— Não tem guerra nenhuma. O Supremo Tribunal Federal e o Congresso estão trocando farpas a mais de uma semana. Mas como eu sei que eles são farinha do mesmo saco e sempre foram, todos os políticos vão se compor rapidinho. E tudo que a gente estava chamando de guerra institucional, vai virar pó. Não vai acontecer nada.
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| Imagem: Reprodução / Estadão.com.br |
sexta-feira, 10 de maio de 2013
FALSA GUERRA: Comissão aprova projeto que dá direito ao Congresso de derrubar decisões do STF
Supremo Tribunal Federal pode fazer novo julgamento e não aplicar penas aos réus condenados do mensalão
— Depois de atrair a opinião pública para acompanhar o julgamento do supremo. Depois de ter divulgado condenações de um processo que se arrasta a mais de 5 anos. Depois de ter anunciado que essas condenações implicavam em prisões e tudo mais. O STF vai voltar atrás pra dizer que o que foi dito não está dito, não vale. Quem seria preso não será mais. Não estou nem analisando a culpa dos réus. Faz de conta que eles são sagradamente inocentes. Mas que nos processos, os ministros concluíram que eles são culpados. Em suma, foram julgados e condenados pela mais alta côrte do país.
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| Imagem: Reprodução / Estadão.com.br |
Aí, sei lá quantos meses depois, a mais alta côrte do país diz o seguinte: Ah, não é bem isso. Vamos voltar atrás. Me parece que vamos caminhar para um escândalo gigantesco que reforça a imagem de impunidade que predomina no Brasil. Esse sentimento de impunidade se justifica porque é uma verdade predominante. E ele é maior ainda porque se dá nos altos escalões. Essa gente está blindada por ela própria. O estado brasileiro blinda a si e aos seus agentes como a sociedade é incapaz de se blindar.
Num país onde a sensação de impunidade é plena, e que ela privilegia muito mais quem está no andar de cima do que no de baixo. Que está discutindo a redução da maioridade penal de forma apaixonada, porque quer reduzir a impunidade. Gente querendo fazer como na Inglaterra. Lá, a partir dos 13 anos, o cara responde criminalmente pelos seus atos.
Concordo que o sentimento de revolta e indignação produzem um debate voltado para a redução da maioridade penal, porque a sociedade brasileira não aguenta mais tanta impunidade. Então, vamos supor que a lei seja aprovada e ponha os garotos na cadeia. Vamos nessa! Pau no burro!
Aí, lá no alto escalão, o Supremo Tribunal Federal libera políticos, empresários, ministros e ninguém vai em cana. Depois do mensalão do PT, vem o mensalão tucano que envolve os figurões do PSDB. Vamos nessa, a vida segue. Aí, você se pergunta: Alguma coisa está fora da ordem?
Uma sociedade que quer botar na cadeia jovens criminosos de 15 anos e deixá-los poe lá 30 anos, não quer se vingar, ela quer o fim da impunidade como instituição nacional. Impunidade essa que poupa o funcionário público, que poupa o banqueiro, que poupa o policial militar, que poupa o ministro. Enfim, que poupa toda categoria que tem poder nesse país. Será que o fim da impunidade será mais objetivo se ela acabar a partir do mais alto escalão? E desse mais alto escalão vir contaminando a sociedade brasileira. Ou acabará começando num moleque de 13 anos?
Pra gente fazer da cadeia e da impunidade um exemplo, é preciso que ele comece em quem tem poder pra propagar esse exemplo. E quem tem esse poder é a mais alta côrte. É preciso que as leis sejam aplicadas nos maiores figurões do país. Porque se ficar prendendo só o pé de chinelo da esquina, por mais que ele tenha cometido um crime bárbaro, o quadro social não mudará. A relação de impunidade não mudará. O sentimento de que estamos sendo manipulados não mudará e a vida continuará do jeito que está.
