduardo Paes sobre campanha com afilhado de réu no mensalão

CUSPARADA NA CARA!!! Essa é a forma com que as autoridades reagem quando são questionadas sobre atos suspeitos e promíscuos que os cercam. Interessa e muito ao povo saber também o que o secretário de urbanismo da prefeitura estava fazendo junto com Sérgio Cabral na FARRA em Paris?


RIO - O candidato à reeleição e prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), demonstrou irritação ao ser questionado neste domingo sobre a participação do candidato a vereador Marcelo Sereno, do PT, no ato de campanha ontem em Campo Grande, na Zona Oeste, como revelou O GLOBO. Sereno é afilhado político de José Dirceu, um dos 38 réus do julgamento do mensalão. Ao ser perguntado se havia convidado Sereno para o ato de campanha, Paes disparou:

— Não te interessa — disse ele ao repórter.

Anteriormente, Paes tentou se esquivar de responder sobre o encontro com Sereno.

Matéria originalmente publicada no O Globo Online

ELEIÇÕES 2012: Marcelo Freixo pede proteção para campanha em áreas controladas por milícias


Rio - No segundo dia de campanha à Prefeitura do Rio de Janeiro, o candidato Marcelo Freixo (PSOL) esteve ontem pela manhã no calçadão de Campo Grande, na Zona Oeste, região controlada por milícias, conforme relatório da ‘CPI da Milícia’. Desde 2008, quando presidiu a comissão de inquérito na Assembleia Legislativa, Freixo recebe ameaças de morte.

O candidato confirmou que encaminhou um ofício ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), à Secretaria de Segurança e ao comando da Polícia Militar informando que faria campanha na Zona Oeste e em favelas. “Pedi garantias não só para mim, mas para os todos candidatos poderem circular livremente em toda a cidade”, disse Freixo ao chegar na Rocinha, no início da noite, onde participou de um sarau de poesias na Via Ápia.


Matéria originalmente publicada no jornal O Dia Online