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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Deputado Domingos Brazão diz que já mandou matar durante discussão com Cidinha Campos na Alerj

“Mando matar vagabundo mesmo. Sempre mandei. Mas vagabundo. Vagabunda eu ainda não mandei matar”, teria berrado o deputado, de acordo com o relato de vários parlamentares e funcionários da Alerj. “É melhor ser puta do que ser matador e ladrão”, rebateu a deputada. (O Dia)

Imagem: Reprodução / O Dia Online

— Essa é a média moral que predomina, não só na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) mas, em todas as casas parlamentares do Brasil. Podemos dizer que, salvo raríssimas exceções, a classe política brasileira é a escória da sociedade. A qualidade ética, moral e comportamental dos políticos brasileiros é muito inferior à média moral da população brasileira. Não se assustem quando algo assim acontece, porque estamos diante da expressão pura e acabada do que é o político brasileiro. E quem acha que esse é um discurso que desqualifica a política ou o papel do político, está enganado. É um discurso que desqualifica a política praticada por essa geração, que aliás, é igual a muitas anteriores.

Particularmente, eu adoro quando figuras públicas se desentendem e se engalfinham. Sou apoiador do princípio de que, em caso de bate-boca e quebra-quebra entre eles, daria uma arma pra cada um, poria num estádio com portões abertos, ampla distribuição de sanduíche e refresco e deixava-os se matar. Que se matem!!!

O meu medo é quando eles se acertam no campo político, jurídico e financeiro. A história mostra que vossas excelências se protegem, se acumpliciam e se associam muito. E nessa parceria que fazem sempre em nome das instituições, sobra sempre para o contribuinte pagar a conta. Os políticos não são o que dizem que são. As instituições que eles tanto defendem são conveniências de momento, valem muito quando servem e não valem nada quando não servem. Fingem que levam isso a sério e quando querem, demonstram o que verdadeiramente são.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Deputada Cidinha Campos (PDT) ofende o povo do Rio e chama eleitores de mentirosos após derrota de seu filho nas urnas

"Cambada de mentirosos! Distribuímos uma ‘pá’ de ‘santinhos’! O que eles fizeram? Não eram de papel; portanto, não fizeram aquilo; eram de plástico. Tiraram ‘sarro’! O eleitor mente muito! Eu nunca andei tanto! Sabe como eu faço minha campanha, vou descansar em Nova Iorque! Não gosto de campanha!", disse ela.
Essa é a forma com que os políticos reagem quando são contrariados pelo princípio da essência democrática do voto. Esse é o nível da política no Brasil.


Depois da deputada estadual Clarissa Garotinho (PR) criticar o governador Sérgio Cabral (PMDB), o prefeito Eduardo Paes (PMDB) e os petistas condenados por corrupção ativa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na tarde desta quinta-feira (10), na Assembleia Legislativa, Cidinha Campos (PDT) disparou para todos os lados.

ASSISTA AO VÍDEO
Deputada diz nas entrelinhas que eleitores não usaram santinhos como papel higiênico porque eram de plástico 

Primeiro atacou a família Garotinho e ironizou a votação inexpressiva recebida pela chapa Rodrigo Maia (DEM) e Clarissa. "Algema um ao outro (Rosinha e Anthony Garotinho) e entrega à Justiça. São Caipriras do mato, vivem gordos, obesos e maltratados. E o voto zero, da filha do diabo (Clarissa) com o filho do coisa ruim (Rodrigo)?", disparou.

Depois, Cidinha falou da derrota de seu filho, Ricardo Campos, que concorreu à Câmara do Rio. A moça chamou os eleitores de mentirosos, por terem recebido materias de campanha do aspira e não ter votado nele.

"Cambada de mentirosos. Tiraram sarro de uma pessoa de boa fé, leal, cheio de propostas. E votaram em quem? Na Mãe Loira do Funk (Verônica Costa, eleita pelo PR). Ela está respondendo por tortura e tentatiuva de homicídio", concluiu.