Se você está numa tribo, quem dá o exemplo é o cacique, é o chefe, é o líder, é quem está no topo. Aí, essa tribo é submetida aos rigores de uma vestimenta de lã até o pescoço com manga comprida por causa do pudor durante 365 dias. E só o cacique fica andando nu. É notório que o efeito propagador desse mau exemplo é dilacerante. Aí, você pega uma criança indígena correndo sem roupa na tribo nesse contexto. Você concordará que o efeito propagador do mau exemplo pela criança é quase nulo.
Então, é mais ou menos isso que estou repercutindo.
Juízes e desembargadores do Rio podem receber auxílio-moradia retroativo
— Mais um escândalo no poder judiciário do Brasil, desta vez, envolvendo magistrados do Rio de Janeiro. Trata-se de um projeto que prevê o pagamento de auxílio-moradia para juízes e desembargadores do Estado, acompanhado de um absurdo adicional; o pagamento de auxílio-moradia retroativo. O que justifica a retroatividade? Supondo que a qualidade do serviço prestado pela justiça fosse uma maravilha e não a coisa indigente que é, o absurdo que é. Torturando as pessoas pela demora, pela falta de atendimento decente, pela perda de processos etc e tal. Supondo que funcionasse as mil maravilhas e o orçamento não estivesse ameaçado, ainda sim, essa iniciativa do auxílio-moradia é imoral e absolutamente indecente.
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| Imagem: Reprodução / Rádio Globo |
Me parece que a percepção dessa imoralidade é tão latente, que a presidente do Tribunal de Justiça do Rio preferiu sair pela tangente na abordagem do assunto quando foi questionada pela imprensa, diante da manifestação do Sindjustiça. Autoridades que tem consciência da lisura, da moralidade e do primado ético não receiam discuti-las abertamente com a sociedade.
Prezados do Tribunal de Justiça do Rio e da Assembléia Legislativa, por favor, não cometam essa molecagem, essa indecência, essa imoralidade. Vocês não têm o direito moral de fazer isso. O dinheiro é meu, é dos trabalhadores, é do meu imposto. Não usem o dinheiro público para essa "bordelização" em benefício próprio.
E não venham achar que o cidadão não pode se dirigir à vocês nesses termos, em função dessas circunstâncias. Excelentíssima presidente do Tribunal de Justiça do Rio, a senhora tem o dever moral de barrar, pela posição que ocupa, essa imoralidade. Não há aceitação possível na retroatividade baseada nesses termos para a aplicação do auxílio-moradia. O dever do funcionalismo público é servir a sociedade e não se servir do dinheiro público.
O meu ponto de vista, assim como de todos os cidadão, termina na questão central: O projeto é imoral, é indecente, é inaceitável, é uma cusparada na cara do contribuinte. Espero que o Tribunal de Justiça e a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro tenham o mínimo de pudor ao lhe dar com essa questão.
Desembargador revoga liminar da juíza Simone Gastesi Chevrand que proibia protesto contra a CCR Barcas
— Atendendo aos interesses da CCR Barcas, a juíza não só proibiu a manifestação democrática que usuários realizariam contra o aumento da tarifa, como também impôs uma multa de R$ 5 milhões contra o estudante de Direito que estava organizando o protesto. Uma atitude pra lá de suspeita e autoritária que favorecia os empresários das barcas. O desembargador Gilberto Campista Guarino, da 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, caçou essa liminar com a seguinte alegação: "A decisão da juíza fere as garantias de liberdade de manifestação de pensamento, além de ofender o disposto no artigo 5º, inciso 16º da Constituição do Brasil, segundo o qual, todos podem se reunir pacificamente sem armas em locais abertos ao público, independentemente de autorização. Desde que, não frustem outra reunião convocada para o mesmo local. Sendo apenas exigido um prévio aviso à autoridade competente".
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| Jornal O Globo - Coluna Ancelmo.com |
Lamentavelmente, o pior desse ato arbitrário foi ter frustrado, inibido e intimidado cidadãos que raramente se manifestam nesse país. E por causa disso, esse país é o que é, tem a justiça que tem e tem os governantes que tem. Esses manifestantes iam reivindicar um direito justo de serem respeitados por um serviço público que não os respeitam e o direito de não pagar mais por um serviço público que já não vale o que está sendo pago por eles.
A senhora, doutora Gastesi, associou a filosofia da sua liminar à lógica perversa e cruel com que a CCR Barcas trata milhares de cidadãos que lhe pagam o salário, desculpe lembrá-la.
Juíza Simone Gastesi Chevrand diz que fixou a multa em R$ 5 milhões baseada numa decisão semelhante há cerca de uma ano
Segundo a juíza, Raphael não foi ouvido porque a ação movida pela CCR Barcas tinha caráter de urgência. Sobre a entrega da decisão na sede do PSOL, a juíza explicou que o endereço foi fornecido pela concessionária.
"Senti repulsa e indignação. Já houve vários acidentes nas barcas, pessoas morreram, e todas as multas aplicadas à concessionária não passaram de R$ 1 milhão. E a CCR Barcas quer me multar em R$ 5 milhões por me manifestar, que é meu direito inalienável", desabafa Raphael. (O Globo)
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| Imagem: Reprodução / Jornal O Globo |
— A troco de que a magistrada produziu essa arbitrariedade? Foi pra atender aos interesses de quem? Dos usuários das barcas? Me parece que não doutora, porque parte deles estavam mobilizados.
Então quer dizer que essa violência contra os princípios democráticos já foi cometida com outro cidadão que, como o estudante, exercia o seu pleno direito de se manifestar contra os abusos e a falta de respeito absoluta do governo Sérgio Cabral e das empresas prestadoras de serviço do Rio de Janeiro?
Prezada juíza Simone Gastesi Chevrand, segundo o deputado Marcelo Freixo, todas as multas aplicadas pelo poder público contra a CCR Barcas não alcançam o valor da multa que a senhora ameaçou aplicar a um único cidadão. A senhora, doutora Gastesi, deveria condenar alguém do Estado por cumplicidade com a operadora dos serviços das barcas. Ou a magistrada acha que em mais de 11 anos de esculhambação absoluta, de falta de respeito e de falhas na operação. Essa gente só tenha que pagar R$ 100 mil por ano de multa.
Juíza Simone Chevrand determinou que estudante pague R$ 5 milhões caso organize protesto contra aumento nas barcas
— Qual foi a base moral, ética, legal e de bom senso dessa magistrada? A serviço de quem está essa senhora, a sua sentença e a sua forma de interpretar as leis? O que dizer de uma arbitrariedade como esta imposta a um cidadão que reúne os outros para protestar contra uma violência com a qual ele e os demais são vítimas todos os dias. Entendendo eles que na ausência do Estado, são os únicos que podem defender seus interesses como passageiros.
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| Extra Online - Coluna Berenice Seara |
Esse estudante não trabalha numa empresa concorrente da CCR Barcas, porque não há concorrência e não é candidato a nada. Portanto, baseado em que a juíza impôs um cerceamento de manifestação que é garantido pela constituição? É claro e notório que não havia, na organização do protesto, nenhuma intenção de produzir qualquer dano que fosse.
Então, me parece que a juíza conspirou a favor da CCR Barcas com sua sentença, ainda que não tenha sido esta, eventualmente, a sua intenção. Mas, eu tenho o direito de como cidadão perguntar: Qual foi a motivação dessa senhora para agir de forma tão unilateral defendendo os interesses da CCR Barcas?
Acho que a atitude dessa juíza é a demonstração evidente da justiça a serviço dos poderosos, da arbitrariedade a serviço do status quo.
Instituto de Segurança Pública desmente Sérgio Cabral e diz que casos de estupro cresceram 9,4% no Rio de Janeiro
— E aí, Governador? Vai me dizer que o ISP está mentindo? Cruzados os dados do mês de fevereiro deste ano com o do mesmo período de 2012, houve 22 casos a mais de estupro e atentado violento ao pudor. A quantidade de vítimas passou de 475 para 497 – um crescimento de 4,6%.
Os casos de estupro e atentado violento ao pudor no Rio de Janeiro aumentaram 9,4% de dezembro a fevereiro de 2013 no comparativo com o mesmo período de 2012. Em números absolutos, houve 1.494 registros, ante 1.366 no ano passado. As informações constam nas estatísticas de criminalidade divulgadas mensalmente pelo Instituto de Segurança Pública do estado do Rio (ISP). Os dados foram divulgados em meio à repercussão sobre o caso da americana violentada por três criminosos dentro de uma van, no último dia 30. O grupo foi denunciado na segunda-feira pelo Ministério Público.