Extra Online - Coluna Berenice Seara

domingo, 22 de julho de 2012

Para escapar da CPI e se livrar da imprensa, Sérgio Cabral recorre a sua puxa-saco Cidinha Campos e até desafetos políticos

Desesperado, governador usou várias pessoas para se blindar e evitar sua convocação à Comissão Parlamentar de Inquérito. Peemedebista também procurou o ex-desafeto Eduardo Cunha

Foto/Divulgação: site Cidinha Campos
No recolhimento forçado, Cabral causou pelo menos duas surpresas aos aliados. A primeira foi a iniciativa de reaproximar-se do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com quem mantinha relação conflituosa. Durante a crise, os dois se encontraram. Foi a Polícia Civil de Cabral que, há três anos, colheu a voz de Cunha em gravações telefônicas durante a Operação Alquila, lançada para investigar um esquema de fraude fiscal envolvendo a Refinaria de Manguinhos. O grampo custou a Cunha a dor de cabeça de enfrentar um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF). Agora, o mesmo Cunha se movimenta para tentar blindar o governador nos desdobramentos da CPI do Cachoeira.

A segunda surpresa foi uma inesperada visita à deputada estadual Cidinha Campos (PDT-RJ), que recuperava-se em casa de uma cirurgia. Quem conhece a rotina do governador, sabe que nunca sobra tempo na agenda para receber parlamentares. Paulo Duque, que o substituiu no Senado Federal quando Cabral concorreu ao governo, em 2006, reclamava na época de só ter recebido um único telefonema do governador, embora tivesse sido leal e não mudado um único funcionário do gabinete.

Cabral também usou o deputado federal Leonardo Picciani (PMDB) para acompanhar de perto todos os movimentos da CPI. O parlamentar é filho de Jorge Picciani, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, de quem Cabral até então mantinha divergências quanto ao rumo do PMDB nas eleições do Rio. O governador também recorreu ao senador Aécio Neves (PSDB). O tucano convenceu três dos cinco integrantes do partido a votar contra a convocação de Cabral para depor na comissão. O peemedebista foi dispensado da CPI por 17 votos a favor e 11 contra.

- O Aécio foi fundamental neste processo - disse um aliado de Cabral.

Na capital, os adversários do prefeito Eduardo Paes estão divididos sobre usarem ou não na campanha eleitoral fotos e vídeos divulgados em abril por Garotinho onde aparecem Cabral e secretários estaduais - alguns deles flagrados dançando com guardanapos na cabeça - em passeios e jantares em restaurantes de luxo em Paris, em 2009.

- Não adianta agora o Paes dizer que não tem nada a ver com Cabral. Eles têm o mesmo projeto de poder. As imagens (de Paris) serão mostradas no meu programa, mas sem baixarias - disse o deputado estadual Marcelo Freixo, pré-candidato a prefeito pelo PSOL.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Deputada Janira Rocha diz que Cidinha Campos, capacho de Sérgio Cabral, tem comportamento senil na Alerj

Senilidade, segundo a Revista de Psicofisiologia, é o processo patológico de envelhecimento e é acompanhado da desorganização mental


Extra Online - Coluna Berenice Seara

Deputado Marcelo Freixo chama Cidinha Campos de desqualificada, critica Sérgio Cabral e Eduardo Paes

SRZD.com


RIO - Marcelo Freixo havia acabado de discursar na última sexta-feira, pelo comício semanal do PSOL, próximo à Avenida Rio Branco, no coração do centro da cidade do Rio de Janeiro, quando foi abordado pela equipe de reportagem do SRZD, que solicitou prontamente uma entrevista exclusiva. Sem receio do inesperado, o deputado estadual e pré-candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, aceitou o convite de bom grado e atencioso não fugiu a nenhum questionamento proposto.