Um dos problemas do estupro é a subnotificação. Especialistas ouvidos pelo site de VEJA estimam que, no Brasil e no mundo, só 10% das vítimas comuniquem esse tipo de crime à polícia. “Há uma cultura machista e patriarcal no mundo de que o lugar da mulher é na cozinha, dentro de casa. Ao saber que a mulher foi estuprada, as pessoas se questionam com que roupa a vítima estava e o que fazia de madrugada na rua. Isso intimida a mulher”, afirma a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves, da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM).
No Brasil, a falta de informações precisas também dificulta o combate ao crime e a prisão dos estupradores. Os dados das delegacias de polícia não são comparados ou ligados aos dos sistemas de saúde, local de atendimento às mulheres e onde é possível detectar um crime sexual, mesmo sem que a vítima tenha procurado a polícia. Um projeto da secretaria tentará unificar a base para, em três anos, melhorar o quadro de informações sobre esse tipo de delito. Em março, foi lançado o programa Mulher: Viver sem violência, do Governo Federal, que, entre diversas ações de combate à violência contra a mulher, prevê a integração do atendimento do sistema de saúde com o do Instituto Médico Legal (IML). A mulher que sofreu um estupro, quando estiver no hospital, será atendida pelo mesmo médico que fará a coleta de provas para a perícia.
A secretaria também quer unificar os dados de cada estado, que repassarão as informações para a União. É um processo que demandará tempo porque muitas unidades da federação sequer têm o sistema informatizado. “Às vezes, quando peço informação sobre algum dado de violência contra mulher em algum estado, o sistema é manual. A Secretaria Nacional de Segurança Pública está investindo para que todo o país conheça essas informações”, explica Aparecida.
A secretaria também pretende reforçar a estrutura de atendimento do serviço telefônico 180. A ideia é que ele se transforme em uma espécie de disque-denúncia. Hoje, o número funciona como uma Central de Atendimento à Mulher, mas, no futuro, servirá de base para um banco de dados da secretaria. As mudanças propostas pela SPM incluem conectar o 180 às polícias estaduais e à Casa da Mulher – local onde serão integrados os serviços de promotoria, defensoria, juizado e delegacias especializadas no atendimento à mulher, além do serviço de transporte para levar a vítima ao hospital. A primeira dessas instituições ficará pronta em 90 dias.
CARA DE PAU: Após estupro em van, Cabral diz que violência contra mulher não é comum no Rio
— Como não governador!!! De acordo com o ISP (Instituto de Segurança Pública), em 2011, a polícia recebeu 4.871 casos do tipo. No ano seguinte, o mesmo levantamento apontou 6.029 ocorrências, diferença de 1.158 registros ou 24%. Atualmente, segundo o último estudo consolidado, divulgado em dezembro passado, a média no Estado é de 16 estupros por dia.
O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), disse nesta terça-feira que o estupro da americana de 21 anos numa van foi "uma atrocidade", mas ressaltou que a violência contra a mulher não é uma prática comum no Brasil nem no Rio.
Ele falou após a abertura do "Government Leaders Forum", evento organizado pela Microsoft entre hoje e amanhã, na capital fluminense. Também participaram da abertura do fórum o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), e o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB).
DEPOIMENTO
Na tarde desta terça-feira, o namorado da americana, que estava dentro da van e foi agredido pelos suspeitos, presta depoimento na 32ª Vara Criminal, sede do Tribunal de Justiça, no centro do Rio.
Ele fez o reconhecimento dos suspeitos e planeja retornar à França amanhã.
Um dos suspeitos presos, Walace Aparecido Souza da Silva, 21, negou hoje ter participado do episódio. Outros dois, Jonathan Froudakis e Carlos Armando Costa, confessaram o crime.
O quarto suspeito, de 13 anos, foi apreendido no fim de semana e permanece na 2ª Vara da Infância e Adolescência. Em depoimento, ele disse que agrediu, mas não estuprou a turista americana.
A jovem reconheceu os suspeitos na Deat (Delegacia Especial de Atendimento ao Turista), prestou depoimento e retornou para os Estados Unidos na última semana.
Matéria originalmente publicada na Folha.com
LEIA TAMBÉM:
Polícia apura novo caso de estupro em transporte coletivo do Rio
RJ tem média de 16 estupros por dia
Rio tem 'salto' em notificações de estupro em 2012
O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), disse nesta terça-feira que o estupro da americana de 21 anos numa van foi "uma atrocidade", mas ressaltou que a violência contra a mulher não é uma prática comum no Brasil nem no Rio.
Ele falou após a abertura do "Government Leaders Forum", evento organizado pela Microsoft entre hoje e amanhã, na capital fluminense. Também participaram da abertura do fórum o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), e o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB).
DEPOIMENTO
Na tarde desta terça-feira, o namorado da americana, que estava dentro da van e foi agredido pelos suspeitos, presta depoimento na 32ª Vara Criminal, sede do Tribunal de Justiça, no centro do Rio.
Ele fez o reconhecimento dos suspeitos e planeja retornar à França amanhã.
Um dos suspeitos presos, Walace Aparecido Souza da Silva, 21, negou hoje ter participado do episódio. Outros dois, Jonathan Froudakis e Carlos Armando Costa, confessaram o crime.
O quarto suspeito, de 13 anos, foi apreendido no fim de semana e permanece na 2ª Vara da Infância e Adolescência. Em depoimento, ele disse que agrediu, mas não estuprou a turista americana.
A jovem reconheceu os suspeitos na Deat (Delegacia Especial de Atendimento ao Turista), prestou depoimento e retornou para os Estados Unidos na última semana.
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Turista norte-americana é assaltada e estuprada dentro de van no Rio de Janeiro
— Cidades que pretendem ser pólos turísticos como o Rio pretende, que tem feito investimentos naquilo que ela própria entende como vocação natural, não pode ter determinados crimes contra turistas, alguns são simplesmente assombrosos. E a forma de assalto é essa que agente vê, barbara e violenta, com morte, com estupro e com barra de ferro na cabeça.
E não é um aqui e outro lá não. Já tivemos gente morta na praia de Copacabana por assalto, não estou falando de assaltos corriqueiros de trombadinhas dentro de ônibus. Não é o cara que passou, roubou a sua carteira e saiu correndo. Estou falando de um duplo sequestro com violência sexual continuada por mais de cem quilômetros e tantos outros desse gênero já tivemos contra turistas.
Esse crime foi gravíssimo, principalmente, pelo que ele revelou depois, ou seja, ele poderia ter sido evitado se as autoridades tomassem conta nós mesmos, porque uma outra cidadã brasileira já tinha sido violentada e abusada pelo mesmo grupo, da mesma forma, com o mesmo tipo de operação. Prestou queixa na polícia e a delegacia de proteção à mulher nem se mexeu.
O turismo não polui, o turismo dá empregos, trás divisas, areja e vasculariza a cidade. Isso tudo é muito bom. Agora, uma cidade que tem essa pretensão e essa vocação precisa repensar a sua política de segurança pública.
Os suspeitos Jonathan Foudakis de Souza, 20, e Wallace Aparecido Souza Silva, 22, foram capturados ontem em São Gonçalo, no Rio, por policias do DEAT (Delegacia Especial de Apoio ao Turismo).
A dupla é acusada de abordar uma van de transporte coletivo e obrigar alguns passageiros a descerem em uma rua próxima a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), na Cidade Universitária.
Na sequência, eles mantiveram refém um casal de estrangeiros que foi obrigado a seguir com os criminosos para São Gonçalo.
No caminho, os homens teriam abusado sexualmente da jovem dentro da van. Segundo o DEAT, eles chegaram a usar o cartão de débito de uma das vítimas em postos de gasolina de Niterói e São Gonçalo.