Em pouco mais de 15 minutos de conversa, Marcelo Freixo rebateu acusações da deputada estadual Cidinha Campos, afirmou que o prefeito Eduardo Paes tem medo do debate, criticou o projeto das "UPPS", o governador, e disse não temer enfrentar a máquina do Estado nas eleições deste ano.

Confira abaixo a íntegra da entrevista com Marcelo Freixo:

A deputada estadual pelo PDT, Cidinha Campos acusa o senhor de desperdiçar dinheiro publico ao utilizar um número que seria, segundo palavras da própria deputada, desnecessário de seguranças. Mesmo com as inúmeras ameaças de morte recebidas pelo deputado, ela afirma que utiliza seu "efetivo particular" mais como instrumentalização político-publicitária que por defesa pessoal. O que tem a dizer a partir da denúncia?

Sobre o número de seguranças que tenho, convido você, assim que terminar esta entrevista, a conhecê-los e poderá constatar que é um contingente razoável perto das denúncias que recebo de ameaças de mortes desde a CPI das Milícias.

E a Cidinha?

Não vou responder a uma deputada de tamanha desqualificação porque não tem valor moral para isso. É uma pessoa que quando o governador estadual atual (Sérgio Cabral) era presidente da Assembleia Legislativa, dizia claramente que ele se tratava de um ladrão, que não tinha como explicar a casa suntuosa que tem emMangaratiba e hoje ela freqüenta esta mesma casa em reuniões.

O PMDB doou dinheiro para a deputada, fez isso nem para o próprio deputado do PMDB, mas estranhamente, doou para ela. A deputada está a serviço de umprojeto podre. É lamentável que uma pessoa ganhe idade e perca dignidade.

Desviando agora o assunto para eleições, uma vez que o senhor é pré-candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro pelo PSOL, você afirmou em entrevista recente ao jornalista Juca Kfouri, na "ESPN Brasil", que o atual Prefeito, Eduardo Paes, estava morrendo de medo de enfrentá-lo em um debate, por quê?

Não é necessariamente comigo, mas qualquer debate. Eles têm medo de debater. A prefeitura virou um balcão de negócios e a verdade é que para eles um segundo turno é muito ruim, mas seria bom para a cidade.

A próxima eleição vai definir o Rio de Janeiro nos próximos 30 anos, porque não se muda um panorama em quatro, oito anos. Nós queremos um debate aprofundado.

Vamos provocar um segundo turno, contrastar os projetos, ver o que cada um pensa, não só eu, o Eduardo Paes, mas todos os candidatos, sobre saúde, educação, transportes, para que a cidade e a democracia ganhem com isso. O debate é mais importante do que propriamente quem vai ganhar a eleição.

Você vem afirmando recentemente que a UPP é um "projeto de cidade" do Rio de Janeiro. No que consiste exatamente esse projeto?

A UPP claramente não é um projeto de segurança pública. É um projeto de cidade que tem seus méritos, acertos. É mais valoroso ter a polícia no local do problema que a presença do tráfico, isso é indiscutível. No entanto, o mapa das UPPS revela um projeto que abrange o corredor hoteleiro, o entorno do Maracanã, a zona portuária e a Cidade de Deus. A escolha das áreas para receber as UPPS está relacionada aos grandes investimentos, por isso, um projeto de cidade, não de segurança pública.

Não se investe em outra coisa a não ser a presença da polícia. Está aí um grande erro. Não tem orçamento para outras áreas. É na hora de você fazer o orçamento que diz para quem governa. Quem diz que governa para todo mundo mente para alguém. No projeto atual não está prevista uma UPP social. Isso pode levar o projeto da UPP como um todo a um desastre no futuro.

Mas o Secretário de Segurança do Estado, Jose Mariano Beltrame, afirmou que haverá UPP em Niterói, configurando um caso fora desse projeto de cidade...