Policiais encontraram o aparelho celular de uma das vítimas em poder de um dos homens. Na delegacia, as vítimas reconheceram a dupla. Uma outra vítima, brasileira, também já havia reconhecido os homens como autores de outro estupro feito no último sábado (23).
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| Trio de vagabundos foi preso após violentar estrangeira em Copacabana |
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Nove turistas alemães são assaltados na Floresta da Tijuca
Van foi fechada por dois carros com seis ladrões. Vítima afirma que policiais teriam se recusado a ajudar turistas assaltados nas Paineiras. Segundo guia que estava com alemães, eles pediram ajuda a um grupo de agentes que seguia pelo local, mas foram orientados a ligar para o 190.
O passeio de nove turistas alemães pela Floresta da Tijuca acabou na Delegacia de Atendimento ao Turista, no Leblon, zona sul do Rio. Na manhã desta quinta-feira, os estrangeiros foram assaltados por um grupo de homens armados.
A van de turismo a serviço dos alemães seguia em direção a uma cachoeira até ser interceptada por dois carros. A ação ocorreu na Estrada das Paineiras, uma tradicional rota de ciclistas, corredores e skatistas, situada próximo à estátua do Cristo Redentor.
Das vítimas, os bandidos levaram dinheiro, máquinas fotográficas, aparelhos celulares e documentos. Ninguém foi preso.
Apesar de ser uma região frequentada por muitos cariocas e turistas, a segurança na Floresta da Tijuca é um problema histórico.
Em fevereiro de 2012, três assaltantes roubaram 30 pessoas em uma trilha nos arredores da Pedra da Gávea.
Na década de 90, o fotógrafo Luiz Morier chegou a flagrar turistas europeus sob a mira de homens armados durante um passeio por uma cachoeira da Floresta da Tijuca. A imagem, publicada pelo Jornal do Brasil, rendeu o prêmio Esso de fotografia a Morier.
Matéria originalmente publicada na Folha.com
O passeio de nove turistas alemães pela Floresta da Tijuca acabou na Delegacia de Atendimento ao Turista, no Leblon, zona sul do Rio. Na manhã desta quinta-feira, os estrangeiros foram assaltados por um grupo de homens armados.
A van de turismo a serviço dos alemães seguia em direção a uma cachoeira até ser interceptada por dois carros. A ação ocorreu na Estrada das Paineiras, uma tradicional rota de ciclistas, corredores e skatistas, situada próximo à estátua do Cristo Redentor.
Das vítimas, os bandidos levaram dinheiro, máquinas fotográficas, aparelhos celulares e documentos. Ninguém foi preso.
Apesar de ser uma região frequentada por muitos cariocas e turistas, a segurança na Floresta da Tijuca é um problema histórico.
Em fevereiro de 2012, três assaltantes roubaram 30 pessoas em uma trilha nos arredores da Pedra da Gávea.
Na década de 90, o fotógrafo Luiz Morier chegou a flagrar turistas europeus sob a mira de homens armados durante um passeio por uma cachoeira da Floresta da Tijuca. A imagem, publicada pelo Jornal do Brasil, rendeu o prêmio Esso de fotografia a Morier.
domingo, 7 de abril de 2013
Não reeleito, prefeito quadrilheiro de Duque de Caxias, José Camilo Zito, faz retaliação à população e suspende coleta de lixo no município
— Os moradores contam que até a eleição a situação não era essa. O atual prefeito, concorreu a reeleição, mas perdeu, e desde então a situação piorou. O que está acontecendo é um absurdo, o povo virou refém de bandoleiros que praticam a política da TERRA ARRASADA, com o objetivo de ANARQUIZAR seus últimos meses de governo. Isso é pura VINGANÇA, PICUINHA e MALDADE contra os mesmos eleitores que os colocaram no poder nas eleições anteriores. Esse é o nível da política no Brasil. O pior é que não há lei para punir esses CANALHAS que arrebentam com a vida do cidadão.
RIO - As ruas de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, estão tomadas pelo lixo. Esquinas, as frentes das casas, áreas públicas e até as rotatórias nas ruas viraram depósitos improvisados. Mas no entorno da casa do prefeito da cidade, o Zito, as ruas estão limpas. As informações são do RJTV.