Pode até chegar realmente á Niterói, mediante a crise que a cidade vive no momento, mas não faz parte do projeto original.

O deputado não teme que a máquina do Estado seja utilizada contra você nas próximas eleições. Na última disputa da prefeitura há quem denuncie que a votação do segundo turno foi agendada para um feriado de modo a esvaziar a cidade e em consequência, grande parte do eleitorado do Fernando Gabeira, candidato na ocasião. Você não se preocupa que algo similar ocorra novamente?

Nós vamos enfrentar tudo. São 19 partidos, fora a CBF. Temos que superar um grande esquema do lado de lá, mas como diz o Marcelo Yuka, todo gigante tem canela fina. Nós vamos para a disputa. Nossa pré-candidatura, que será candidatura em breve, precisa de um debate. Tem que ter segundo turno. Se a gente chegar num segundo turno é 0 a 0 e aí vamos ver o que acontece. Sabemos que saímos em desigualdade, mas vamos enfrentá-la.

- Paes vai pedir decretação de feriado nos dias 20, 21 e 22 de junho.

Matéria originalmente publicada no site Sidney Resende

Deputada Cidinha Campos, lambe-botas de Sérgio Cabral, tem ataque de pelanca e se diz vítima da internet

Prezada deputada, o povo quer saber porque a senhora tornou-se, da noite para o dia, amiga e defensora número um de Sérgio Cabral após doze anos de intensos ataques contra o mesmo e denunciá-lo por corrupção. O que levou a mudar de postura tão repentinamente? 


Veja o discurso do deputado Paulo Ramos sobre a mudança de postura de Cidinha Campos na Alerj com relação ao então governador Sérgio Cabral 


Deputada Cidinha Campos, bajuladora de Sérgio Cabral, teve seu pedido de cassação contra Janira Rocha arquivado


Jornal Extra - Coluna Berenice Seara

sexta-feira, 9 de março de 2012

O Globo faz média com a opinião pública e explana nomes de deputados que votaram pelo aumento abusivo das barcas

Mais uma vez, as Organizações Globo tentam disfarçar conivência com o governo Sérgio Cabral divulgando a lista de deputados que votaram a favor da nova tarifa das barcas. Será que o jornalismo global está com medo de sofrer represálias?



RIO - Os deputados estaduais que votaram em dezembro a favor do projeto de lei 1.145/11, de autoria do Poder Executivo, que institui uma nova estrutura tarifária para as barcas, incluindo o subsídio por parte do governo estadual.

Alexandre Correa – PRB / André Ceciliano – PT / André Corrêa – PSD / André Lazaroni – PMDB / Aspásia Camargo – PV / Átila Nunes – PSL / Bebeto – PDT / Bernardo Rossi – PMDB
Bruno Correia – PDT / Cidinha Campos – PDT / Comte Bittencourt – PPS/ Coronel Jairo – PSC
Dionísio Lins – PP/ Dr. José Luiz Nanci – PPS / Edson Albertassi – PMDB / Geraldo Moreira – PTN
Gerson Bergher – PSDB / Graça Matos – PMDB / Gustavo Tutuca – PSB / Inês Pandeló – PT
Iranildo Campos – PSD/ Jânio Mendes – PDT / João Peixoto – PSDC / Luiz Martins – PDT
Márcio Pacheco – PSC / Marcus Vinícius – PTB / Nilton Salomão – PT / Paulo Melo – PMDB
Pedro Fernandes – PMDB / Rafael do Gordo – PSB / Roberto Henriques – PSD /Robson Leite – PT
Rogério Cabral – PSD / Rosângela Gomes – PRB / Rosenverg Reis – PMDB / Sabino – PSC
Samuel Malafaia – PSD / Thiago Pampolha – PSD / Waguinho – PRTB / Zaqueu Teixeira – PT

quinta-feira, 8 de março de 2012

IDOLATRIA! Deputada Cidinha Campos faz barraco para defender os FANFARRÕES Sérgio Cabral e Eduardo Paes

"A deputada (Cidinha) passou a atuar de forma firme depois que perdeu seu programa na Band, quer aproveitar a TV Alerj. Ela ataca os deputados de oposição para ver se Cabral dá um patrocínio a ela", ironizou Clarissa.