A chuva que caiu durante todo esta terça-feira (13) diminuiu o cheiro insuportável que tomava conta das ruas. Mas isso não foi motivo de alívio e a chuva trouxe mais preocupação para os moradores.
Os moradores contam que até a eleição a situação não era essa. Zito, o atual prefeito, concorreu a reeleição, mas perdeu, e desde então a situação piorou.
A equipe do RJTV rodou durante toda a tarde desta terça-feira (13) pelos bairros da cidade e encontrou sempre a mesma cena. Casas sufocadas pelo lixo. A equipe avistou um caminhão fazendo a coleta no bairro onde mora o prefeito.
No entorno da casa do prefeito Zito, as ruas estavam limpas. Os únicos sacos de lixo estavam na praça, e foram colocados nesta terça.
Já nos bairros vizinhos os moradores continuam desesperados, com uma administração que parece ter terminado dois meses antes do previsto.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
ELEIÇÕES 2012: O modelo político eleitoral brasileiro
As eleições não são a oportunidade de mudar a realidade. O voto é obrigatório para dar números reluzentes ao processo eleitoral brasileiro: "Fulano foi eleito com a maioria dos votos válidos". Agora, pergunto a você o seguinte: O povo votou porque quis? Porque pensou? Porque refletiu? Foi por livre e espontânea vontade? Claro, que não! É preciso acabar com essa palhaçada do voto obrigatório. Nas grandes democracias como França, Inglaterra e EUA a atitude de votar é facultativa. Até na Venezuela do ditador Hugo Chávez é assim, lá o povo venezuelano não é obrigado a votar.
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| Eleitores são manipulados |
O sistema político brasileiro está nas mãos de quadrilhas. O voto obrigatório no Brasil só server para o cidadão eleger, não serve para interferir e mudar nada. Por exemplo, se oito meses depois de eleito for comprovado que o candidato "X" é um corrupto, o povo não tem poder para expulsá-lo do cargo. Só quem pode fazer isso são os seus companheiros de classe, ou melhor, seus comparsas. Rárara!!! Parece brincadeira. Aí, eu te pergunto de novo: Esse sistema merece respeito?
No Brasil, os eleitores não têm o direito de se arrepender das escolhas que fizeram nas urnas, terão que aturar aquele corrupto até o final de seu mandato. É um absurdo!!! Eu quero desvotar, isso faz parte da essência democrática. O poder público pede ao cidadão para fiscalizar os políticos, mas não existe nenhuma lei que possa retirar o candidato eleito de seu cargo por algum desvio de conduta. Parece que as autoridades, entenda-se o Ministério Público, estão passando a sua responsabilidade de fiscalizar para o cidadão.
No Brasil, os eleitores não têm o direito de se arrepender das escolhas que fizeram nas urnas, terão que aturar aquele corrupto até o final de seu mandato. É um absurdo!!! Eu quero desvotar, isso faz parte da essência democrática. O poder público pede ao cidadão para fiscalizar os políticos, mas não existe nenhuma lei que possa retirar o candidato eleito de seu cargo por algum desvio de conduta. Parece que as autoridades, entenda-se o Ministério Público, estão passando a sua responsabilidade de fiscalizar para o cidadão.
As vésperas da eleição o TRE proíbe a venda de bebidas alcoólicas com receio do cidadão encher a cara e não aparecer no dia seguinte para votar. Eles espalham lendas aos eleitores mais humildes dizendo que se eles não votarem perderão o direito de se aposentar, entre outras canalhices de mesmo gênero. Enfim, fazem de tudo, são capazes de utilizar os artifícios mais imorais possíveis para que o cidadão não deixe de comparecer às urnas. E acredite, essa bandalheira é assim em todo país.
O modelo político brasileiro não corresponde aos direitos e anseios do povo. Eu não quero avançar, eu quero chegar, eu não quero progredir num ritmo que a política quer me impor nesse processo eleitoral de quinta categoria. As eleições não mudam a realidade, apenas legitimam o atual processo.
Reforma do modelo político eleitoral brasileiro já!!!
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