Extra Online - Coluna Berenice Seara

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Band Rio troca Cidinha Livre, vitrine de Cabral, por ‘Power Rangers’


São Paulo - A Band demitiu a deputada estadual Cidinha Campos (PDT). A dispensa foi comunicada ontem, logo após a última exibição do programa ‘Cidinha Livre’, que era transmitido de segunda a sexta-feira, das 14h às 15h. Segundo a deputada, que tinha contrato até abril, a emissora alegou que a atração era “muito cara”. A assessoria de comunicação da Band informa que a decisão é “uma estratégia de programação da emissora, que vai alinhar o horário com a rede”. Hoje, no lugar será exibido o desenho animado ‘Power Rangers’. Com Cidinha, foram dispensadas outras 19 pessoas, de sua produção.

Fazendo o caminho inverso está o ex-deputado federal Fernando Gabeira (PV), que decidiu não se candidatar este ano justamente para se dedicar ao trabalho na Band, como declarou a O DIA domingo. Gabeira vai assinar contrato amanhã, em São Paulo. “Vou atuar em várias linhas”, diz. A Band nega que as medidas estejam relacionadas.

Matéria originalmente publicada no jornal O Dia Online

ÓTIMO: Deputada que fazia programa é demitida

Band Rio dispensa Cidinha Campos e tira da grade o "Cidinha Livre". Emissora alega que seu espaço dava prejuízo

Portal da Imprensa

Uma notícia pegou de surpresa, nesta terça-feira (31), os profissionais que faziam parte da equipe do programa “Cidinha Livre”, exibido pela Band Rio, e apresentado pela deputada estadual Cidinha Campos.

Após o fim da edição desta terça, a direção da emissora informou que todos os jornalistas, bem como a apresentadora, estavam demitidos e que atração sairia do ar. Segundo informa o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ), são cerca de vinte os profissionais desligados: três repórteres, cinco produtores, três editores, um assistente de câmera e três estagiários, entre outros profissionais.

A justificativa do canal aos demitidos foi que o espaço na grade de programação era deficitário e que daria mais despesas do que receita. “Disseram que o programa é muito caro, mas é o de maior audiência de produção carioca”, disse Cidinha Campos, em entrevista do SJPMRJ.

De toda a equipe que compunha o “Cidinha Livre”, somente três cinegrafistas foram mantidos na emissora. A grande queixa dos funcionários mantidos é que não foi dado nenhum aviso anterior, tanto que o programa foi ao ar nesta terça-feira normalmente.

Enquanto nenhuma outra atração ocupa o espaço deixado por Cidinha Campos, a Band Rio exibirá a programação de São Paulo.

A redação do Portal IMPRENSA ainda não conseguiu contato com a Band para comentar as demissões.

(OP): Lamento a demissão dos colegas jornalistas. A pergunta que não quer calar:  Por que a deputada Cidinha Campos, opositora ferrenha de Sérgio Cabral, passou a ser sua amiga e defensora número 1 da noite pro dia?
"Era a maior opositora e agora deveria até assumir a posição de líder do Governo", diz o deputado Paulo Ramos.
"A deputada Cidinha Campos defende o Governo com tal garra que alguém fica a pensar no que terá acontecido, qual terá sido o preço para uma mudança tão radical de posição? Dizem que há recursos do Estado financiando um programa de televisão."
No vídeo abaixo, o deputado Paulo Ramos "não entende" a estranha e repentina mudança de postura de Cidinha Campos com relação ao Governador Sérgio Cabral.


Matéria originalmente publicada no Portal da Imprensa